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PERFIL
foto de Tony Curtis

Tony Curtis

• Idade: 85 anos
• Nascimento: 03/06/1925
• Falecimento: 29/09/2010
• País de nascimento: Estados Unidos
• Local de nascimento: The Bronx, New York

Conheça os altos e baixos da carreira de Tony Curtis, ator que faleceu no dia 29 de setembro de 2010.

Em seu livro Lembranças de Hollywood, a jornalista Dulce Damasceno de Brito, a correspondente brasileira da Revista O Cruzeiro durante os anos 1950, relata suas experiências na terra do cinema. Eternamente apaixonada pelo astro Gregory Peck, em uma das muitas passagens interessantes do seu texto, ela confessa que, antes de cobrir o mundo do cinema profissionalmente, e ainda com os olhos de fã, sempre achara que Tony Curtis era gay. Chegando lá, ao ser paquerada pelo astro, descobriu que estava completamente enganada.

Tony Curtis era vários homens num só: impulsivo, determinado, mulherengo, viciado em drogas e bebidas, hipocondríaco e inseguro. Consciente de que não era nenhum Laurence Olivier ou Spencer Tracy, teve que tirar leite de pedra para conseguir uma chance no mundo ardiloso de Hollywood. A boa estampa, claro, ajudou. Sua marca registrada era o topete que se assemelhava à cauda de um pato (posteriormente copiado por Elvis Presley). Mas por trás da beleza quase feminina havia um ator habilidoso, que se saia bem tanto na comédia quanto no drama, e que, apesar de tudo isso, nunca foi devidamente valorizado pelo público e pela crítica. De seu currículo de mais de 130 filmes é possível destacar – ao lado de algumas obras de segunda linha – verdadeiras pérolas, nas quais Curtis teve participação decisiva. Quantos atores podem ser dar o luxo de tal ostentação?

Tony Curtis nasceu em 3 de junho de 1925. Em sua certidão de nascimento, lia-se: Bernard Schwartz. Seu pai, Manny, nasceu na Hungria e aportou no bairro do Bronx, em Nova York, em 1921, com o sonho de ser ator. Incapaz de falar a língua inglesa, teve que se contentar com a profissão de alfaiate. Um ano depois, casou-se com Helen Stein, também nascida na Hungria. Bernard tinha dois irmãos mais jovens, Julius (que morreria aos 9 anos) e Robert. Com tanta gente falando húngaro na mesa do jantar, Tony só foi aprender o inglês aos 7 anos.

Demorou pouco tempo para ele perceber que precisava trazer dinheiro para casa. Durante a adolescência complementava a renda como engraxate em frente a movimentadas lojas de departamento. Quando o brilho nos sapatos não era suficiente, apelava: jogava-se em baixo dos pneus dos carros, simulava um ferimento e suplicava um dinheiro para a corrida do taxi até o hospital. Em momentos extremos partiu para pequenos assaltos. Aos 17 anos, cansado das brigas que testemunhava diariamente entre seus pais, falsificou a assinatura da mãe e alistou-se na Marinha por três anos.

Após o fim da 2a Guerra Mundial, inscreveu-se em cursos de teatro. Em 1945, sua interpretação como o protagonista na peça Golden Boy, chamou a atenção de um caçador de talentos da Universal. Dias depois, Bernard mudava para Hollywood levando em baixo do braço um contrato de sete anos com o estúdio.

O início foi difícil. Todo o seu salário ia pelo ralo em inscrições em sindicatos dos atores, roupas e comissão de agentes. Uma das primeiras providências da Universal foi dar um trato no seu nome. Manter Bernard Schwartz era impensável. Ele escolheu Antonio Cortez. Acharam muito latino. Ele então resolveu encurtar o primeiro nome e americanizar o segundo. Nascia ali Tony Curtis.

Sua estréia ocorreu em 1949, no filme-noir Baixeza, dirigido por Robert Siodmak e estrelado por Burt Lancaster. Sua participação se limitava a uma dança de 15 segundos com Ivonne de Carlo. Sem sabe o que fazer com ele, a Universal o escalou para viver pequenos papéis de gangsteres. A coisa tomou um outro rumo quando o departamento de publicidade do estúdio, no trabalho de divulgação de um de seus filmes, utilizou uma cena em que o ator aparecia com o peito nu. Foi o que bastou para a Universal receber um enxurrada de cartas de mulheres curiosas em relação àquele desconhecido.

O estúdio percebeu que tinha um trunfo nas mãos. Sem dar muita bola para o talento dramático que Tony Curtis, passou a vendê-lo para o público como um sex simbol. Ao longo dos anos 1950, o ator foi escalado em diversos filmes de época e de capa e espada. Seu primeiro papel principal veio em 1951, na aventura O Príncipe Ladrão, dirigido por Rudolph Mate e co-estrelado por Piper Laurie. A Universal gostou da química entre os dois, e os escalou em mais três filmes, entre eles E o Noivo Voltou, de Douglas Sirk, o primeiro em que ator demonstrou seu tino para a comédia.

Ainda 1951, Curtis casou-se com a estonteante Janet Leigh. Fotogênico daquele jeito, o casal era o prato preferido dos paparazzos da época. Dois anos depois, eles estrelaram o primeiro filme juntos: Houdini, o Homem Miraculoso. A publicidade trazida pelo casamento transformou o longa no maior sucesso do ator até então.

Pelos três anos seguintes, a Unilever continuou escalando Curtis nos mesmos tipos de filmes. Em pouco tempo, sua carreira estagnou. O ponto de virada veio em 1956, quando ele reencontrou Burt Lancaster. Àquela altura, Lancaster já era bastante popular. Por meio da sua própria produtora, estava financiando o drama Trapézio, dirigido por Carol Reed. Curtis foi escalado para viver o jovem e ansioso trapezista que disputa o amor da personagem de Gina Lollobrigida.

Lancaster talvez tenha sido o primeiro a perceber que Curtis não era apenas um galã. Na condição de produtor e protagonista, ele o chamou para viver o ambicioso agente Sidney Falco, em A Embriaguez do Sucesso, de Alexander Mackendrick. A trilha sonora jazzística de Elmer Bernstein, a fotografia em preto e branco de cair o queixo de James Wong Howe que acentua o lado sórdido da noite novaiorquina, e a acidez do roteiro de autoria de Clifford Odets e Ernest Lehman, faz com que Embriaguez do Sucesso seja sempre citado como um dos melhores filmes de Curtis.

Após o difícil começo, sua carreira chegava ao auge. Em 1958, Tony Curtis criou sua própria companhia – a Curtleigh Productions – e, ao o lado de Kirk Douglas, estrelou Vikings, os Consquistadores, de Richard Fleischer. No mesmo ano, esteve no drama anti-racista Acorrentados, pelo qual recebeu sua primeira e única indicação ao Oscar. Dirigido pelo sempre contestado Stanley Kramer, Curtis vive um presidiário em fuga com seu companheiro de cela Sidney Poitier (também indicado). Visto hoje, o filme pode ter perdido um pouco da força da época (algo comum na obra de Kramer). Mas há que se reconhecer o tour-de-force de ambos os atores, que passam o filme inteiro presos a uma mesma algema.

Qualquer desapontamento com a perda da estatueta dourada foi dissipada no ano seguinte. O diretor Billy Wilder lhe mostrou o roteiro de Quanto Mais Quente Melhor, a história de dois músicos que se disfarçam de mulheres e se incorporam a uma banda feminina para fugir de mafiosos. Para o papel do violoncelista Jerry, Wilder escolhera Jack Lemmon, um ator já respeitado pela indústria. O personagem do saxofonista Joe fora oferecido a Frank Sinatra. Quando este o desdenhou, Wilder procurou Curtis, que não deixou a chance passar. Nascia ali o projeto daquela que talvez seja uma das três melhores comédias americanas realizadas no cinema sonoro.

Apesar do resultado final ser a jóia que todos conhecem, as filmagens não transcorreram às mil maravilhas. Além de alguns desentendimentos com Wilder, Curtis não conseguia tolerar a falta de profissionalismo de Marilyn Monroe. Com todas as atenções voltadas para o personagem de Jack Lemmon (indicado ao Oscar), pouco se fala hoje da interpretação de Curtis, que certamente está entre as suas melhores. Não é sempre que podemos ver um ator desempenhando três papeis num único filme: um músico, uma mulher e um milionário. Curtis sai-se bem nas frentes.

Por ironia do destino, no seu filme seguinte Curtis teve a oportunidade de trabalhar ao lado de Cary Grant, justamente o ator em que se baseou para construir o personagem do milionário Shell Oil Jr., em Quanto Mais Quente Melhor. O filme chamou-se Anáguas a Bordo, de Blake Edwards, com quem Curtis desenvolveu uma interessante colaboração.

Após duas comédias em sequência, Curtis viveu o papel do escravo Antoninus no épico de Stanley Kubrick, Spartacus. Coincidência ou não, duas das sequências mais famosas contaram com a sua participação: na primeira, conhecida como a cena das Ostras e dos Caracóis, seu personagem é praticamente seduzido pelo general Crassus, durante um banho. Na segunda, Antoninus incita o levante contra o exército romano com a frase "I´m Spartacus!!".

Seguiram-se alguns dramas pouco conhecidos como O Sexto Homem, de Delbert Mann; O Grande Impostor, de Robert Mulligan, e Taras Bulba, de J. Lee Thompson. Durante a filmagens desse último, começou um relacionamento amoroso com a adolescente e aspirante a atriz Christine Kauffman. Quando essa apareceu grávida, Janet Leigh protocolou o pedido de divórcio no fórum mais próximo. Repentinamente solteiro, Curtis casou-se com Kauffman.

A separação afetou a popularidade de Curtis, que tentou voltar às comédias para colocar sua carreira de volta nos trilhos. Entre 1962 e 1967, esteve em várias delas: Vinte Quilos de Confusão, de Norman Jewison; Pavilhão 7 (ao lado de Gregory Peck); Quando Paris Alucina (em papel coadjuvante); Um Amor do Outro Mundo (com Debbie Reynolds); Média, Bonita e Solteira (servindo de escada para Natalie Wood, com quem namorou por um tempo); Boeing, Boeing (em que contracenou com Jerry Lewis); Com Minha Mulher, Não Senhor; Não Faça Ondas (em que foi dirigido novamente por Alexander Mackendrick); e Mounsier Cognac, que trazia sua esposa Kauffman no papel principal. O melhor dessa safra foi A Corrida do Século, de Blake Edwards, em que voltava a contracenar com Jack Lemmon e Natalie Wood.

Em 1968, Tony Curtis deu um basta na frivolidade e aceitou interpretar o serial-killer Albert de Salvo, no suspense O Homem que Odiava as Mulheres, dirigido por Richard Fleischer. Mais gordo, Curtis tem aqui uma suas melhores atuações dramáticas. Confessadamente, era o seu trabalho preferido. Apesar disso, o público da época não notou as qualidades do filme e a sua carreira começou a entrar em franco declínio. Naquele mesmo ano, Curtis se separou de Kauffman e casou-se a modelo de 23 anos, Leslie Allen. Com ela, teve dois filhos, um deles, Nicolas Curtis, morreria em 1990 de overdose.

Na primeira metade de década de 1970, Curtis dedicou-se à televisão com algum sucesso, especialmente na série The Persuades. Ele só voltou a encontrar um bom papel no cinema em 1976, quando Elia Kazan lhe ofereceu o personagem Rodriguez, na adaptação do romance de F. Scott Fitzgerald, O Último Magnata. Mas esse tipo de roteiro já não chegava às suas mãos com tanta frequência. Em sua grande maioria, as propostas que recebia – e que costumava aceitar – eram para filmes abaixo da crítica.

Por muito tempo Curtis foi viciado em todos os tipos de drogas imagináveis. Mas àquela altura do campeonato, já tendo ultrapassado a faixa dos 50 anos, os efeitos já se tornavam evidentes em seu corpo. Passou a ter comportamentos exóticos. Engordou muito. Em determinados momentos, comparecia a eventos públicos completamente careca. Suas vestimentas eram o exemplo de mau gosto, uma mistura de cafona, cafajeste e malandro.

Ao longo dos anos 1980, o único filme digno de nota de que participou foi Malícia Atômica, de Nicolas Roeg. Em 1984, divorciou-se de Leslie Allen, casando-se no mesmo ano com Andrea Sávio. Após sua morte, formalizou sua união com uma advogada, de quem se separou um ano depois. Em 1998, Curtis juntou-se pela última vez com uma treinadora de cavalos, 40 anos mais nova que ele. No fim da vida, dedicou-se à pintura. Sua derradeira participação diante das câmeras foi em David & Fátima. Ironicamente, seu personagem chamava-se Sr. Schwartz.

No Natal de 2006, teve uma grave crise de pneumonia e escapou por pouco. Em 29 de setembro de 2010, seu coração não resistiu. Tony Curtis tinha 85 anos.

Por Régis Trigo, em 04/10/2010

Fotos
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Filmografia
Atuação (98)
• David e Fatima (2008) ... Sr. Schwartz
• Por Uma Boa Briga (1999) ... Fã
• Stargames (1998) ... Rei Fendel
• Caçadores de Perigo (1997) ... Wald
• Imortais, Os (1995) ... Dominic Baptiste
• Outro Lado de Hollywood, O (1995) ... ele mesmo
• Bandit: Contra o Crime Organizado (1994) ... Lucky Bergstrom
• Nu em Nova York (1993) ... Carl Fisher
• Vingança Eterna (1993) ... Aziru / Dr. Mohassid
• Natal Diferente, Um (1992) ... Alexander Yardley
• Trama da Lei (1992) ... Stephen Moore
• Alvo Fatal (1991) ... Marietta Copella
• Aventuras de Tarzan em Nova York, As (1989) ... Archimedes Porter
• Fim do Planeta Marte, O (1989) ... J.P. Shelldrake
• Piano Mágico, O (1987) ... Entrevistador (voz)
• Tragédia em Três Atos (1986) ... Charles Cartwright
• Club Life (1986) ... Hector
• Mafia Princess (1986) ... Sam Giancana
• Malícia Atômica (1985) ... O Senador
• Where Is Parsifal? (1984) ... Parsifal Katzenellenbogen
• Balboa (1983) ... Ernie Stoddard
• Portrait of a Showgirl (1982) ... Joey DeLeon
• BrainWaves (1982) ... Dr. Clavius
• Rosto Milionário, O (1981) ... Chester Masterson
• Inmates: A Love Story (1981) ... Flanagan
• Maldição do Espelho, A (1980) ... Martin N. Fenn
• The Scarlett O'Hara War (1980) ... David O. Selznick
• Garotinha que Caiu do Céu, A (1980) ... Blackie
• Tremenda Enrascada (1980) ... Robert Talbot
• Title Shot (1979) ... Frank Renzetti
• Sextette - A Grande Estrela (1978) ... Alexei Karansky
• The Bad News Bears Go to Japan (1978) ... Marvin Lazar
• Manitou - O Espírito do Mal (1977) ... Harry Erskine
• Último Magnata, O (1976) ... Rodriguez
• Conde de Monte Cristo, O (1975) ... Fernand Mondego
• Lepke (1975) ... Louis 'Lepke' Buchalter
• Terceira Garota da Esquerda, A (1973) ... Joey Jordan
• Vamos Fazer a Guerra? (1970) ... Shannon Gambroni
• Corruptos e Sanguinários (1970) ... Adam Dyer
• Intrépidos Homens em Seus Calhambeques Maravilhosos, Os (1969) ... Chester Schofield
• Homem Que Odiava as Mulheres, O (1968) ... Albert DeSalvo
• Bebê de Rosemary, O (1968) ... Donald Baumgart (voz)
• Cinturão de Castidade, O (1967) ... Guerrando da Montone
• Não Faça Onda (1967) ... Carlo Cofield
• Marido de Morte, Um (1966) ... Nick Johnson
• Com Minha Mulher, Não Senhor (1966) ... Tom Ferris
• Casamento Macabro, Um (1966) ... Sr. Julian
• Boeing Boeing (1965) ... Bernard Lawrence
• Corrida do Século, A (1965) ... O Grande Leslie
• Quando Paris Alucina (1964) ... Maurice / Philippe, 2º policial
• Monsieur Cognac (1964) ... Terry Williams
• Amor do Outro Mundo, Um (1964) ... George Tracy
• Médica, Bonita e Solteira (1964) ... Bob Weston
• Lista de Adrian Messenger, A (1963) ... O tocador de realejo
• Pavilhão 7 (1963) ... Cabo Jackson 'Jake' Leibowitz
• 20 Quilos de Confusão (1962) ... Steve McCluskey
• Taras Bulba (1962) ... Andrei Bulba
• Grande Impostor, O (1961) ... Ferdinand Waldo Demara Jr. e outros
• Sexto Homem, O (1961) ... Ira Hamilton Hayes
• Taberna das Ilusões Perdidas, A (1960) ... Pete Hammond Jr.
• Pepe (1960) ... Ele Mesmo
• Quem Era Aquela Pequena? (1960) ... David Wilson
• Spartacus (1960) ... Antoninus
• Quanto Mais Quente Melhor (1959) ... Joe - 'Josephine' / 'Junior'
• Anáguas a Bordo (1959) ... Tenente Nicholas Holden
• Acorrentados (1958) ... John 'Joker' Jackson
• Vikings, Os Conquistadores (1958) ... Eric
• De Folga para Amar (1958) ... Cabo Paul Hodges
• Só Ficou a Saudade (1958) ... Cabo Britt Harris
• Embriaguez do Sucesso, A (1957) ... Sidney Falco
• Olhos do Padre Tomasino, Os (1957) ... Joe Martini
• Hienas do Pano Verde (1957) ... Cory
• Trapézio (1956) ... Tino Orsini
• Vício Singra o Mississipi, O (1956) ... Ben Matthews
• No Reinado da Guilhotina (1955) ... Rene de Traviere
• Dominado Pelo Crime (1955) ... Jerry Florea
• Escudo Negro de Falworth, O (1954) ... Myles
• Três Marujos em Paris (1954) ... Joe Maxwell
• Um Passo da Derrota, A (1954) ... Johnny Dark
• Cabeça de Praia (1954) ... Burke
• Alma Invencível (1953) ... Nick Bonelli
• Lábios que Mentem (1953) ... Eddie Darrow
• Houdini, o Homem Miraculoso (1953) ... Harry Houdini
• E o Noivo Voltou (1952) ... Alvah Morrell
• Filho de Ali Babá, O (1952) ... Kashma Babá
• Tormento da Carne (1952) ... Paul Callan
• Príncipe Ladrão, O (1951) ... Julna
• Serras Sangrentas (1950) ... Brent Coulter
• Entre o Amor e a Morte (1950) ... Voz de Dave Shaw (voz)
• E... O Mulo Falou (1950) ... Capitão Jones
• Winchester '73 (1950) ... Doan
• Larápios (1950) ... Pepe
• Cavaleiros da Bandeira Negra (1950) ... Kit Dalton
• Traficantes da Morte (1949) ... Joey Hyatt
• Passo em Falso, Um (1949) ... Motorista do Hot Rod (não creditado)
• Viciada (1949) ... Funcionário do hotel
• Almas Abandonadas (1949) ... Mitch
• Baixeza (1949) ... Gigolô (não creditado)
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