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Os Incríveis 2

(Incredibles 2, 2018)
Por Paulo Faria Esteves Avaliação:                 8.0
Este comentário é recomendado pela equipe Cineplayers.

Este comentário revela detalhes da história do filme.

Apesar de eu poder encher uma lista de problemas que eu tive com Os Incríveis 2, este acaba por ser mais uma sequência da Pixar que eu aprovo.

Como muitos (ou todos os) seres humanos no mundo, creio que sou ao mesmo tempo uma pessoa simples e complexa: se por um lado psicólogos e sociólogos me podem ler como um livro, é bem possível que o número de contradições e dualidade de critérios das minhas opiniões dessem para confundir um computador. Ou talvez não...enfim, isto para dizer que creio que posso sem grande margem de erro dizer que sou uma pessoa mais cínica do que já fui. Não me vou alongar em relação aos motivos (talvez noutra ocasião, hehe), mas isto para dizer que eu não esperava muito desta sequência a um dos meus filmes favoritos da Pixar. Mas também não esperava pouco, pode dizer-se...imagino que esperava um pouco do que esperava de Universidade Monstros. Ou seja: que a sequência mantivesse mais ou menos o nível do original, sem superar muito nem desiludir muito. E a primeira parte deste filme meio que ameaçou a desilusão. Mas a segunda parte equilibrou o prato da balança para o outro lado, pelo que acabei a pensar que o segundo filme manteve mais ou menos o nível do original. O que já é bom, acho.

Vamos às razões pelas quais a primeira parte, a meu ver, ameaçou a desilusão. Ora, eu até que gostei do começo, até por terem cumprido a promessa de terem trazido de volta a família Incrível (ou Pêra, se preferirem) logo na batalha contra a toupeira má que se apresentou no último filme. Porém...bem, a partir do início da batalha, começaram a aparecer coisas que me incomodaram. Acima de tudo, as dúvidas de Helena. Ou seja: quando os nossos heróis se estavam a dirigir ao vilão, Helena teve aquelas falas em que expressou hesitação em ir combater a toupeira. O problema é que, se isto é realmente Os Incríveis 2, então a personalidade de Helena é basicamente a mesma que era no final do filme anterior. Ora, nesse final, quando a toupeira apareceu, Helena não só colocou logo a máscara como olhou para Beto com um olhar confiante, que parecia dizer "Vamos dar uma lição a esta toupeira! Bora lá!". E embora eu perceba que a família Incrível tem de zelar pela sua paz, foi muito estranho ver Helena com essa confiança toda para depois mudar o seu, digamos, discurso para "Ah, espera aí, se calhar não devíamos...achas que é seguro?". Pura e simplesmente, a mudança pareceu-me forçada. E por falar em forçada... houve também toda aquela subtrama com Tony, o interesse amoroso de Violeta. Além de não ter a força das restantes subtramas, ela pareceu-me desnecessária desde o início. Eu compreendo que o agente fosse apagar as memórias de Tony, depois do que este viu, para proteger os heróis. Mas isso obrigava Tony a esquecer Violeta de forma tão drástica? Hem? Eles não conseguem eliminar só a memória que Tony tem de Violeta durante o episódio da toupeira, sobretudo tendo em conta que foi há pouco tempo? Será possível que seja mais fácil fazer Tony esquecer uma pessoa que ele já conhece - pelo menos de vista! - há vários meses/anos do que fazê-lo esquecer o dia de ontem (ou anteontem)? Que estranho...

Ora bem...entretanto, o filme dividiu-se de forma relativamente clara entre a missão de Helena e as aventuras caseiras de Beto e a família. Pessoalmente, o primeiro enredo interessou-me mais que o segundo. O segundo, parece-me, apostou mais na velha situação cómica do pai que não sabe cuidar da família e por isso só faz trapalhada. Um clássico da comédia, mas aqui não particularmente bem feito. Zézé acabou por ser quem me fez rir mais, pois embora um bebé seja também uma forma fácil de fazer comédia, acho que a executou bem. As suas reações a situações adversas com risos e coisas parecidas fizeram-me rir um bom bocado. Mas realmente foi no enredo de Helena que senti mais emoção e interesse. A cena do trem a andar para trás teve bons momentos, sobretudo a forma como tanto Helena como o espetador viram o condutor do trem com aquele olhar vazio ainda antes do veículo parar, daí tanto o espetador como Helena ficarem em suspense para deslindar aquele mistério. Que, com efeito, foi resolvido minutos depois. De uma forma nada má. Mas mesmo assim essa cena ainda ficou aquém do nível das cenas de ação a que Os Incríveis nos habituou.

Por falar nas cenas de ação...creio que a primeira e a segunda parte do filme se dividem mais ou menos através da cena em que Helena captura o suposto ScreenSlaver. Essa cena, eu senti como a segunda cena de ação consecutiva que apelou um pouco demais à suspensão de descrença. O que quer dizer que também não as achei particularmente boas. Mas lá tiveram o seu lugar...e adorei a máscara do suposto ScreenSlaver. Foi engraçado conhecer também os outros heróis, cada um com o seu poder. Mas aí veio a reviravolta no enredo que, digo eu, trouxe um novo fôlego ao filme. Eu já desconfiava que ia haver uma reviravolta por causa de uns zunzuns que tinha ouvido acerca do filme antes de eu o ver...e também porque me pareceu suspeito o excesso de elogios que o vilão do filme (ou antes, a vilã) fazia a Helena. À parte disso, posso dizer que o facto de os óculos especiais servirem para controlar quem os colocasse funcionou bastante a favor do filme em termos visuais. Aqueles óculos são escuros, remetem para imagens perturbadoras e, a meu ver, contribuem bastante para aquilo a que se pode chamar a despersonalização das personagens que usam os óculos. Ou seja...em artes como o teatro ou o cinema, não é exatamente novidade utilizar adereços que cubram a cara ou os olhos para tentar, digamos, "desumanizar" a personagem. É de facto uma escolha bastante eficiente, que dá a ver uma figura que parece um humano mas que vem desprovida do lado humano devido à falta de olhos - que são as janelas da alma, já diziam os japoneses - ou à falta de uma cara. Elementos tão importantes para a interação humana. E muito graças a isto, a cena em que Helena ficou com os óculos pela primeira vez foi impactante e deixou aquele desconforto que é ver uma personalidade tão forte como é a de Helena desaparecer de um momento para o outro perante as garras da tecnologia usada para o mal. Bela forma de deixar o espetador pouco à vontade.

Mas a força que a reviravolta causada pelos óculos hipnotizantes deu ao filme foi mais longe que só isso. É que os óculos hipnotizadores também permitiram aos novos heróis (leia-se: a Voyd e a sua turma) serem controlados e, portanto, irem à nova casa dos Pêra tentar apanhar...bem, quem conseguissem, acho. Pareceu-me esse o plano, embora o roteiro não o tenha delineado particularmente bem. Mas enfim; a ida desses heróis à casa dos Pêra resultou numa das melhores cenas do filme e uma das que mais me vez vibrar. Pura e simplesmente, colocar cerca de 5 heróis a lutar contra 3 heróis (3 e meio, se contarmos com Zézé, haha!) e cada um com os seus poderes e o que eles permitem é uma coisa que vai dar quase sempre certo! É divertido demais ver a forma como cada personagem usa os seus poderes de forma engenhosa. E a forma como um poder combate o outro. E como vários poderes conseguem ser usados como ataque ou defesa. Diverti-me pacas e ainda tive vontade de soltar um "oh, yeah!" ou algo parecido naquilo que foi para mim o momento com mais qualidade na direção de todo o filme: o momento em que Flecha corre para as escadas e volta a correr para as escadas e volta...hem? Ah, pois, é o poder da Voyd! A forma impressionante como ela consegue controlar o espaço onde os outros se encontram! Só que nós, espetadores, vimos o uso desse poder através da perspetiva do próprio Flecha! Porque a "câmara" acompanhou a trajetória de Flecha quase ao nível dos olhos do herói júnior e, como tal, o espetador sentiu-se tão confuso como o próprio Flecha ao perceber que estava a correr mas voltava sempre ao mesmo sítio! Boa maneira de nos colocar na perspetiva da personagem!

Já que falei na Voyd...gostava de dedicar uma parte do meu modesto texto a ela. De longe a personagem secundária da qual mais gostei nesta sequência, Voyd tinha de longe o superpoder mais interessante e o que deu origem a mais cenas de grande emoção. Aliás, como dei a entender, foi o poder dela que permitiu a cena em que a direção mais deu um ar da sua graça, a tal de Flecha a correr para as escadas. Gostei de a conhecer e gostei imenso da forma como usou o seu poder durante as batalhas - a luta com Violeta foi muito interessante.
Porém...ao mesmo tempo, Voyd acabou por ser para mim um foco de problemas. Antes de mais nada, o poder dela ficou um pouco mal explicado, se me perguntarem. Talvez isso não se tivesse notado tanto se não existisse a cena em que Voyd mostra o seu poder à Mulher Elástica com uma caneca, mas não sei. A questão é: o poder dela tem a ver com dimensões ou é basicamente abrir um teletransporte? Se bem me lembro, o filme diz que é qualquer coisa com dimensões, abrir portais para outras dimensões ou interagir com outras dimensões. Ok, até faz sentido se considerarmos a cena da caneca. É a cena em que Voyd mostra o seu poder pela primeira vez e, como a caneca permanece intacta, dir-se-ia realmente que interage com outras dimensões. Só que...ao longo do filme, Voyd usa praticamente sempre o seu superpoder como um teletransporte. Só isso, e mais nada; faz pessoas ou coisas chegar a um espaço diferente daquele em que estiveram anteriormente. Então o que se passa? Será que Voyd consegue tanto fazer teletransporte como abrir outras dimensões? É que se consegue, isso devia ter sido explicado (acho eu). Ou será que o poder dela é mais só teletransportar? É que se é, não se percebe o que aconteceu na cena da caneca. Quer dizer, ela atira a caneca e abre um "buraco" para ela não cair ao chão e se partir. Ok. Abre outro buraco e a caneca volta, ainda em velocidade de queda. Então, supostamente, a caneca continuou a cair no outro lugar. Mas aí é que está: que lugar é esse? Para onde raio levou Voyd a caneca para ela poder cair durante uns segundos sem se partir? Para um lugar muito alto, como a estratosfera? Não me parece, até porque acho que ela não levou a caneca para fora da sala onde todos estão. Mas então quê, ela estava a transportar rapidamente a caneca de uma parte da sala para outra? Aquela sala baixinha? Arriscando-se a partir a caneca se tivesse uma pequena falha de cálculo ou de pontaria? Hum, não sei...parece um bocadinho estranho. Até porque, a ser assim, esperaria ver um pouco a caneca nessas outras zonas, nem que fosse só um bocadinho rápido.

Seja como for, essa falta de definição do poder de Voyd nem é assim tão importante. Mas eu vi-a também como um foco de problemas por várias razões. A outra maior razão pela qual ela para mim trouxe problemas ao filme é que o superpoder dela me pareceu um pouco OP (para quem não percebeu: OP é uma maneira relativamente atual de dizer "overpowered"). Tanto um vilão como um herói com aquele poder, acho eu, teria muita facilidade em conseguir quase tudo o que pretende. Quer dizer, mesmo que o teletransporte não dê para fazer tudo, dá uma vantagem tal sobre os inimigos que me parece forçado que Voyd consiga perder conflitos mesmo usando o seu poder. Perde o conflito com Violeta, perde (mais ou menos) o conflito para raptar Gelado, Violeta e Flecha...que estranho. É que a luta com Violeta mostra bastante bem como é OP o poder de Voyd. E como demonstrado nessa luta, Voyd pode usar o seu poder para deixar o seu inimigo desorientado a toda a hora. Mais: com o poder de teletransporte, não seria rebuscado Voyd aproveitar esse poder para apanhar os inimigos pelas costas. Não é por acaso que se diz que não se deve virar as costas a um inimigo, e Voyd tem oportunidades mil para apanhar o inimigo desprevenido! Poder aparecer a qualquer momento fora do campo de visão do inimigo é ouro para quem quer ganhar lutas! Ouro! E Voyd consegue perder mesmo assim! Tudo bem que ela pode não ser grande inteligência, mas...bem, achei meio forçado.

À parte disso, o filme foi avançando, com parte mais ou menos inspiradas; foi bom rever a excêntrica Edna Moda. Entretanto, fiquei um pouco confuso com a cena em que Helena coloca os óculos hipnotizadores em Beto; depois de lutar um pouco com ele, recorreu ao beijo para lhe baixar a guarda e colocar os óculos. Ok, mas se era assim tão fácil, para quê perder tempo a lutar? Porque não ir logo para o beijo? Ela, ao lutar, não corria o risco de perder? E mesmo que não perdesse, podia magoar-se…sei lá, mas consigo imaginar 3 formas de Helena colocar os óculos em Beto sem ser preciso arriscar uma luta. Mas enfim...o filme seguiu para aquilo que aparentava ser o seu grande clímax. Dava essa sensação também devido à questão de o restante se ir passar a bordo de um grande e épico iate que prenunciava um épico conflito. E assim foi. Adorei praticamente tudo o que ocorreu quando o conflito se libertou no iate, sobretudo com a colaboração de Zézé. Achei interessante demais ver os diferentes tipos de heróis - e poderes! - a interagir mais uma vez, só que desta vez em maior escala. Ah, e Zézé ainda me fez rir um bom bocado, pois graças a ele uma cena que devia ser bem séria teve um toque cómico bem apanhado. Refiro-me àquele momento em que aquele herói parecido com uma coruja raptou Flecha (ou outro) e Violeta recorreu aos lasers de Zézé para atingir a coruja no ar...usando os tais sons "Piu-piu!" para disparar! Um som que parece tão inapropriado numa batalha séria que tem graça!

Todo o momento de tentar parar o iate para este não colidir com a cidade também teve bastante força, fazendo-me vibrar com a ação. Embora com algumas reservas...será que Voyd não conseguia usar o seu teletransporte para fazer o barco recuar uns kilómetros, de forma a deixar os heróis com mais tempo para pensar e executar o seu plano? E como foi possível aquela explosão no jato de Evelyn, se o local estava com pouco oxigénio? Quer dizer, disparar um foguete de sinalização num ambiente como pouco oxigénio não parece ter possibilidade de causar grande explosão, acho...enfim, não sei. Seja como for, estas duas cenas finais de ação entusiasmaram-me como poucas, o que me fez sentir que o belo clímax fazia jus ao filme anterior. E, no fim de contas, foi essa a minha sensação geral em relação a Os Incríveis 2: um filme que faz jus ao seu antecessor. Nomeadamente na emoção que transmitiu. E isso é ótimo, porque o antecessor é dos meus favoritos da Pixar.

Neste comentário, a descrição de alguns problemas que tive com este filme foi talvez mais extensa que a descrição de algumas qualidades. Mas isso não me parece ter significância por aí além, até porque acho que isso já é um padrão nos meus comentários. Portanto, por muito que eu possa encher muitas linhas com os problemas de Os Incríveis 2, é realmente uma sequência da Pixar que recebe o meu carimbo de aprovação.

Por Paulo Faria Esteves, em 26/08/2018 Avaliação:                 8.0
Notas - Equipe
• Rodrigo Cunha 7.0
• Régis Trigo 6.5
• Heitor Romero 8.0
• Marcelo Leme 7.0
• Felipe Leal 6.0
•  Média 6.9
Notas - Usuários
7.7/10 (99 votos)
Minha nota:
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