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A Longa Caminhada de Billy Lynn

(Billy Lynn's Long Halftime Walk, 2016)
Por Alex Vieira Avaliação:               7.5
Este comentário é recomendado pela equipe Cineplayers.

Ang Lee está sempre atento aos novos avanços tecnológicos na arte de fazer filmes; é um cineasta que gosta de impressionar o público com experiências tecnicamente vistosas, diferentes e únicas. O caso não foi outro com "Billy Lynn's Long Halftime Walk", a obra mais recente e, possivelmente, mais experimental da sua carreira.

O destaque aqui vai pro facto que o filme foi todo filmado a 3D com renderização a 4K a 120 quadros por segundo. O resultado é evidentemente impressionante, mas não deixa de ser discutível se a narrativa de "Billy Lynn" necessitava, de facto, todo esse estilo, já que, surpreendentemente, a escala é pouca (certamente muito menor que a de "Life of Pi").

Mas há substância aqui, e sinceramente parece que o cineasta não está muito preocupado em pasmar a audiência com sequências espetaculares. Não. Ele quer contar a sua história; esta que é marcada por constantes analepses - narrativa central: o regresso dos Bravo, unidade de jovens soldados, que serão honrados durante o intervalo de um jogo de futebol americano; flashback 1: Billy Lynn (Joe Alwyn), soldado de 19 anos, de volta a casa, onde a sua irmã Kathryn (Kristen Stewart) tenta convencê-lo a não retornar ao campo de batalha; flashback 2: a guerra no Iraque, e o que de facto aconteceu nela.

No meio de tantas oscilações, Ang Lee apresenta-nos uma obra que não traz surpresas nem reviravoltas, mas que sabe comentar sobre a realidade do Iraque na perspetiva americana e que encontra no seu curioso elenco, e nos seus desempenhos realistas, o seu verdadeiro ponto forte: Joe Alwyn é uma estrondosa revelação - um ator completo e extremamente talentoso (o seu sotaque americano convence qualquer um); Garrett Hedlund é fenomenal como o sargento Gime; já está mais que comprovado que Kristen Stewart está longe de ser uma má atriz; e, agora, os nomes mais inesperados - Vin Diesel e Steve Martin (sim, Steve Martin está de volta!) empregam uma personalidade forte às suas figuras (Chris Tucker, infelizmente, veste um personagem problemático e irrelevante; o ator só está lá porque, bem, é adequado para o tipo de papel).

Enfim, são interpretações sem excessos dramáticos. A obra, aliás, nunca cai no melodrama, ou numa abordagem manipulativa. Existe uma humanidade um tanto "seca" nos personagens.

Acho que por causa disso, e por si só, "Billy Lynn's Long Halftime Walk" já merece algum reconhecimento.

Por Alex Vieira, em 12/04/2017 Avaliação:               7.5
Notas - Equipe
• Rafael W. Oliveira 8.0
•  Média 8.0
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