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7 Gêneros, 7 Filmes - Howard Hawks
(#544494)
Por Prêmio BRAZINTERMA, em 28/06/2018 | 19:08:08 h
Quando o editor do Cineplayers Bernardo D.I. Brum escreveu os artigos "7 Gêneros, 7 Filmes " nos anos 30 e 40, eu me peguei pensando "será que existem diretores, atores e roteiristas que conseguiram fazer filmes destes 7 gêneros?". Então aproveitando a matéria eu peguei algumas personalidades versáteis e indicar (e também recomendar) alguns de seus filmes que seguem essa linha.

E quem começa a inaugurar este novo quadro amador é ninguém mais e ninguém menos que o maior diretor versátil de todos os tempos: Howard Hawks. "O maior realizador americano cujo nome não é a marca de um electrodoméstico" (crítico Leonard Maltin).

- COMÉDIA: vou evitar em repetir Levada da Breca (1938) e citar um outro clássico, "Jejum de Amor" (1940).

- DRAMA: "O Código Penal" (1931).

- TERROR: "O Monstro do Ártico" (1951). Eu sei que Hawks não foi creditado como diretor, mas devido a sua posição de produtor com certeza atrapalhou trabalho de Christian Nyby. Então decidi incluir na lista.

- FAROESTE: essa é a mais difícil, assim como os mestres John Ford e Sergio Leone, Hawks tem um monte de westerns bons que merecem ser vistos. Mas vamos indicar o maior clássico de todos que é "Onde Começa o Inferno" (1959).

- SUSPENSE: "À Beira do Abismo" (1946).

- CRIME: "Scarface - A Vergonha de uma Nação" (1932).

- MUSICAL: "A Canção Prometida" (1948).

______________________________________________________________________________________________________________

E vocês concordam com a lista? Tem algo diferente? Comentem e por favor respeitem as opiniões dos outros.
Fique ligado porque pretendo lançar mais listas como esta com outras personalidades.
(#544496)
Por Walter Prado, em 28/06/2018 | 19:20:23 h
"o maior diretor versátil de todos os tempos"

Sempre penso em Wilder e/ou Kubrick pra este rótulo...
(#544498)
Por Pedro Degobbi, em 28/06/2018 | 22:08:47 h
"'o maior diretor versátil de todos os tempos'

Sempre penso em Wilder e/ou Kubrick pra este rótulo..."

justo.
(#544501)
Por Kadu Mendez, em 29/06/2018 | 01:47:26 h
Howard Hawks com certeza foi um dos primeiros a impor uma marca autoral seguindo uma versatilidade abrindo caminho para outros diretores conseguirem fazer o mesmo. "O Monstro do Ártico" é o maior exemplo, visto que ele usou um diretor de marionete e tu consegue perceber que o filme é do Hawks justamente pela marca autoral, principalmente no que concerne no brilhantismo dos diálogos casando com a edição frenética sempre com uma equipe unida de personagens num speedy talking frenético. A mesma coisa se percebe em "Levada da Breca" e "Jejum de Amor" que são masterpieces de roteiro e edição. "À Beia do Abismo" foi o primeiro filme a traduzir o labiríntico mundo de Raymond Chandler de forma sensacional, provavelmente todos estes citados estão entre meus filmes preferidos. E "Rio Bravo" que , claro, demonstra que mesmo fazendo faroeste, ele e John Ford são diretores totalmente diferentes em suas intenções(mesmo que ambos usem do tema do companheirismo constantemente, como disse John Carpenter, enquanto Ford buscava demonstrar isto dentro de um contexto patriota e quase sempre militar, Hawks usava de forma moderna, usando jornalistas mulheres lidando com profissão e relacionamentos e cowboys beberrões e humanos(esta ultima parte sou eu que estou dizendo e não Carpenter, eu aprimorei o que Carpenter disse colocando dentro de um contexto social).E ele não tinha medo, vide a brutalidade de "Scarface" e a sexualidade de suas comédias.Mestre do noir, do western e da screwball comedy; fez muito mais que Wilder e Kubrick apesar desta comparação ser esdrúxula e imbecil;produzia em escala industrial.
E Sergio Leone tem um monte de westerns? Na verdade 5 se contar com "Quando Explode a Vingança", que se passa no século XX na Revolução Mexicana.
De nada pela aula.
(#544503)
Por Chrystian Dowsley, em 29/06/2018 | 11:54:19 h
Pq a comparação é imbecil? Ambos são bastante versáteis também. Não entendi.
(#544507)
Por Kadu Mendez, em 29/06/2018 | 14:05:59 h
Porque a comparação entre diretores com mentalidades diferentes devido ao fato de serem versáteis pra mim é imbecil, é coisa de comparação que se faz em tópico de Oscar.Versatilidade não é algo que constrói a marca autoral de um diretor, são apenas escolhas de gênero.É a mesma coisa que comparar Godard com Truffaut só porque ambos tiveram na Nouvelle Vague. É por isso que este fórum está fraquíssimo e não corresponde nem com a qualidade do site e nem com o número de leitores mais letrados que ficam sem participar.Ao invés de usarem o tema do tópico desse maluco para desenvolver algo, como eu fiz, eu sou questionado com uma pergunta imbecil sobre comparações imbecis. Porque não falam sobre Howard Hawks, ou desenvolvam algo sobre Kubrick e Wilder? Ou não escreve nada. É que nem no comentário do rapaz sobre o filme do Godard onde eu estava numa discussão e entrou outro só pra perguntar "se a gente não estava fazendo tempestade em copo d'água".Porque se acham que eu estou fazendo tempestade é melhor ficar quietinho e voltar pro tópico da Copa, do bolão do Oscar, da fofoca da vez...em vez de insultar minha inteligência e se mostrar como um babaca.Ou continuam como estavam fazendo antes, batendo punheta e não contribuindo para um assunto bacana no fórum.
Vocês comparam escritores, compositores?"Por quê Bob Dylan ganhou o Nobel e Phillip Roth não ganhou?" Bobagens como essa que tiram o foco do que o artista realmente faz. Ou melhor ainda, para deixar mais claro, quais são as características que fazem Billy Wilder ser Billy Wilder, Kubrick ser Kubrick, Hawks ser Hawks....e quais são suas influências e as características autorais de cada um? versatilidade mostra uma habilidade de contar uma história e na verdade muitos diretores podem ser considerados versáteis,muitos mesmos, é só parar pra pensar...a grande maioria. Escolhe um e tenta fazer essa brincadeira dos 7 gêneros.Dá pra fazer com inúmeros diretores. Mas eu não quis ofender quem citou Kubrick e Wilder, só que acho essa comparação inútil,muito inútil.
(#544517)
Por Chrystian Dowsley, em 30/06/2018 | 03:15:44 h
Ok, discordo sobre a questão da comparação Godard/ Truffaut pelo simples fato de que se há algo em comum então existe um ponto que permite a comparação, mas é claro ao mesmo tempo como vc disse logo depois a questão vai além da comparação, vai em direção aquilo que faz cada um ser exatamente aquilo que é, sua marca autoral nesse caso.
Verdade que o site tem muita gente que sabe muito e poderia compartilhar algo mas não faz por dois motivos. Ou tem mais o que fazer ou acha que é uma perda de tempo (não discordaria). Ou os dois. Não sei vc ou os outros usuários mas entre idas e vindas eu frequento esse site há alguns anos e fixei por aqui justamente pelo quanto de cinema eu pude aprender por aqui. Mas indo ao ponto que eu queria chegar já que a gente tá aqui pq não fala sobre o que faz Wilder Wilder e Kubrick Kubrick? Ou pelo menos aponte um norte que outros vão poder identificar pela pesquisa. Ou apontar a imbecilidade do meu comentário sobre a imbecilidade da minha pergunta sobre a imbecilidade da comparação.
(#544518)
Por Conde Fouá Anderaos, em 30/06/2018 | 09:14:03 h
Comparar cineastas e estilos é válido se houver aprofundamento. Que nesses aprofundamentos deixe-se como fator secundário premiaçøes. O que importa é o legado. As obras refletem o artista e sua visåo da arte e da existência. Versátil é o artista que não se faz prisioneiro de um sistema, mas o engrandece. É um criador, nåo um simples reprodutor.
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