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CRÍTICA

Velozes e Furiosos 8

(The Fate of the Furious, 2017)
Por Heitor Romero Avaliação:             6.5
Family business.
imagem de Velozes e Furiosos 8
O resultado de uma franquia de cinema que chega a seu oitavo episódio mantendo boa parte do elenco original e ainda por cima quebrando recordes de bilheteria só pode ser explicado, de maneira muito simplista, de uma única forma: afeto. Já são dezesseis anos que Velozes e Furiosos sem mantém sempre no auge, não só porque seu público-alvo é dos mais fiéis do cinema pipoca, mas principalmente porque esse mesmo público acompanha esses personagens há mais de uma década em sua vida, quase que anualmente. Em proporções maiores, é como ocorreu com a trilogia Toy Story, da Pixar, que teve um terceiro filme aclamadíssimo mais por conta do fato de significar o fim de uma era para toda uma geração que acompanhou aqueles personagens desde a infância do que por seus méritos individuais. 

Outra palavra que poderia definir isso é, apesar de um aparente exagero, família. Velozes e Furiosos 8 (The Fate of the Furious, 2017), em cartaz desde o último fim de semana, tem o sucesso que somente um apelo familiar poderia justificar. Deixou de ser uma questão apenas de acompanhar Vin Diesel fazendo malabarismos cada vez mais impossíveis e entorpecentes atrás de um volante e depois voltar para casa após o fim da sessão. Agora existe um vínculo, um laço entre franquia e público que poucas vezes foi sedimentada no cinema. De tão íntima a natureza dessa relação, que a trágica e irônica morte de Paul Walker, um dos astros da série, em um acidente de carro, atingiu todos a um nível muito mais pessoal do que o costumeiro em casos de celebridades mortas. Foi como perder um membro da família e o episódio 7 da saga foi quase uma manifestação de luto dividida entre os dois lados da tela, tanto que muitos se perguntaram como (e se) essa história continuaria sem o seu protagonista. 

Velozes e Furiosos 8, mais do que um filme de ação com a marca e o mesmo nível de qualidade da franquia, tem um tom pessoal de prestação de contas. É a mesma correria lotada de explosões e piruetas de sempre, mas fundamentada nessa relação família entre personagens e público, ou um pedido de aprovação para seguir em frente mesmo diante da ausência de Walker, num respeitoso processo de superação, mas não de esquecimento. A julgar por seu estrondoso sucesso, podemos dizer que a família está mais sólida do que nunca e pronta pra continuar num sem-número de futuros filmes já planejados (Dinossauros? Corridas interestelares? Quem sabe?). 

Não à toa, o plot ou desculpa para cair na estrada gira em torno de família, de traições, de feridas em aberto. Um dos motivos para a franquia se manter sempre popular está em seu crescente grau de exagero e absurdo a cada novo filme, e já que estamos no oitavo, esse nível já extrapola qualquer tipo de lógica ou leis de meros mortais. Charlize Theron é nome oscarizado de peso e fruto do luxo que agora lhes é permitido, atuando como a vilã gélida que movimenta a trama, enquanto a igualmente premiada e conceituada Helen Mirren também soma ao time de estrelas que o filme ostenta poder comportar. 

A ambição de expandir também envolve um roteiro que alcança sem medo temas como espionagem, agentes secretos, vilões russos, terrorismo, ameaças nucleares - e capaz de deixar James Bond orgulhoso. A espinha dorsal permanece na necessidade da velocidade, na iminência da fuga, na simbólica figura do carro possante como representação de poder e juventude, porém seu entorno se mostra cada vez mais diversificado e sempre assimilando tendências do cinema comercial. Claro que isso resulta em boas ideias na mesma medida que se acumula em uma tremenda bagunça, mas esse é o menor dos problemas diante desse filme nascido do exagero, do absurdo, do descompromisso e amadurecido por sua auto consciência. A tática é ir literalmente atirando para todos os lados, acertando alguns, errando outros, mas sempre se certificando de que do nosso lado da tela há uma família disposta a aturar qualquer deslize pelo bem de sua continuidade.

Por Heitor Romero, em 18/04/2017
Avaliação:             6.5
Notas - Equipe
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• Heitor Romero 6.5
• Rafael W. Oliveira 8.0
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Por Alexandre Marcello de Figueiredo, em 11/06/2017 | 12:38:00 h
É apenas puro cinema comercial, nada mais.
Por Luís F. Beloto Cabral, em 28/04/2017 | 00:31:16 h
Queridinho, deixa eu te dizer uma coisa:
Eu conheço o autor dessa crítica e posso te dizer que é uma pessoa com um repertório incrível e um conhecimento muito grande sobre o que ele tá falando. O Heitor já viu muito mais filmes do que nós dois juntos e certamente também já leu muita coisa a respeito. Você tem todo o direito de não concordar com o argumento dele, mas um pouquinho de respeito cai bem, sabe? Você é uma coisa que aconteceu nesses últimos tempos, mas o Heitor tá aí já faz muitos carnavais e é quase um consenso que ele no mínimo sabe construir muito bem o argumento dele, indo além do raso. Não só a sua arrogância, mas o seu deboche chegam ao nível do ridículo e do insuportável. Um pouco de humildade e principalmente um pouco de respeito nunca são demais. Eu mesmo não simpatizo com alguns editores desse site e nem por isso vou dizer que eles são boçais que não entendem de cinema. O que você faz é grosseria e não um diálogo adulto.
Por Francisco Bandeira, em 27/04/2017 | 19:12:56 h
"Quero enfiar ela no orifício cagador do Davi"

Qual deles?
Por André da Cunha Sampaio, em 27/04/2017 | 17:24:16 h
Kkkkkk, autor da comentário imbecil, se você adora pagar de cinefilozão, mas não consegue entender os diversos tipos de opinião e pontos de vistas sobre um mesmo filme e afins, não precisa criticar Velozes e Furiosos que é uma obra de arte e jogou a verdade na sua cara.
Por Bernardo D.I. Brum, em 27/04/2017 | 17:19:33 h
Davi tentando pagar de elitista com essas aspinhas é hilário hahahaha
Por Pedro H. S. Lubschinski, em 27/04/2017 | 17:15:37 h
A minha não rasga não. Quero enfiar ela no orifício cagador do Davi
Por Marlon Tolksdorf, em 27/04/2017 | 17:13:43 h
beleza, cancela nossa carteirinha de cinéfilo
Por Davi de Almeida Rezende, em 25/04/2017 | 21:08:44 h
Triste ler essas coisas de "cinéfilos".
Por Polastri, em 25/04/2017 | 18:55:38 h
Até porque o filme nem é ruim. E nos momentos ruins é tão over the top que é engraçado.

Pelo que li essa semana só planejam fazer mais dois filmes e encerrar a história. Confesso que vou ficar muito puto se eles não forem para o espaço.

E falando nisso ainda tô esperando o "Machete Kills in Space".
Por Victor Ramos, em 25/04/2017 | 16:12:36 h
Gostando ou não, o Cineplayers é um portal popular de cinema, o que deve levar em consideração a abordagem de lançamentos, clássicos conhecidos, sucessos de bilheteria etc. Logicamente que também damos atenção a coisas mais obscuras, mas não devemos trabalhar apenas com isso. Não vejo motivos para desconsiderar uma crítica a um filme do tipo.
Por Davi de Almeida Rezende, em 25/04/2017 | 16:06:47 h
Mas provavelmente devem ser as críticas com maiores acessos.
Por Igor Guimarães , em 25/04/2017 | 16:01:15 h
eu, sinceramente, acho que nem deveria haver crítica a esse tipo de filme.
Por Marcos Freitas, em 22/04/2017 | 12:01:54 h
O filme na medida do possível cumpriu o que prometeu, mas também apresenta sim problemas evidentes, com alguns momentos constrangedores e começa a mostrar sinais de cansaço... mas é divertido, tem boas cenas de ação, o bom clima familiar permanece, e tem boas homenagens... Nota: 6,5
Por Davi de Almeida Rezende, em 21/04/2017 | 14:18:16 h
"Crítica" dando 6,5 - ainda relativizou colocando um meio, parece até que passou a noite refletindo profundamente sobre o filme -, outro editor dando 8!!!
Para um filme cujo título é Velozes e Furiosos 8, isso mesmo, 8!!!!!!!!!!!!!!!

O mundo está PERDIDO!
Por Matheus Vinicius Rosar, em 18/04/2017 | 15:00:07 h
O único deslize dessa boa crítica foi dizer que Toy Story 3 foi aclamado mais pela nostalgia do que por méritos próprios. Sim, a nostalgia foi importante, mas o maravilhoso roteiro teria sido igualmente brilhante se fosse com personagens inéditos.
Sobre Velozes e Furiosos, melhorou a partir do 4º filme, quando virou blockbuster. Se tivesse seguido a linha Need For Speed dos anteriores já teria acabado.
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 FICHA DO FILME

 Velozes e Furiosos 8
(The Fate of the Furious, 2017)
• Direção:
- F. Gary Gray
• Elenco Principal:
- Charlize Theron
- Dwayne Johnson
- Scott Eastwood
• Sinopse: Quando uma misteriosa mulher seduz Dom para o mundo do crime e uma traição daqueles mais próximos a ele, o time enfrenta situações que os testarão como nunca antes.
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