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Oscar 2018: Os pendurados

Categoria: Premiações
Por Francisco Carbone
Quem pode ficar de fora dessa edição?
A essa altura, faltando apenas uma semana para serem anunciadas as indicações ao Oscar 2018, já temos a base das indicações, sendo fácil prever um grupo bem grande de escolhidos por categoria. Já sabemos que dificilmente passaremos sem mães lutando por justiça, romances aquáticos, gritos de liberdade adolescentes, grandes reconstruções de guerras e provocações absurdamente irônicas contra o racismo. O sabor desses filmes está no ar, está nas premiações até agora, e o rumo deles está acertado em direção à noite de 4 de março.

A reflexão que deve ser feita, como todos os anos, é sobre as vagas que sobraram em cada categoria. Somente na principal temos a chances de aparecer até 10 indicados, enquanto em todas as outras somente 5 nomeações serão feitas - ou seja, um grupo grande ficará de fora da briga. A pergunta que precisa ser feita é: quem são os pendurados de cada categoria? Qual o grupo de filmes, diretores, atores, atrizes, roteiros e longas estrangeiros que estão, ainda nessa reta final, brigando pelo sonho dessa vaguinha aberta de última hora? Pra muitos, essa hora decisiva pode terminar em lágrimas; resta saber se de alegria ou tristeza.

Abaixo, faço um apanhado das categorias nobres do Oscar, e vejo quem está arriscado a pular fora do barco na última hora. Em anexo, assinalo uma grande injustiça de cada uma delas, algum profissional que injustamente não verá o dourado dos bonecos nem de longe, mas que merecia o lugar da maioria dos indicados. 

Vamos então à análise das categorias e dos 'pendurados' de 2018.


FILME

O Sindicato dos Diretores definiu algo que todos já sabiam. Ao indicar os nomes por trás de A Forma da Água, Três Anúncios para um Crime, Dunkirk, Corra! e LadyBird, transformou esses filmes em tacadas certeiras em melhor filme no Oscar; junto com Me Chame pelo seu Nome, esse sexteto está tranquilo para as indicações aqui. O ano foi conturbado, cheio de certezas não cumpridas e inesperados surgimentos, e o principal deles talvez seja Eu, Tonya, que só não teve seu diretor selecionado pelo sindicato, em compensação apareceu em todos os outros. O oposto da biografia em formato de documentário falso da patinadora Tonya Harding é o novo drama de Steven Spielberg, The Post, que era um candidato forte até para disputar uma vitória no início do mês passado e bizarramente só apareceu entre os diretores de arte, tornando-se uma dúvida. Pendurados como ele temos Projeto Florida, de onde se imaginava muito mais força, e Doentes de Amor, de onde não se imaginava nenhuma e teve um crescimento impressionante. O aparecimento de Trama Fantasma a essa altura do campeonato seria a maior das surpresas e tanto Mudbound quanto Mulher Maravilha têm mínima chance, que a resistência a filmes de streaming e de super heróis ainda parecem não ter conseguido subverter na Academia.

Injustiça: Bom Comportamento. Um dos melhores filmes de 2017 não teve chance com sua linguagem indie feérica e visual de neon estroboscopico. Como sempre, faltou ousadia.


DIREÇÃO

Como dito acima, o Sindicato dos Diretores foi no tiro certeiro ao indicar o que todos apostavam. A notícia boa para o quinteto formado por Guillermo Del Toro, Christopher Nolan, Greta Gerwig, Jordan Peele e Martin McDonagh: eles estão na hora certa e no lugar certo, os 5; seus filmes foram os mais comentados do ano e do momento, e a tarefa de cortá-los do Oscar parece impossível. A notícia ruim para o quinteto: nos últimos 40 anos, só em 77, 81, 2005 e 2009 os 5 indicados no Sindicato se repetiram no Oscar. O prognóstico ajuda quem ficou de fora, e ao mesmo tempo aponta que duas das quatro vezes foram nos últimos 12 anos, o que mostra que talvez isso seja mais propenso hoje em dia. Quem cairia dessa turma? Não faço a menor ideia, eles são muito fortes. Mas a verdade é que Spielberg, Luca Guadagnino e Craig Gillespie querem muito uma vaga. Outro dado: em 95 foi o último ano onde somente diretores que nunca tinham sido indicados como diretor estavam todos juntos na categoria, o que voltaria a acontecer esse ano com essa grupo favorito às vagas. Mais um motivo para Spielberg ficar ansioso pelo dia 23?

Injustiça: Sean Baker (Projeto Florida). Um dos mais impactantes trabalhos de direção do ano, num filme surpreendente e arrebatador.


ATOR

Temos um quarteto imbatível aqui, que inclui Gary Oldman, Timothee Chalamet e os Daniéis, Day-Lewis e Kaluuya, numa zona de conforto absurda que a corrida trouxe a eles. Esse quarteto seria um quinteto seguro até semana passada, quando James Franco teve a melhor e a pior semana de sua vida. Premiado no Globo de Ouro e no Critics Choice por Artista do Desastre em um intervalo de quatro dias, entre esses dois eventos algumas denúncias de assédio sexual surgiram contra o ator, acendendo mais uma discussão sobre os escândalos em Hollywood e deixando no ar: deu tempo de todos os votantes fugirem de indicar Franco? Minha aposta é que não, tendo em vista a elogiada e multi premiada atuação. Mas como alguns membros já declararam arrependimento de ter votado nele, a verdade é que a candidatura do astro está em crise. A seu favor tem o fato da categoria estar muito fraca, e dos seus rivais diretos serem dois astros em filmes que simplesmente não estão acontecendo, o Tom Hanks de The Post e o Denzel Washington de Roman J. Israel, Esq., que até foi indicado ao SAG e ao Globo de Ouro, mas cujo filme não foi assistido por ninguém a não ser a crítica, que o detestou.

Injustiça: Robert Pattinson (Bom Comportamento). A Academia e as premiações no geral vão continuar ignorando um dos melhores e mais surpreendentes jovens atores da atualidade, que entregou aqui a atuação mais brilhante de sua carreira.


ATRIZ

Assim como na categoria acima, tem um quarteto já garantido: Saoirse Ronan, Frances McDormand, Sally Hawkins e Margot Robbie. Assim como acima, a categoria estava fechada, mas The Post, como já mencionado antes, sumiu. O filme não aparece em lugar nenhum... mas sim, Meryl Streep não precisa de precursor nem precisa de base, porque ela tem voto garantido, como mostram as 20 indicações já recebidas. Mas ao contrário da categoria de ator, esse ano as atrizes estiveram em polvorosa, foram mais de 10 nomes com chances reais, que estavam em cima da vaga. E tem pelo menos três atrizes ainda de olho na categoria. Jessica Chastain em A Grande Jogada tem BAFTA e Globo de Ouro de indicações e chances em algumas categorias incluindo filme, Judi Dench em Victoria & Abdul tem SAG e Globo de Ouro de indicações além de uma bela bilheteria mundial, e nessa reta final temos também Diane Kruger em Em Pedaços, o filme que está correndo na categoria de estrangeiro pendurado na interpretação dessa vencedora de Cannes. Será que Meryl deixa passar essa reviravolta na carreira, de volta aos filmes relevantes?

Injustiça: Cynthia Nixon (Além das Palavras). Por onde andou a competição desse ano, que mesmo apertada como foi, não percebeu uma interpretação tão refinada e poderosa como essa, num filme tão importante como esse?


ATOR COADJUVANTE

A batalha está formada entre Willem Dafoe e Sam Rockwell, os dois nomes da categoria no ano. Praticamente só eles são certos, o resto está pendurado. Richard Jenkins é o que chega mais perto da vaga por conta também do seu filme estar gigante, A Forma da Água. As chances de Christopher Plummer estão maiores que nunca, com sua substituição já na prorrogação em Todo o Dinheiro do Mundo. A dupla de Me Chame pelo seu Nome tem chance igual, mas será que Armie Hammer e Michael Stuhlbarg não estão se anulando? Ao contrário deles, Woody Harrelson está no mesmo Três Anúncios para um Crime que Sam e suas chances estão em dia. Ou seja, poderíamos fechar uma categoria inteira só com os pendurados daqui.

Injustiça: Patrick Stewart (Logan). Às vezes a voz do povo é mesmo a voz de Deus - poucas coisas serão mais injustas esse ano que ver ignorada a despedida do Professor Xavier, num momento muito especial desse grande ator.


ATRIZ COADJUVANTE

Também aqui tem duelo, e é entre Laurie Metcalf e Alisson Janney, duas imensas atrizes no auge de suas carreiras. Mas a categoria parece ter fechado também com Octavia Spencer e Mary J. Blige, duas interpretações miúdas e poderosas; essas estão tranquilas. Mas quem fechará essa categoria? O nome mais certo parece ser o de Holly Hunter, que mesmo fazendo pouco, parece ter encantado em Doentes de Amor. Há quem prefira Lesley Manville, sempre desprezada e com novo belíssimo desempenho, em Trama Fantasma. Hong Chau é a única coisa apreciada em Pequena Grande Vida e também teve indicações. E ainda há a possibilidade do blockbuster Girls Trip aparecer através da sensacional interpretação de Tiffany Haddish. Boa sorte a todas.

Injustiça: Betty Gabriel (Corra!). Com tudo que aconteceu com o longa de Jordan Peele esse ano, incompreensível o esquecimento de uma interpretação tão arriscada no filme mais bem sucedido do ano. 


ROTEIRO ADAPTADO

Talvez tenha sido a categoria mais problemática do ano, onde praticamente o vencedor já está certo, Me Chame pelo seu Nome, por um misto de extrema qualidade e absoluta falta de competição. Ainda assim, parece que hoje Mudbound, A Grande Jogada e Artista do Desastre estão garantidos, porque apareceram em todos os lugares e ganharam prêmios. Fica a dúvida de quem vai completar a vaga, se um blockbuster (Extraordinário, Logan, Mulher Maravilha) ou um filme britânico esquecido (Victoria & Abdul, Film Stars don't Die in Liverpool). Todos esses são mais que pendurados, são filmes que estão quase implorando uma vaga aqui.

Injustiça: Z - A Cidade Perdida. Quando a Academia vai parar com o preconceito a James Gray? Em ano tão fraco para a categoria, fica parecendo perseguição a forma como continuam a ignorar esse que é um dos cineastas mais celebrados da atualidade.


ROTEIRO ORIGINAL

O oposto dos adaptados; a categoria de roteiro original está dominando o panteão dos melhores filmes desse ano, e é tanta opção que praticamente todos têm chances de aparecer. Mas se todos têm chance de indicação, isso talvez signifique que igualmente qualquer um pode acabar sendo esquecido. Por conta de análises do ano, das premiações e da importância dos títulos, podemos dizer que A Forma da Água, Corra!, LadyBird e Três Anúncios para um Crime estão garantidos... será? Minha última aposta seria Eu, Tonya, que muitos acreditam ser realmente original. Mas e onde entram Doentes de Amor e a história de amor real mostrada na tela? E o amor merecido que o grupo de roteiristas da Academia tem por Paul Thomas Anderson, não será suficiente para Trama Fantasma? Porque um filme tão especial como Projeto Florida tá quase esquecido? E The Post, dá pra considerar um filme de Spielberg realmente morto antes de estar? Muitas perguntas a serem respondidas dia 23.

Injustiça: A Ghost Story. Um dos mais bonitos, comoventes e experimentais filmes do ano, com um roteiro inacreditável, foi esquecido a corrida inteira, praticamente uma prova de que justiça não é necessariamente uma obrigação dos prêmios.


FILME ESTRANGEIRO

Dos 9 filmes da lista final, podemos dizer que todos eles têm chances de indicação, por conta disso estão todos também pendurados na vaga. Talvez seja o grupo mais forte que já se formou recentemente. Vejamos: Em Pedaços tem o Globo de Ouro, uma estrela como protagonista e o tema do momento; The Square tem a Palma de Ouro, é um filme de fácil identificação e fala de um assunto que está na boca de todos; Desamor é o filme emocional do pacote, com uma pegada de conflito familiar que remete a A Separação; Uma Mulher Fantástica é um filme amado pela crítica e tem o tema LGBTQ do seu lado; Corpo e Alma ganhou Berlim e é o único dos 9 dirigido por uma mulher; Foxtrot é o candidato de Israel, talvez o país que mais tenha sido indicado no novo milênio; O Insulto talvez seja o filme mais pop do grupo, com uma trama e uma pegada assimilada por qualquer um; Os Iniciados é o filme exótico do pacote, e nós temos visto a Academia abraçar pelo menos um filme assim na categoria por ano (Tanna, O Abraço da Serpente); Felicité é o filme que melhor coloca as questões de etnia e raça de maneira igualitária - alguém pensou em Corra! e Moonlight? Pois bem, se preparem para ver qualquer um desses 9 na lista final.

Injustiça: 120 Batimentos por Minuto. Por mais forte que a categoria esteja, a França sendo preterida criminosamente dois anos seguidos (ano passado foi Elle) não tem explicação, é o filme estrangeiro mais premiado nos EUA esse ano.

E vocês, já estão com as apostas feitas? Pra vocês quem são os pendurados que estão quase pulando fora ou dentro das indicações? 
Por Francisco Carbone, em 15/01/2018
Comente no Cineplayers (6)
Por Marllon Breno Lima , em 15/01/2018 | 22:16:53 h
"The Post" não apareceu só no sindicado de direção de arte. Apareceu no PGA e no ACE Eddies também. O post faz parecer que a situação do filme é pior do que realmente é. Todos os lançamentos "tardios" sofrem, de certa maneira, nos sindicatos, visto que são menos vistos. De qualquer forma, não vai ganhar nada mesmo que seja indicado.
Torcendo pra "Wonder Woman" pegar uma vaguinha em roteiro adaptado e pra Patrick Stewart surpreender em coadjuvante.
Por Augusto Barbosa, em 15/01/2018 | 22:01:28 h
Sobre Deakins: sem, novamente, ter a respectiva indicação a melhor filme, ele deve acabar de mãos abanando mais uma vez. Fotografia deve ir pra Shape of Water (tal qual Labirinto do Fauno ganhando o oscar sobre Children of Men, que tinha levado todos os prêmios anteriores).
Por Augusto Barbosa, em 15/01/2018 | 21:59:53 h
1. Chastain não foi indicada ao BAFTA, Annette Bening sim. Mas ela pode vir na onda de reconhecimento a Molly's Game, que também periga, por conta disso, aparecer na categoria principal. Michelle Williams também olhando de fora e diria que tem mais força do que Kruger.

2. Pelo fator netflix, jamais consideraria Mary J. Blige tranquila para a indicação. E esqueceste de Scott Thomas, que apareceu no BAFTA e pode muito bem dar uma de Laura Dern/Jacki Weaver e aparecer como coattail de Oldman.

3. Sean Baker pode ser o indie da vez, na mesma pegada de Abrahamson e Zheitlin.

4. Super concordo com relação a Betty Gabriel - desempenho brilhante num papel pequeno mas crucial para o filme. Allison Williams também merecia reconhecimento. Keener 'tá ótima (como todo o elenco, na verdade), e, pelo histórico, se rolar indicação surpresa a Get Out, deve ser ela.

5. Em ator coadjuvante, sempre bom manter um olho em Michael Shannon - lembram quando ele foi indicado por Revolutionary Road?
Por Prêmio BRAZINTERMA, em 15/01/2018 | 20:25:44 h
Blade Runner 2049 é o mais pendurado das premiações podendo ficar só nas categorias técnicas o que pelo menos pode dar Oscar dos finalmente para fotografo Roger Deakins. A obra Denis Villenueve merecia mais e pra mim já é um dos melhores filmes de 2017.
Por Igor Guimarães , em 15/01/2018 | 20:16:24 h
ah, acho que zama podia brigar. A Martel bombou nos festivais
Por Igor Guimarães , em 15/01/2018 | 20:13:58 h
artigo maneiro. acho que é por aí mesmo. a introdução tá muito engraçada.

Eu acho legal esse bafafá do oscar, mas tb acho que devemos expandir o debate, dar protagonismo a outras premiações.
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