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Favoritos para o Oscar 2018

Categoria: Premiações
Por Francisco Carbone
Confira as nossas apostas e faça também as suas!


Ao contrário do que se possa imaginar, 110 dias para o Oscar não significa muito tempo. Pelo contrário: no próximo dia 28, é feito o anúncio dos vencedores do National Board of Review, que tradicionalmente abre a corrida do Ouro, e a partir daí uma profusão de prêmios se seguirão até 4 de março próximo, quando saberemos os vencedores do careca dourado. 

Associações de críticos de praticamente todos os estados americanos, sindicatos dos profissionais de cada área e os precursores televisionados como o Globo de Ouro e o Critics Choice (que libera indicados e vencedores mês que vem, num espaço de apenas 10 dias) irão definindo o caminho do vencedor.

Pra quem não tem ligação forte, é bom explicar que o Oscar e as premiações afins geralmente têm algo chamado "a narrativa", ao redor do qual a temporada gira. Ano passado, claramente era uma resposta ao #OscarSoWhite do ano anterior, que rendeu inúmeras conquistas a narrativas protagonizadas por negros e adicionou uma colher a vitória de Moonlight no fim das contas. 

Este ano, desde lá atrás algo parecia correr na direção feminina, com a presença de mulheres em profusão na direção. Em meados do ano, observar o cenário de favoritismo significava ter acesso ao tanto de filmes protagonizados por mulheres com força para estar na categoria principal. E aí vieram o caso Harvey Weinstein e inúmeros outros escândalos, todos explodindo em efeito dominó e ressaltando a importância de uma mudança imediata nas relações de poder na indústria do cinema e na forma que homens subjugam mulheres nessa mesma indústria. A essa altura, acho q dificilmente as mulheres não serão o centro das atenções da temporada. E que sejam bem-vindas. Quando até Steven Spielberg se debruçou sobre um roteiro encabeçado por uma... 

A partir dessas considerações acima, vou agora traçar algumas argumentações sobre as principais categorias (filme, direção, atuações e roteiros) sobre o qual poderemos observar esse início de competição, que tem tudo esse ano pra ser explosiva. 


FILME

Nessa primeira hora, dois filmes se fincam como favoritos, não à toa protagonizados por mulheres silenciadas: Três Anúncios para um Crime e A Forma da Água. De um lado, a história de uma mãe que luta pela investigação do assassinato da filha, diminuída e invisibilizada pela sua cidade; do outro, uma funcionária muda de uma agência do governo americano nos anos 50, que encontra e se apaixona por uma criatura aquática. Dos dois lados, o humor percorre suas trajetórias, uma de viés criminal e doloroso, a outra de caráter fantástico e romântico. Ambas petardos políticos que desenham com sutileza ímpar a voz dos oprimidos e marginalizados pela sociedade. Por trás deles, os talentos dos estrangeiros observando o presente e o passado americanos, Martin McDonaugh e Guillermo Del Toro. 

Seguindo de perto, o blockbuster mais bem sucedido da lista: Dunkirk, de Christopher Nolan. Finalmente levado a sério e fora da seara da fantasia que marca sua obra até então, o britânico conseguiu unanimidade de público e crítica com seu retrato do resgate dos soldados conterrâneos a ele na praia do vilarejo de Dunquérque, durante a Segunda Guerra Mundial. O realismo e a crueza quase ininterrupta da narrativa conquistou todos os espectadores, exigentes ou não. Também é na Segunda Guerra Mundial o outro filme de temática belicista do ano, O Destino de uma Nação. Mais do que a mesma guerra, o filme parece refletir sobre personagens afins, aqui centrando foco na figura de Winston Churchill, o homem ouvido nos rádios ao final do filme de Nolan. Primeiro ministro inglês durante o período, o filme mostra a visão dos eventos a partir da sua perspectiva, publica e particular. Dirigido por Joe Wright, o filme parece o candidato formal da temporada... e parecem se encerrar neles as narrativas centradas no tradicional combo "homem branco cis tradicional anglo-saxão".

Os outros dois prováveis filmes da corrida centrados em personagens masculinos têm narrativas sui generis até dentro de uma ótica do cinema americano, que dirá no ambiente oscarizável. Corra! é um suspense de humor negro indie baratíssimo (menos de 5 milhões) que fez só nos EUA U$ 180 milhões, e arrebatou a crítica do mundo todo. A favor dele, sua narrativa pega pesado contra o racismo velado na América e seu protagonista, o inglês Daniel Kaluyaa e a estreia na direção do surpreendente Jordan Peele - ambos a resposta da Academia contra mais uma possível reedição do temido #OscarSoWhite; Me Chame pelo seu Nome mostra o coming of age de um adolescente de 17 anos em 1983, quando se encanta por um ex-aluno de seu pai durante férias na Itália. A essa altura do campeonato, todos já sabem que o filme do italiano Luca Guadagnino é hino LGBT do ano, onde seus dois protagonistas dividem paixão e delicadeza num idílio rural, quase onírico, e um cinema refrescante e ao mesmo tempo uma ode aos clássicos.

Voltando às narrativas femininas que beneficamente inundarão a competição desse ano, temos um surpreendente sucesso do momento: LadyBird, a estreia na direção de Greta Gerwig. Como observando seu passado e sua adolescência, Greta criou a história dessa jovem mulher vivida por Saoirse Ronan, em conflito consigo mesma, com sua mãe, com a vida como um todo. Um fenômeno do circuito de arte que com certeza se expandirá para um sucesso no circuito maior, o filme está sendo amplamente celebrado. Outra jovem que deve mostrar as caras na cerimônia de março deverá ser a patinadora Tonya Harding, na sua infame biografia e a forma destrutiva com que conduziu sua carreira e sua vida. I, Tonya vai mostrar seu estrelato na patinação no gelo, e a educação quase nazista que recebeu de sua mãe, e o diretor Craig Gillespie já tem toda a crítica surpresa com a crueza, o humor negro e o tom ácido que incutiu no seu longa parece estar conquistando a todos, que o comparam aos Coens e a Scorsese. Outra jovem protagonista na disputa é a pequenina Moodee, personagem central de Projeto Florida, um dos mais carinhosos e tristes filmes do ano. Sean Baker constrói mais um polaroide dos desvalidos num grupo de moradores de um hotel para famílias extremamente pobres em Los Angeles. No centro de tudo está Moodee, a menina de 6 anos que vai dominar a tela de ponta a ponta. Um claro grito político cheio de força, o filme vem encantando desde Cannes.

E há 15 anos não víamos o que talvez aconteça esse ano: um belo filme liderado por Meryl Streep. E mais que isso, um indicado na categoria principal. The Post é mais que o filme novo da recordista de todos os tempos, é o filme novo de Steven Spielberg. Meryl é Kat Graham, uma das editoras do Washington Post, que recebe um estudo sobre as atividades americanas durante a Guerra do Vietnã e parte para a publicação dos mesmos, o que pode levar a sua prisão e ao fechamento do jornal. Produção realizada inteiramente em menos de um ano, o filme é um prodígio da rapidez e da eficiência de um mestre do cinema, que pode aportar nos cinemas como uma pedra final definitiva do ano, um dos últimos filmes a serem vistos e ter alguma chance.


DIREÇÃO

Basicamente é o grupo de cima brigando por 5 vagas. Diria que os principais concorrentes aqui são Christopher Nolan e Guillermo Del Toro. O primeiro tem os rios de dinheiro que já rendeu a Hollywood, muitos belos serviços prestados e um típico filme que encanta votantes especialmente nessa categoria. O segundo é o terceiro mexicano na década a tomar os EUA, e Del Toro forma com seus amigos Alfonso Cuaron e Alejandro Gonzales Iñarritu um trio de amigos ultra talentosos que podem ser unir para definir essa vitória. Martin McDonaugh e Joe Wright podem se unir a eles pra formar uma equipe de estrangeiros indicados, além de Luca Guadagnino. Mas será que apenas estrangeiros, homens e brancos estarão nessa corrida? Pois é, acho que não.

Jordan Peele, Greta Gerwig e Dee Rees estão na disputa por essa vaga extra. A terceira tenta aparecer pelo épico Mudbound, sobre a Guerra da Secessão, e já foi premiada em Sundance, além de ter encantado Toronto; seu único problema é fazer a Academia vencer o fator Netflix. Só que ainda faltará um elemento que parece importante: um veterano. A essa altura, parecemos ter apenas dois veteranos ainda não assistidos: Steven Spielberg e Paul Thomas Anderson. The Post parece a escolha mais óbvia, mas não podemos descartar Trama Fantasma, o drama de época sobre um caso de amor e submissão entre um renomado estilista e sua modelo e musa. E alguém já sabe se Clint Eastwood vai ou não lançar esse ano seu 15:17 to Paris?


ATOR

Talvez a categoria mais fácil de prever vencedor esse ano, aqui é Gary Oldman contra os outros, sejam eles quem forem. Winston Churchill é o típico personagem altamente premiável, e a Academia não irá se furtar a premiar o protagonista de O Destino de uma Nação, um ator dos mais queridos com apenas uma indicação anterior e uma gana de vencedor no projeto certo. Seus dois companheiros mais prováveis são Daniel Day-Lewis e Timothee Chalamet, respectivamente por Trama Fantasma e Me Chame pelo seu Nome. O primeiro um nome certo praticamente toda vez que filma num projeto que parece tenso sobre um estilista brilhante que se transforma de apaixonado a opressor; o segundo, um adolescente que descobre o amor por alguém do mesmo sexo. Esses três são o trio certo.

O quarto nome parece que será a enfim tão sonhada nova indicação de Jake Gyllenhaal no drama O Que Te Faz Mais Forte, biografia do jovem que perdeu as duas pernas depois do ataque terrorista na maratona de Nova York. A Academia, devedora a ele durante toda a década, parece não ter mais motivo pra deixá-lo de fora. Falta um nome, e com a categoria tão enfraquecida esse ano, um grupo enorme de possibilidades aumenta a cada dia, podendo aparecer de merecedores incontestáveis a donos de campanhas mais eficientes. 

Os três mais bem posicionados são James Franco por Artista do Desastre, Denzel Washington por Roman J. Israel, Esq e Christian Bale por Hostiles. Os motivos para essas indicações são fortes: Franco está produzindo, dirigindo  e estrelando essa biografia muito elogiada e já premiada do diretor do pior filme da década passada, Tommy Wiseau, que também tem chances em roteiro adaptado; Washington raspou na vitória esse ano e pode também conseguir uma recompensa por não ter conseguido levar, além de ser o típico personagem a cara do Oscar, o advogado obstinado e humano; Bale é um soldado na Guerra Civil, uma interpretação que vem sendo chamada como das melhores da carreira dele.

Também teremos mais dois "veteranos" criados na comédia na briga, lugares de Steve Carell e Tom Hanks. Carell vive um homem introspectivo e em luto em Last Flag Flying, e Hanks é o editor Ben Bradlee também envolvido com os papéis do Pentágono em The Post, afinal Hanks tem que voltar a ser indicado algum dia né?


ATRIZ

Como se diz na expressão americana, é banho de sangue por aqui. Tem duas atrizes que lideram um grupo de pelo menos 10, e pra mais de 10 entre as possíveis indicadas. Essas duas principais são Frances McDormand e Sally Hawkins. Em Três Anúncios para um Crime, Frances é a mãe revoltada pela morte da filha e o descaso das autoridades com a mesma, que irá enfrentar a sociedade em busca de respostas. Em A Forma da Água, Sally é Elisa, a funcionária muda de uma agência do governo, sensível e delicada, porém forte e humana, que irá lutar por um amor impossível. Nos calcanhares de ambas, as duas jovens estrelas Margot Robbie e Saoirse Ronan, ambas personagens-título. A Tonya Harding de Margot é uma esportista no auge da forma, até ser ultrapassada e deixar vir a tona o pior de sua personalidade. A LadyBird de Saoirse é a jovem perdida na vida em busca de respostas, que vai bater de frente com a família e o mundo. Pra fechar, a maior de todas as veteranas, simplesmente Meryl Streep. Em The Post, Meryl volta a se encontrar com um grande diretor depois de 15 anos e vai mostrar sua melhor e mais potente face, na pele de Kat Graham, a toda poderosa do Washington Post.

No rastro dessas temos Judi Dench voltando a viver a Rainha Vitória da Inglaterra no sucesso de público Victoria & Abdul; Kate Winslet protagonizando o novo Woody Allen como mais uma doce neurótica do diretor em Roda Gigante; Jessica Chastain na história real da jogadora de poquer Molly, envolvida com a mafia, em A Grande Jogada; Annette Bening é a vencedora do Oscar Gloria Grahame em dias de ocaso na Inglaterra, em Film Stars Don't Die in Liverpool; a pequenina Brooklynn Prince, que seria a mais jovem indicada na história se conseguir, em Projeto Florida; a última vencedora Emma Stone como a campeã de tênis Billy Jean King em Guerra dos Sexos; Diane Kruger é a mulher que perde marido e filho num aparente ataque terrorista em Em Pedaços. Qualquer uma dessas pode avançar na corrida e roubar vagas, porque são tantas belas atuações de grandes atrizes que essa categoria tem tudo pra ser uma das animadas da temporada.


ATOR COADJUVANTE

Um embate claro, dois rivais fortes. Se em atriz, um grupo grande de mulheres parece capaz de concorrer e serem as virtuais favoritas, aqui temos uma dupla que virá disposta a tudo: Willem Dafoe X Sam Rockwell. O gerente de um hotel que ama e cuida de todos, o retrato da compaixão x um policial preconceituoso, machista e misógino, o retrato do horror. Em qual retrato as apostas se cravarão e o chamado do ouro, pra que lado irá? Seus filmes são Projeto Florida e Três Anúncios para um Crime, respectivamente, e deverão ser decididos nas próximas semanas nas associações que virão.

Ao redor deles estão Michael Stuhlbarg, o pai amoroso, inteligente e compreensivo de Me Chame pelo seu Nome, Richard Jenkins, o amigo gay amoroso, inteligente e compreensivo de A Forma da Água, e Jason Mitchell, um dos pontos do coral que é formado em Mudbound. Ficam perguntas nessa categoria: a Academia indicará de novo o rei gago com o qual premiou Colin Firth, agora na pele de Ben Mendehlson, em O Destino de uma Nação? Teremos dois exemplos do pior do americano branco racista, com Rockwell ao lado do Michael Shannon de A Forma da Água? A substituição de Kevin Spacey por Christopher Plummer em Todo o Dinheiro do Mundo surtirá efeito? A estrela televisiva Sterling K. Brown se concretizará no cinema em Marshall? O rolo compressor Bryan Cranston em Last Flag Flying será visto como coadjuvante? E Me Chame pelo seu Nome conseguirá enfiar dois coadjuvantes masculinos pela primeira vez em 26 anos, com Armie Hammer? Agora é esperar pelas respostas.


ATRIZ COADJUVANTE

Parecido com a categoria de ator, aqui uma candidata começa a se afastar da competição rumo a uma vitória tranquila Seu nome: Allison Janney. Seu filme: I, Tonya. Sua personagem: a mãe da protagonista, um misto de figura superprotetora com general de algum exército, o filme parece o veículo ideal para uma profissional com mais de 20 anos de reconhecimento, e que há muito a tv americana transformou em ícone. Essa é a chance perfeita de reconhecer uma das mais talentosas coadjuvantes em atividade hoje, que criminosamente nunca teve nenhuma indicação antes. Além dela, temos Laurie Metcalfe em LadyBird, também a mãe da protagonista, também uma atriz dos palcos e telinha, que enfim terá seu espaço num grande filme e em um grande momento seu. Essas duas mães tão diferentes entre si devem disputar as atenções esse ano.

Um trio de atrizes negras querem ocupar as vagas restantes da categoria. A mais cotada é Octavia Spencer, a melhor amiga da protagonista de A Forma da Água, com um texto brilhante na ponta da língua. Após ela, temos também a estreia como atriz da cantora Mary J. Blige, que está encantando todos desde Sundance com sua personagem em Mudbound, uma mulher de fibra em um tempo onde o racismo era comum. Pra fechar o trio, Tiffany Hadish começa a ganhar espaço pela sua impagável performance no hit Girls Trip, uma jovem atriz que quer repetir o feito de Melissa McCarthy em Missão Madrinha de Casamento.

Um trio de veteranas não indicadas há muito tempo também querem uma chance na corrida. Kristin Scott Thomas tem uma chance de voltar a corrida com a típica esposa abnegada de O Destino de uma Nação. Holly Hunter é a mãe de uma menina em coma em Doentes de Amor, comédia das mais elogiadas da temporada. Michelle Pfeiffer é o símbolo da primeira tentação em pessoa, no enigmático mãe! - filme que sumiu das apostas. Pra fechar, a vencedora Melissa Leo tenta voltar a festa como a madre superiora de Novitiate e Lesley Manville, que já deveria ter vencido e nem foi indicada ainda, tem sua melhor chance como a irmã linha dura de Day-Lewis em Trama Fantasma. Sorte lançada.


ROTEIRO ADAPTADO

Aqui temos uma certeza, Me Chame pelo seu Nome, um Oscar quase dado para o mestre veterano James Ivory. O resto será um "salve-se quem puder": a conotação racial de Mudbound, a assinatura de Aaron Sorkin em A Grande Jogada, a pegada dupla de emoção e humor em Last Flag Flying, a biografia do fracasso de Tommy Wiseau em Artista do Desastre, a arte de Brian Selznick adaptada pelo próprio em Sem Fôlego, a possibilidade de um filme de herói como Mulher Maravilha ou Logan se aproveitarem da fraqueza da categoria.


ROTEIRO ORIGINAL

O oposto da categoria acima, num nível que não dá pra apontar um favorito de cara, já que qualquer combinação entre 10 títulos é possível de indicação. De cara, acredito que A Forma da Água e Três Anúncios para um Crime não ficam de fora da corrida. A partir daí, como saber? A seriedade do tema de The Post, a acertada criatividade de Corra!, a vida como ela é em LadyBird, a anarquia real de I, Tonya, o contexto histórico e os diálogos de O Destino de uma Nação, a sutileza para falar do agora em Projeto Florida, o talento sem fim de Paul Thomas Anderson em Trama Fantasma. Possibilidades não faltam.

Aqui embaixo eu dou as minhas apostas iniciais em cada categoria das citadas acima, com cada uma e alternativas possíveis ao quadro geral.

FILME

Três Anúncios para um Crime 
A Forma da Água 
Dunkirk 
The Post 
Me Chame pelo seu Nome 
O Destino de uma Nação 
Corra! 
LadyBird 
I, Tonya 
Projeto Florida 

Alternativas: Last Flag Flying / Mulher Maravilha / Trama Fantasma / Mudbound / Hostiles

DIREÇÃO

Christopher Nolan (Dunkirk)
Guillermo del Toro (A Forma da Água)
Martin McDonagh (Três Anúncios para um Crime)
Steven Spielberg (The Post)
Joe Wright (O Destino de uma Nação)

Alternativas: Greta Gerwig (Lady Bird) / Jordan Peele (Corra!) / Dee Rees (Mudbound) / Luca Guadagnino (Me Chame pelo seu Nome) / Sean Baker (Projeto Florida)

ROTEIRO ORIGINAL

Três Anúncios para um Crime 
A Forma da Água 
Corra! 
Lady Bird 
The Post

Alternativas: O Destino de uma Nação / Projeto Florida / I, Tonya / Trama Fantasma / Doentes de Amor 

ROTEIRO ADAPTADO

Me Chame pelo seu Nome 
Mudbound 
Artista do Desastre
Last Flag Flying 
Hostiles

Alternativas: A Grande Jogada / Sem Fôlego / Mulher Maravilha / Logan / Planeta dos Macacos: A Guerra 

ATOR

Gary Oldman (O Destino de uma Nação)
Daniel Day-Lewis (Trama Fantasma
Timothee Chalamet (Me Chame pelo seu Nome)
Jake Gyllenhaal (O Que Te Faz Mais Forte)
Denzel Washington (Roman J. Israel, Esq

Alternativas: James Franco (Artista do Desastre) / Steve Carell (Last flag flying) / Christian Bale (Hostiles) / Tom Hanks (The Post) / Andrew Garfield (Uma Razão para Viver

ATRIZ

Frances McDormand (Três Anúncios para um Crime)
Sally Hawkins (A Forma da Água)
Meryl Streep (The Post)
Margot Robbie (I, Tonya)
Saoirse Ronan (Lady Bird)

Alternativas: Judi Dench (Victoria & Abdul) / Kate Winslet (Roda Gigante) / Jessica Chastain (A Grande Jogada) / Brooklynn Prince (Projeto Florida) / Emma Stone (Guerra dos Sexos)

ATOR COADJUVANTE

Sam Rockwell (Três Anúncios para um Crime)
Willem Dafoe (Projeto Florida)
Michael Stuhlbarg (Me Chame pelo seu  Nome)
Bryan Cranston (Last Flag Flying
Richard Jenkins (A Forma da Água)

Alternativas: Ben Mendehlson (O Destino de uma Nação) / Michael Shannon (A Forma da Água) / Jason Mitchell (Mudbound) / Christopher Plummer (Todo o Dinheiro do Mundo) / Armie Hammer (Me Chame pelo seu Nome)

ATRIZ COADJUVANTE

Allison Janney (I, Tonya)
Laurie Metcalf (Lady Bird)
Octavia Spencer (A Forma da Água)
Kristin Scott Thomas (O Destino de uma Nação)
Mary J. Blige (Mudbound)

Alternativas: Melissa Leo (Novitiate) / Tiffany Haddish (Girls Trip) / Lesley Manville (Trama Fantasma) / Holly Hunter (Doentes de Amor) / Carrie Fisher (Star Wars: Os Últimos Jedi)
Por Francisco Carbone, em 14/11/2017
Comente no Cineplayers (8)
Por Pedro, em 16/11/2017 | 23:57:31 h
como 10 minutos depois da sessão tu nem lembra mais o nome dos personagens, eu achava que Dunkirk já teria caído no esquecimento por agora.
Por Paulo Faria Esteves, em 16/11/2017 | 02:13:04 h
Opa, tô desatualizado; pensava que Dafoe ainda era o grande favorito a Ator Coadjuvante. De qualquer modo, acho bom Rockwell ter possibilidade de ganhar; ele já merecia mais atenção, acho...

E continuo na torcida por Corra! Nem gostei muito, mas ver um Terror indicado a Melhor Filme é bom para o género. Digo eu.
Por André Oliveira de Araujo Ferreira, em 15/11/2017 | 21:10:02 h
O Óscar é uma boa chance de fazer uma série de podcasts hein?! Rsrs
Por Francisco Carbone, em 15/11/2017 | 10:14:49 h
Olá Samuel!

O trabalho de Kate é muito bom em Roda Gigante, acredito que ela tenha chances sim. Mas a categoria de melhor atriz esse ano tá muito concorrida, as vagas são poucas para tantos trabalhos com sede de indicação.

Um abraço.
Por Francisco Carbone, em 15/11/2017 | 10:11:33 h
Oi Robin!

Bom, não creio que BR 2049 vá conseguir entrar nas principais; as técnicas parecem ser seu destino mesmo. Lembre-se que Villeneuve já deu as caras ano passado com A Chegada.
Quanto a categoria estrangeiro, hoje eu vejo a briga acontecendo entre 120 Batimentos por Minuto, Loveless e The Square, mas o primeiro teria a vantagem do tema. Minha aposta é nele.
Por Robin Kazan, em 14/11/2017 | 23:58:33 h
Queria saber também dos candidatos a melhor filme estrangeiro.

PS: será que o Brasil vai conseguir entrar desta vez...
Por Robin Kazan, em 14/11/2017 | 23:57:07 h
Senti falta do Denis Villeneuve e o Blade Runner 2049. É mais provável que o filme concorra mais nas categorias técnicas, mas ainda eu acredito que entre as categorias principais.
Por Samuel Otávio, em 14/11/2017 | 20:23:15 h
Ansiando muito pela Kate Winslet entre as indicadas a melhor atriz.
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