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OPINIÕES
O Estranho Que Nós Amamos
(Beguiled, The, 2017)

6.8
(111 votos)


Editores (9)

14/12/2017
"O roteiro super simplificado (com relação ao filme original) diminui a força do romance de Thomas Cullinan. Apesar da técnica de Sofia Coppola, a obra soa vazia e superficial."

Alexandre Koball

5.0

14/08/2017
"The Beguiled geração nutella. O soldado bruto transformado num boneco de porcelana, as mulheres num grupinho de migas vingativas, o orfanato num recreio de high school. Coppola limpa desejo, violência, questões raciais, contexto histórico... Not for me."

Daniel Dalpizzolo

5.5

03/12/2017
"É mais simples do que o primeiro filme, mas fiquei impressionado com a parte técnica: é muito superior a praticamente tudo o que há no mercado. A luz, o posicionamento da câmera, as cores... Isso me fez apaixonar pelo filme."

Rodrigo Cunha

8.0

27/12/2017
"Não serve como revisão feminista do cult de Don Siegel, nem como um avanço na obra de Coppola, cuja sensibilidade e minimalismo não casam com o clima de luxúria e violência do material (caso raro de filme que deveria ser mais longo). Passa e não marca."

Régis Trigo

5.5

13/11/2017
"Se acrescenta uma atmosfera onírica interessante, explorando bem os sons e a floresta, Coppola dilui as provocações e a tensão sexual do filme original, tornando tudo mais asséptico e simplista. Não é ruim, mas prefiro Siegel/Eastwood a Coppola/Farrell."

Silvio Pilau

6.0

11/08/2017
"Embora em uma refilmagem, Sofia explora o mesmo material em uma perspectiva diferente e distancia seu trabalho do filme original, fazendo da figura masculina um recorte perigoso da guerra insistindo em se infiltrar e corromper aquele idílio feminino. "

Heitor Romero

8.0

07/12/2017
"Coppola realiza um filme frio que parece estar sempre um tom abaixo, talvez por excesso de sensibilidade. Sem pulsão, restam imagens. "

Marcelo Leme

6.5

05/11/2017
"As escolhas de Coppola tanto beneficiam quanto comprometem seu filme, que ao mesmo tempo que adota posicionamentos interessantes, se retrai mais que o necessário e transforma a experiência em algo seco e que dificulta a construção daquelas personagens."

Rafael W. Oliveira

6.0

24/09/2017
"A negatividade de Coppola, que já funciona horrivelmente desde Somewhere, aqui é ainda mais incômoda. O filme é asséptico, insosso, não há sexualidade ou contexto convincente, as relações são pouco críveis... tudo se resume a um joguinho de menininhas."

Felipe Leal

5.0
Usuários (24)

18/06/2018
"O Estranho Que Nós Amamos" se deixa ver com elegância, mas tudo parece mais morno e previsível do que no filme de Siegel. A questão que fica é por que a revisita - e assim tão bem comportada."

Edward Jagger DeLarge

8.0

17/06/2018
"Elenco afinado, direção competente e transição de tom feita com maestria. Coppola só perde pela falta de clareza quanto à real natureza das personagens."

João Vitor G. Barbosa

7.0

04/06/2018
"A fotografia é no mínimo interessante e as atuações são eficientes, mas o desenvolvimento do roteiro me pareceu um pouco atrapalhado."

Alejandro Javier

6.0

26/05/2018
"É, mesmo que menor, um filme da Sofia Coppola, sua marca autoral está evidente, a tensão sexual reprimida num microcosmos feminino e a presença dúbia masculina. Acho a dinâmica entre as mulheres subaproveitada, Kidman está bem, as outras apagadas."

Caio Santos

7.5

24/05/2018
"A direção de arte é boa,mas o resto é raso.Não chega aos pés da versão original."

Araquem da Rocha

5.0

17/02/2018
"Sofia decide fazer um filme mais "limpo" e mais "enxuto" e acaba perdendo toda a tensão sexual e moral que a história permite, além de não mostrar as nuances significativas dos personagens em suas ações."

Paulo Matheus

6.0

20/01/2018
"O roteiro é muito simples, porém o objetivo é fornecer uma perspectiva mais sensível e feminina da estória, o que é até bom, mas faltou um pouco de profundidade. O seu charme se encontra mais no visual; a cena final é belíssima, assim como a iluminação."

Bill Coln

6.5

22/12/2017
"Na lentidão observadora de Coppola, aparecem belas imagens, bem-feita filmagem de escuridão no breu agoniante dos tempos à vela. Em comparação perde demais. O outro é mais dúbio e cruel. Clint traz um peso de homem antigo, uma raiva viva daquelas vadias."

Adriano Augusto dos Santos

7.5

26/11/2017
"Vai bem quando aposta naquele jogo de poder e influência, desejo individual e coletivo acentuados pelos lados da guerra, mas depois de um certo acontecimento tudo muda e o filme adota uma visão mais simplista, lutando para caminhar tão bem quanto estava."

Bruno Kühl

7.0

20/11/2017
"Dentro de um manancial de possibilidades existentes para a adaptação do romance para os dias atuais, Coppola se contenta em apresentar um filme fraco, asséptico e tão insosso quanto seus personagens. Falha até mesmo na proposta de uma perspectiva feminina"

Chrystian Dowsley

4.0

30/10/2017
"Diferente de Siegel, Sofia Coppola deixa a história de lado para tentar criar um filme que se concentra apenas nas imagens. Mesmo sendo belo de admirar a postura que as personagens possuem em cena, se torna vazio tendo em vista tudo que norteia a novela."

Wellington Junior

6.0

05/10/2017
"Dando um 7.0 pela parte técnica e pelo belo elenco. Tirando isso, The Beguiled é um filme insosso, sem graça e que peca por não ser forte e corajoso quando deveria."

Kerlan T.

7.0

04/10/2017
"Coppola demonstra estar em relaçao de maturidade com a imagem, The Beguiled é preciso em seus quadros, mas possui uma fluidez problemática, ditada por uma fragmentação calculista de cenas incômoda, que nunca chegam a criar uma atmosfera convincente."

Ravel Macedo

6.5

02/10/2017
"De tanto dourar a pílula ao higienizar e até sublimar alguns dos temas que faziam do original um antro de perversões, Coppola acaba transformando sua refilmagem em uma pálida e frustrante tea party."

Júnior Souza

6.0

28/09/2017
"Além de manter a qualidade na sua direção, que segue peculiar e elegante, Coppola entrega uma visão particular do romance de Cullinan, mantendo a sua personalidade como roteirista. Soma-se a isto o ótimo elenco e a classe dos aspectos técnicos. Muito bom!"

Diego de Mendonça Costa

7.5

21/09/2017
"Um orfanato feminino blindado, porém cercado pela guerra, acaba que essa guerra se infiltra nessa fortaleza puritana e reprimida através da figura masculina sedutora. Com isso, todos acontecimentos restantes não são nada menos do que perturbadores."

Bruno Ricardo de Souza Dias

7.0

14/09/2017
"Trabalho estético de primeira linha - a fotografia é para ver de joelhos, Coppola altera de forma correta o prisma narrativo de Beguiled, colocando nas mãos das mulheres o foco principal e estudando como aquele vírus masculino infecta sua casa."

Gustavo Hackaq

8.0

09/09/2017
"O filme é muito enxuto, e o suposto clima de "tensão sexual" é praticamente inexistente, tirando um par de cenas."

Douglas Braga

6.0

26/08/2017
"Revisita a obra original apostando no transcorrer lento que compõe o modus operandi notável em Coppola filha, além de uma fotografia caprichada nas sombras e luzes naturais. Kidman e Farrell são os destaques do elenco."

Patrick Corrêa

7.0

29/08/2017
"Quase como um médico que se contenta com a solução dos sintomas e esquece de tratar da doença em si."

Felipe Lima

5.0

14/08/2017
"Sofia já realizou trabalhos melhores, o que se destaca aqui mesmo são algumas atuações."

Felipe Nicéas Carneiro Leão

7.0

13/08/2017
"Coppola constrói planos e composições visuais belíssimos e o elenco está bem - com destaque para Kidman e Dunst. Melhora na segunda metade, mas a sutil interconexão entre o masculino e feminino, poderia ser mais tensa, ainda em uma proposta de observação."

Gabriel Frati

7.0

10/08/2017
"Roteiro simples, mas o forte aqui é a direção, tão cuidadosa que eleva a qualidade do filme. A construção do mistério em volta dos personagens é notável também!"

Renan Paiva

8.0

29/07/2017
"Coppola traz uma imagem feminina vasta e complexa, criando um clima de desconforto e claustrofobia dúbio, corrompida em busca por emancipação através do confronto com o mundo masculino que a circunda. Tão sutil quanto gritante."

Guilherme Algon

8.0
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