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Amores Imaginários

(Les Amours Imaginaires, 2010)
Por Cleber Eldridge Avaliação:             6.0
Este comentário é recomendado pela equipe Cineplayers.

Para começar minha longa caminhada por filmes menores, vou viajar para 2010 e os filmes deixados de lado do inicio da década, só que, não vou iniciar com um filme menor, alias, atualmente o diretor é um daqueles que causam tumulto por onde passa, senhor Xavier Dolan e seu AMORES IMAGINÁRIOS (Les Amours Imaginaires, 2010) - de acordo com algumas pesquisas que fiz, o filme foi furiosamente atacado por parte da crítica quando passou por aqui no Brasil (Festival do Rio) alguma ideia do porque?

Francis e Marie são amigos inseparáveis. Suas vidas mudam quando conhecem Nicolas, um charmoso rapaz do interior que acaba de se mudar para Montreal. Um encontro se sucede ao outro e os três logo se tornam um grupo inseparável. Mas Francis e Marie, ambos apaixonados por Nicolas, desenvolvem fantasias obsessivas em torno de seu objeto de desejo comum. À medida que atravessam as típicas fases da paixão, embarcam numa verdadeira disputa pela atenção do rapaz, comprometendo sua antiga amizade.

O segundo filme do menino prodigio do cinema lhe proporcionou algum trabalho afinal de contas, Xavier escreveu, produziu, dirigiu, editou, atuou, fez a direção de arte e o estilo - esse que não temos do que reclamar, na moral, para quem gosta de filmes cheios de estilo, adora músicas cafonas da década de 60, roupas chiques saídas de brechós caros e uma saravaida de citações do cinema relativamente fáceis de seguir, esse filme é o ideal, é aquele tipico filme que é pauta de conversa de cinéfilo que se acha culto até a última, bobagens de lado, continuemos.

Para quem acha que falta densidade no enredo fajuto de Dolan, pense por um outro lado, o excesso de estilo do filme é justamente essa densidade, o diretor vai justamente por uma outra mão, ele não quer se aprofundar em seus personagens futeis, ele quer é saber o que passa na cabeça oca de dois amigos, Marie e Francis, quando se apaixonam pelo mesmo rapaz, Nicolas (não tinha nenhum ator mais lindo, não Dolan?), a disputa, só com olhares e pequenos gestos. Dolan foca é na fantasia desses dois avoados quando se deparam com a paixão, mesmo que o objeto do desejo não tenha a menor ideia do que está se passando

Sabemos é claro que, esse é um filme frágil, talvez o mais frágil de 2010, por um simples motivo, a forma como as pessoas o assistem, Dolan mostra o futil aqui, qualquer olhar detrator vai acabar com "a graça" do filme, essa não é uma obra de arte, esse não é um filme de autor europeu, é um obra simples com algum excesso estilistico e que precisa ser assistido independente de suas falhas ou influências externas.

Por Cleber Eldridge, em 18/03/2017 Avaliação:             6.0
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