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OPINIÕES
Mãe!
(Mother!, 2017)

6.9
(252 votos)


Editores (7)

29/01/2018
"A espiral de loucura de Aronofsky. Talvez ele tenha passado um pouco do ponto aqui."

Alexandre Koball

6.0

25/09/2017
"O caos narrativo do Aronofsky ainda é tolerável, e aqui ele abraça o delírio com gosto e num ritmo de cena até envolvente. Mas como não era Polanski em Cisne, nesse ele também não é Buñuel - ou seja, traz pra roda um bilhão de simbolismos e ferra tudo. "

Daniel Dalpizzolo

5.0

30/10/2017
"2 filmes em 1: a primeira metade é tensa, ousada, e bem filmada (lembra o Aronofasky de "Réquiem para um Sonho"; a segunda é a porra-louquice pura, e com um pé no mau gosto (lembra o diretor de "Fonte da Vida"). Mesmo com os excessos, o saldo é positivo."

Régis Trigo

6.5

26/09/2017
"Talvez a ambição de Aronofsky seja maior que o alcance, talvez o filme seja um embuste, mas é inegável a capacidade que ele tem de provocar, embasbacar e propor reflexão. Faz alguns dias que vi 'mãe!' e sigo pensando nas camadas do filme. Isso é raro."

Silvio Pilau

7.5

18/09/2017
"O filme mais autoindulgente de 2017. Esvazia tanto sua dramaturgia com metáforas pretensamente reflexivas e inócuas que torna-se redundante. Vá assistir "Repulsa ao Sexo" ou "A Noite dos Mortos-Vivos" que você ganha mais. "

Bernardo D.I. Brum

4.5

12/10/2017
"A tragicomédia de Aronofsky. Mais do que seus simbolismos (que sim, são de certa forma banais), o que há de realmente inexplicável está na intensidade de suas sensações, emoções, na liberdade caricatural de um apocalipse descontrolado e delicioso. Filmão."

Rafael W. Oliveira

10.0

02/10/2017
"Não ensinaram Aronofsky que o simbolismo e seu referente não bastam para fazer cinema. Tão rico de significados quis ser, tornou o filme uma sucessão de ligações religiosas ora abjeta, ora exaustiva. Lawrence se resume à respiração ofegante e gritos."

Felipe Leal

4.5
Usuários (47)

31/05/2018
"A impressão final é realmente de que Aronosfsky continua um autor pueril, ele avança nas capacidades de artesão, aqui faz um trabalho notável de encenação e construção atmosférica, mas sempre amarra tudo da maneira mais besta possível."

Caio Santos

7.5

13/06/2018
"Alegoria interessante e perturbadora."

Alejandro Javier

9.0

25/04/2018
"Não sei dizer o que foi que me chamou mais atenção: o desenvolvimento da incomoda desconstrução do cenário em prol dum violento despertar da protagonista ou a própria cerne da obra, uma mãe jogada aos lobos. Cinema difícil."

Gabriel Fagundes

8.0

06/03/2018
"Aronofsky é sem dúvidas um dos cineastas mais ambiciosos. Entretanto, parece que não alcançou o esperado aqui. Ainda assim, acima da média, e que foi bem mal compreendido, talvez por falta de vontade mesmo."

Guilherme Medeiros

7.0

03/03/2018
"@Infelizmente flopou porque não entenderam o conceito"

Victor Tanaka

8.0

07/02/2018
"Difícil acreditar que o cara de The Wrestler consegue estar por trás disso."

Douglas Rodrigues de Oliveira

4.0

29/01/2018
"De difícil digestão, Aronofsky cria uma fábula hermética bíblica. A seu favor uma sequencia no terceiro ato que beira o extraordinário, porém finalizada de maneira grotesca. Não deixa de ser arte, mas muitas escolhas aqui parecem equivocadas."

Marques Chery M.K

6.0

16/05/2018
"Sem dúvidas, divide opiniões. Seja pela excesso de presunção do diretor, seja por simbolismos que fazem você quebrar a cabeça o tempo todo, o fato é que Mãe! definitivamente não é um filme que deixa os seus expectadores inertes perante a ele."

Vinícius de Castro

7.0

17/01/2018
"É inquietante! Aronofsky cria aqui uma das obras mais perturbadoras e reflexivas do ano. Carregado de camadas, simbolismos e metáforas, "mãe!" martelará a cabeça de muitos durante dias após sua exibição (por bem ou por mal). J-Law rules!"

Lucas Abreu

8.0

16/01/2018
"Em outros tempos alguém lembrou aos cineastas europeus que, na América, quando alguém queria mandar uma mensagem, usava a Western Union ou similar. Bem, Aronofsky manda a sua por filme mesmo: é escura e de matar de tédio."

Edward Jagger DeLarge

3.0

15/01/2018
"Tô dando essa nota apenas devido às cenas de mais ação, de socos, lutas e etc... pois de resto, estou cansado desses filmes onde tudo tem um duplo sentido e temos que ficar queimando a cuca tentando descobrir o que quiseram dizer e etc ':( CANSADO."

Anderson Plácido de Brito

5.5

11/01/2018
"Perturbador e extremamente sensível."

Daniel Borges

8.0

07/01/2018
"é inegavelmente impactante. Mas cinema não é impacto, ou só impacto ou talvez seja só isso que Mãe! quer."

Igor Guimarães

6.0

19/01/2018
"Egotrip de Aronofsky.Que não faz meu tipo."

Araquem da Rocha

2.0

03/01/2018
"Toda a porralhada metafórica do filme é, no mínimo, divertida, sendo o abuso da figura feminina a mais interessante. Arrenofsky apresenta um bom uso de tensão e ritmo na câmera, mas seu texto é demasiado raso e expositivo."

Paulo Matheus

6.0

02/01/2018
"https://www.youtube.com/watch?v=IfpPCM60Z5Q"

Luis Felipe

2.0

24/12/2017
"O filme progredir através de símbolos é uma decisão muito ousada, e por isso até consigo entender quem acabou não gostando do filme. Ainda assim, o filme não deixa de ser emocionante e visceral. Adorei!"

Caio Tavares Veras

9.0

13/12/2017
"Começa interessante, a menina e nós com ela completamente perdidos, sem saber de nada, tentando entender. Algo perturbador no ar, aquela sensação de algo errado... Termina numa confusão ridícula, sem explicações, sequências jogadas na tela. Monte de lixo"

Adriano Augusto dos Santos

4.0

13/12/2017
"Aronofsky, pra variar, em busca da polarização do público através das ferramentas mais grosseiras (dos epiléticos truques de câmera ao simbolismo esgotado) que resultam em um pretensioso exercício de estilo – mais um para sua filmografia."

Júnior Souza

5.0

09/12/2017
"Aronofksy parece não saber o que está fazendo! Alguém avisa para ele que fazer "filme de arte" não significa uma bagunça filmada de forma incompreensível e confusa."

Lucas Reis

5.0

09/12/2017
"Aronofsky é um filho da puta que sabe mexer com os nervos de alguém, seja pro bem ou mal! Mantém um bom tempo na primeira metade, depois, perde o controle e vira uma aberração! A cena do bebê é de um mau gosto tremendo, pior que toda a galhofa de Trier."

Marcio Machado

6.5

08/12/2017
"Deixar nas mãos do público o que significa o filme sem dar um eixo condutor da narrativa não foi a melhor decisão."

Pedro Luis Santos Miranda

6.5

08/12/2017
"Bom"

Lucas Moreira

7.0

06/12/2017
"A delirante segunda parte me agrada, com os simbolísmos de Aronofsky finalmente chegando a algum lugar depois de muita enrolação e redundância. Mas o todo está mais para o inócuo que para a alegoria instigante, sem falar do subtexto miserável."

Ravel Macedo

5.0

05/12/2017
"A personagem de Lawrence é uma ameba e desde o início Aronofsky não está com o capricho de antes, construindo suspense e simbolismos de forma grosseira para, depois da piração, revelar que tudo foi mais uma egotrip do que qualquer outro significado."

Bruno Kühl

5.0

05/12/2017
"Quando o filme se entrega de vez ao absurdo e ao caos, há momentos geniais. Lawrence gritando, descendo a porrada e sendo espancada é uma das melhores cenas da década, para mim. Não considero Mãe! "injustiçado", mas certamente será melhor visto no futuro."

Pedro Degobbi

7.0

24/10/2017
"Impressionismo para impressionados."

Chcot Daeiou

6.5

16/10/2017
"decepcionante"

eduardo vieira de oliveira

4.5

11/10/2017
"O peso de Aronofski tá lá, contundente, mas faltou aquele tchan, não precisava ser tão metafórico."

Cássio Fassbender Bartz

7.5

09/10/2017
"Aronofsky já realizou trabalhos mais consistentes."

Felipe Nicéas Carneiro Leão

6.0

28/12/2017
"Provocativo. As milhares de referências geram uma confusão absurda e enchem o espectador de perguntas, mas quando se entende o que foi mostrado a trama torna-se mais agradável. Jennifer Lawrence mais uma vez mostrando o porquê nasceu para fazer cinema."

Igor Lino

8.0

07/10/2017
"Muito bom filme."

Eduardo Gomes Beserra

8.5

07/10/2017
"Impressionante. Com um pé em O Anjo Exterminador, outro na bíblia e mais um na propria noçao de criatividade artistica. É impressionante quando um filme consegue tantas camadas de alegoria e ainda contar sua historia."

Alexandre N. Magno

9.0

05/10/2017
"Apesar dos exageros simbólicos e metafóricos, não dá pra ficar indiferente com a obra. Ainda assim, há de se reconhecer que ele próprio (Aronofsky) já fez coisas melhores por aí, assim também como há de reconhecer a coragem desse projeto."

Carlos RB Barros

7.5

02/10/2017
"Aronofsky faz seu Anjo Exterminador/A Noite dos Mortos Vivos esquizofrênico, demente e histérico. Ainda que seja deliberadamente caótico, qualquer filme que tenha alguém literalmente explodindo a Igreja católica já de alguma forma me empolga."

Eliezer Lugarini

6.5

01/10/2017
"Lembra uma tentativa pedante de ser uma tese de doutorado com infinitas analogias e interpretações. Abre muitas pontas sem se preocupar em aprofundar e fechá-las. Unico mérito é a provocação, ainda que apelativa."

Lucas Caires

5.0

01/10/2017
"Os signos que Aronofsky propõe necessitam, por vezes, de boa vontade para funcionarem. Porém, a força narrativa da obra é inegável, comprovando o talento do diretor. Ou seja, mesmo que não fizesse sentido (o que não é o caso), o filme seguiria envolvente."

Diego de Mendonça Costa

7.5

28/09/2017
"Alegoria bíblica fantástica! O livre arbítrio representado em perfeição!"

Guilherme Saeger C. Albuquerque

9.0

27/09/2017
"A impressão que fica é que Aronofsky estava tão no clima de Noé e toda mitologia bíblica que esqueceu de tirar férias para esvaziar a cabeça antes de começar o seu novo projeto. Coragem, tem gente que tem..."

Wellington Junior

5.0

03/10/2017
"Indigesto."

Phellipe Araujo

8.0

26/09/2017
"Aronofsky evoca Buñuel, Polanski, Romero e ele próprio numa trama sobre recomeços que se utiliza de inúmeras simbologias supostamente importantes para causar reflexões e desconfortos. Até consegue, porém ele mesmo sabe que não agradará a maioria."

Bruno Ricardo de Souza Dias

6.0

26/09/2017
"Exagerado e ambíguo... As atuações são muito boas e a trama prende quase até o final.. Mas perto do desfecho ela fica exagerada demais. As alegorias nem sempre são claras. O melhor filme de Aronofsky continua sendo Pi."

Josianne Diniz

7.0

26/09/2017
"Há uma prepotência evidente, várias escolhas visuais e narrativas questionáveis, nem ao menos podemos chamar de original... mas aquela sensação de sair do cinema e cogitar todas as possibilidades e discussões vindouras enchem o ânimo. Eu quero é polêmica!"

Guilherme Algon

8.0

25/09/2017
"Há muito o que dizer sobre erros e acertos de Aronofsky em sua nova obra - mais provocativa do que nunca. Um grande jogo de metáforas, alegorias e simbolismos das mais diversas fontes (Bíblia, a principal delas) em meio a um inquietante/bagunçado - caos."

Gabriel Frati

7.5

24/09/2017
"Caindo de vez no horror, Aronofsky usa um molde convencional do gênero para subverter os clichês e orquestrar um longa absolutamente assustador, que vai sufocando a plateia com suas imagens perturbadoras, sons nauseantes e metáforas poderosíssimas."

Gustavo Hackaq

9.0

21/09/2017
"Aronofsky talvez crie seu filme mais deslocado e simples ao mesmo tempo. A inquietude de Jennifer Lawrence (que nunca esteve tão bem) encaixa perfeitamente com a evolução da história. No final, é o que o diretor faz melhor, a exposição de qualquer limite."

Renan Paiva

10.0

26/09/2017
"Há quem veja bagunça pura e gratuita - mas raramente um filme me envolve tanto quanto Mãe! o fez. Pode ser algo que tenha me tocado de forma particular (?), mas me fascina o ritmo com que Aronofsky conduz aqui o horror das cenas finais e seus simbolismos."

Matheus Castelo Branco

9.0
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