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A geração Millenium é muito burra para Godard

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(#545443)
Por Kadu Mendez, em 13/09/2018 | 23:48:09 h
Godard:
Ele não teve um momento político radical.Ponto.
Ele não é um esquerdinha ou comunista.Ponto.
A maioria dos jovens que nasceram por volta de 1989 não possuem hábito de ler e dissertar e mesmo se dizendo crítico de cinema ( na verdade este tipo de crítico critica a catarse caseira dele e não tem cultura o suficiente pra julgar o CONTRA-CINEMA)
Godard nunca mudou seu cinema desde "Breathless", inclusive com o Grupo Dziga Vertov.
Ele não defende claramente uma posição comunista, ele vê o mundo em uma visão marxista e não defende o capitalismo. É diferente.

"La Chinoise" = baseado em Dostoievsky mostra um grupo de jovens de férias fazendo digressões filosóficas políticas sem abraçar a bandeira. Godard faz critica à URSS, ao leninismo-stalinismo; usa o maoísmo como uma possível opção comunista através dos jovens , já que as outras ideologias de esquerda falharam (isso em 1967, antes do Maio), e critica o terrorismo.

"Le gai Savoir" - a mesma coisa; uma reflexão sobre os opostos sem abraçar nenhuma causa.

"Tout Va Bien" - putz, este filme mata a charada. Mostra uma greve inspirada pelo maio de 1968 de maneira sarcástica, cínica e com uma técnica brilhante como sempre.Os grevistas são criticados como improdutivos; os chefes são caricaturas do mercado; a polícia; a publicidade. E mais uma vez uma crítica a este socialismo das massas perdidas,que merecem apoio mas não sabem agir por conta própria, porque afinal como todas as revoluções mostraram, a massa quando deseja ser utópica é burra. E no tem a cena dos jovens anarquisando no mercado Carrefour um membro do Partido Comunista que vende seus livros como fruta seguindo o mesmo mote capitalista(num plano sequência incrível).

Então a gente ouve que Godard virou radical; que ele mudou o cinema dele e só recuperou em 1979(!?).WTF!!
Óbvio que o tempo em que ele filmou estes filmes exigiam uma crítica ao que estava acontecendo no mundo (vide Glauber com seu Terra em Transe). E "Terra em Transe" é o melhor exemplo para demonstrar o que Godard queria dizer na França, porque Glauber neste maravilhoso filme destrói tanto o político burguês candidato à Presidência quanto o politico populista de merda que vive cercado de gente do povo que engole suas mentiras....porque a massa é burra.
E quando Godard e Truffaut boicotaram Cannes em 1968 para apoiar os estudantes, ele foi o único que usou seu contra-cinema(paralelo com a contra-cultura e com o pensamento de seu ídolo Brecht com o distanciamento e a atitude documental pré-Kiarostami)para representar o que ele pensava deste movimento contra DeGaulle(afinal, em 68 havia ainda esperanças de uma revolução se tu pensar no ódio que De gaulle causava).Mas Godard que veio de uma família rica e intelectual na Suiça resolveu exprimir isso do lado dos oprimidos mas nunca de maneira radical...nunca. O cinema dele da época Dziga Vertov é o mesmo de "Pierrot le Fou" ou "Weekend".
Godard foi o novo Vertov; o novo Jean Vigo. Antes de Godard o cinema estava necessitando de "cinema para pensar e para ser revolucionado"; e ele revolucionou; e ele pensa muito e sabe como ninguém colocar seu pensamento na película.
Sem falar que em matéria de técnica talvez junto com Resnais ele seja o melhor da Nouvelle Vague. O Orson Welles avant-garde francês.

Mas enfim: a geração Millenium com sua overdose de games,youtube,smartphones e outras dopaminas, não consegue controlar a sociedade para ler. E sem leitura tu só vai entender Sessão da Tarde; vai discutir política sem embasamento; e cada vez que Godard lança um filme ou um crítico desta geração (críticos que dormem quando o filme é "chato") se enchem de verborragia para fingir um hipsterismo mas na verdade são umas antas, e tu percebe isso cada vez que um filme que fale por si mesmo é lançado; seja de Godard ou qualquer outro que não mastigue para você um filme que seja necessário apenas uma passada de vista, sem reflexão ou sem aquela vontade de ver de novo para pegar toda a ideia do filme.
Não que eu seja um grande amirador das técnicas que ele andou utilizando em vídeo e usa até seus últimos filmes; mas não procurar entender e ter acara de pica de dizer que um diretor faz filmes que só ele entende?!

Frases idiotas:
1-"Godard faz filmes que só ele entende"
2-"Godard se afastou da Nouvelle Vague depois de 1968" ( essa é a mais idiota; que movimento no cinema é criado para permanecer porra?!Quem fala essas merdas são os mesmos que falam que os caras que criaram o Dogma95 "trairam o movimento". Esses merdas são o Dado Dollabella dos fóruns e críticas de cinema.
3-"Godard teve uma fase política radical depois de 1968"(bom essse foi o tema do tópico; que radical?Aonde?
4-"Godard se afastou da narrativa tradicional da NV após 1968"(bom,quando Godard teve "narrativa convencional"?Nunca!!!!)

Eu faço parte dessa geração Millenium, sorte que eu nasci numa classe baixa o suficiente para não ter acesso a dopaminas tecnológicas nos anos 90 e início dos anos 2000, tinha acesso a livros,discos e VHSs. Talvez a solução na época era nascer sem recursos como esses. Eu não sou contra tecnologia, curso TI. Sou contra a dopamina que hoje em dia até os favelados ou pessoas com recursos menores do que eu tinha quando nasci, têm acesso.
A geração Millenium é tão idiota que eu desafio qualquer um a entrar num curso qualquer, e perceber que eles não aprenderam nada no Ensino Médio e de 30 estudantes deste tal curso 2 ou 3 se destacarão realmente.
A geração Millenium não interpreta o que vê.
Não disserta.
Não lê, mas discute esquerda,direita,etc...(nunca botou na mão Adam Smith, Marx, Engels ,Maquiavel,Voltaire, Rousseau,Mises,etc...mas adora discutir).
Não pensa por si só.
Eu queria ser tipo Mark Zuckeberg...ter talento o suficiente para construir o ápice da rede social dopamínica onde o idiota da vila quer ser o rei da argumentação...e ganho muito dinheiro com isso graças à geração punheta-game-netflix-facebook-whatsapp/grupos-punheta-netflix-games ad infinitum...
E o problema não é o smartphone que evita que as pessoas comam direito ou conversem direito;ou o videogame: o problema é que são fugas( como droga sim!!!) para satisfazer a dopamina do cérebro enquanto a estagnação na lama da alienação e burrice afunda cada vez mais. Zuckeberg foi parar no Congresso, o povo não tem ideia do que é ser um hacker e como é fácil ser hackeado, mas mesmo assim ninguém conseguiu largar do Face, mesmo com o malandro gaguejando no Congresso...essa é a geração Millenium.
Para Godard e para cineastas como ele (onde críticos que sentem falta da dopamina e da catarse dormem e depois avaliam o filme por terem dormido)não há mais espaço infelizmente,até porque antigamente eles eram os cineastas da juventude como Tarantino foi logo após "Pulp Fiction"; é o mesmo frisson.
Mas e agora?
Que cineasta vai representar essa juventude de merda?
Nolan?
(#545444)
Por Kadu Mendez, em 13/09/2018 | 23:52:53 h
Mais uma frase idiota
"Godard começou a fazer filmes que partiam para à revolução"
Revolução ele fez no cinema em 1960 e em diante. Revolução política?Burrice de quem pensa isso. Ele só parte para a reflexão.
Por isso que ele se juntou com Gorin, pura consultoria de um discípulo de Lacan e Foucault.
(#545445)
Por Luís F. Beloto Cabral, em 14/09/2018 | 00:04:29 h
Prefiro Bressane.
(#545446)
Por Kadu Mendez, em 14/09/2018 | 00:19:47 h
Deixando claro que não é questão de gosto o que eu me refiro.
(#545447)
Por Caio Lucas Martins Matos, em 14/09/2018 | 00:33:46 h
https://letterboxd.com/timeistheking/tag/jlg/reviews/
(#545454)
Por Josiel Oliveira, em 14/09/2018 | 15:11:17 h
Olha Kadu.. concordo em partes..
Entendo o seu ponto sobre a geração, mas acho que a questão não é bem essa.
Eu vejo o Godard como um Raul Seixas: não é um cara que veio pra explicar, ele veio pra confundir
E o lance é que ele é extremamente culto e gosta de transitar nessas questões da alta cultura. E essas questões nunca foram da massa, independente da geração, não é pra qualquer um mesmo se aventurar nesse universo teórico. Acho que mesmo na França (embora tenha muito mais intelectuais por lá)
Uma coisa é assistir Pierrot Le Fou, O Desprezo (não por acaso são seus filmes mais populares) outra coisa é assistir A Chinesa ou A Gaia Ciência. Esses últimos pedem uma bagagem intelectual muito maior.
E realmente essa bagagem faz diferença a interpretação de tudo na vida, não discuto isso.
Você parece ter uma bagagem legal, muito bom! Eu tô na minha busca também, tô estudando Economia, vendo alguns autores clássicos, de ciência política, sociologia, ainda que superficialmente, ajuda muito a formatar a sua própria visão de mundo. Mas é aquela coisa.. aos poucos kkk.. não é uma prioridade de vida. No fundo tudo isso é uma grande masturbação intelectual da nossa parte (e como uma boa masturbação, é uma delícia kkk).. e total respeito a quem não se interessa por isso, realmente não é pra qualquer um.

Voltando ao Godard.. eu acho complicado querer rotular ele de radical ou não, de comunista ou não... eu vejo ele como um artista que jamais se cobraria esse tipo de coerência racional. Volto a dizer, eu vejo ele como um Raul, ele quer mais é escrachar todos os lados, ter liberdade de flutuar pelas correntes e pelas convicções da intelectualidade e dar os seus pitacos.

Tipo.. A Chinesa, por exemplo, é baseada em Dostoievsky, mas é uma adaptação tão livre que fica difícil de cravar que se trata mesmo de adaptação. Não vi sequer uma fidelidade com a visão de mundo, com o espírito, da obra dele. Mas é isso.. ele gosta também de botar essa banca.

Mas legal Kadu.. eu venho acompanhando suas lupinhas dos filmes do Godard.. muito boas! com bastante referência e visão crítica
(#545462)
Por Kadu Mendez, em 14/09/2018 | 16:33:09 h
Apesar de Raul Seixas ser uma comparação meio longíqua, o conceito de confundir em vez de explicar foi excelente. Foi exatamente isso que eu quis dizer.
Mas eu não acho que em matéria de bagagem intelectual seus filmes posteriores sejam tão diferentes dos anteriores; o que eu acho é que Godard tornou mais desafiador a sua técnica, que afastou as pessoas que não tem saco para formas novas de construir na mente um pensamento próprio em cima da forma como o outro está explorando suas ideias, e eu me refiro aos críticos, que têm sim a obrigação de argumentar sobre o que ele leu da obra (porque opinião não é o papel do crítico, é o papel da massa; o crítico embasa a opinião). Críticos hoje em dia, dessa geração ao que eu me refiro, possuem a mente dopada demais; e não adianta, os que se diferenciam são aqueles que têm o hábito de leitura. A cultura não é privilégio do rico; se qualquer um tem acesso a um computador(smartphone) hoje em dia, a capacidade de acesso aos livros é maior. Claro que a educação brasileira é uma merda e não ajuda em nada como eu disse no primeiro post, mas a questão aqui é dirigida para aqueles que podem acordar para um novo mundo justamente estas pessoas que têm interesse por "estudar", mas não sabe disso porque não foi estimulado ( e não é necessário escola para estimular neste sentido).
Quanto ao "La Chinoise" eu sei que é uma adaptação livre, mas é o filme em que politicamente ele na verdade usa o conceito que tu usaste Josiel: espalhar as ideias e confundir em vez de explicar, ou até mesmo nem confundir, mas mostrar que a sociedade é uma confusão. Com o livro ele pega a ideia de vários estudantes com ideias opostas e transpões pro mundo dele. E se eu não me engano foi essa obra uma das que colocaram Dostoievsky na cadeia na Sibéria.Os filmes posteriores continuam com a mesma bagagem intelectual dos seus primeiros filmes.A diferença? Agora ele contextualiza com a confusão ideologica que veio depois do Maio de 68(porque ser contra DeGaulle era fácil.Mas e depois? Um dos tutores de Godard na Suíça era um filosófo de extrema-direta chamado Jean Parvulesco. Ele sempre dá mais valor à dialética. Por isso que Godard chamou aquele filme que fizeram sobe o envolvimento dele no maio de 68 ano passado de "um erro". Porque ele mudou seu foco depois de Maio, mas não como um militante e defensor intelectual do povo.

Em Cannes neste ano Godard disse por smartphone(!) na entrevista coletiva: "O cinema não deve ser sobre o que gente vê no Facebook; mas sobre o que não esta lá".
Velhinho, ele disse uma das frases mais geniais sobre cinema nesta geração. Não que o cinema tenha que se fechar nisto ( eu curto filmes de tudo o que é tipo, inclusive "Vingadores" como entretenimento), mas sempre é necessário um cinema que represente o que não é mostrado ou discutido(isso em qualquer arte).
Mas Godard já fez isto em outro contexto confuso.
Quem faz isso hoje?
Quem vai fazer isso sem que críticos filhos da catarse que têm preguiça de entender um filme como "A Árvore da Vida" ou "Adeus à Linguagem" fiquem numa posição de "young turk" e defenda estes caras ( e eu to falando de críticos em nível mundial)?
Mas eu concordo contigo Josiel: Godard não radicaliza uma opinião propria. É um erro dizer isso. Ele foi o porta-voz das várias vozes.
(#545472)
Por Josiel Oliveira, em 14/09/2018 | 18:50:13 h
Pode crê, concordo.
Assim como filmes, tem críticos pra todos os gostos, mas também sinto falta de críticos que contextualizem, que falem sobre os movimentos, sobre as épocas, etc, de uma forma mais embasada, mais técnica.
Também acho o Godard foda, um gênio provocador.. e confesso que demorei bastante pra começar a curtir e entender.. demorou mas veio no tempo certo.
Ainda tô engatinhando no universo dele, não tenho essa base toda pra aprofundar com vc.. mas tamo aí.. tô com alguns dele aí na fila pra assistir, assim que entrar no clima (pq eu pra ver Godard tenho tá no clima, disposto, um cigarrinho de artista kkk aí sim)
(#545482)
Por André Oliveira de Araujo Ferreira, em 14/09/2018 | 20:50:18 h
Quero dar um destaque para uma frase do Josiel :" demorou mas veio no tempo certo". Para a atual geração, que fica com oito abas abertas no navegador ao mesmo tempo, você assistir à um filme, procurar saber do seu contexto e do seu criador, e revê-lo depois disso par uma nova experiência, soa beeeeeeem irreal.
(#545483)
Por André Oliveira de Araujo Ferreira, em 14/09/2018 | 20:52:32 h
Ah, infelizmente, do Godard, só vi Pierrot Le Fou (o melhor dele que eu vi), Le Mepris e Alphaville. Não posso falar do cinema dele com tanta propriedade como vocês

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