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5,6
Cineplayers
7 votos
6,5
Usuários
278 votos
?
Sua nota
Direção
Sam Mendes
Roteiro:
John Logan (roteiro e argumento), Neal Purvis (roteiro e argumento), Robert Wade (roteiro e argumento), Jez Butterworth (roteiro), Ian Fleming (personagens)
Gênero:
Aventura, Ação
Origem:
Estados Unidos, Reino Unido
Estreia:
05/11/2015
Duração:
148 minutos
Prêmios:
73° Globo de Ouro - 2016, 88° Oscar - 2016

James Bond está na Cidade do México, perseguindo Marco Sciarra, após receber uma mensagem encriptada de sua antiga chefe. Mas essa investigação coloca Bond no rastro de uma organização sinistra, chamada Spectre, uma organizada rede de criminosos espalhada por todo o mundo.

Elenco

Daniel Craig
James Bond
Léa Seydoux
Madeleine Swann
Christoph Waltz
Franz Oberhauser
Ralph Fiennes
M
Ben Whishaw
Q
Naomie Harris
Eve Moneypenny
Rory Kinnear
Bill Tanner
Andrew Scott
Max Denbigh - C
Dave Bautista
Sr. Hinx
Jesper Christensen
Sr. White
Monica Bellucci
Lucia Sciarra
Alessandro Cremona
Marco Sciarra
Stephanie Sigman
Estrella
Benito Sagredo
Guerra
Brigitte Millar
Dra. Vogel
Marc Zinga
Moreau
Domenico Fortunato
Gallo
Peppe Lanzetta
Lorenzo
Adel Bencherif
Abrika
Judi Dench
M

Lupas

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  • De certa forma, é bom ver Bond se voltando aos exageros da série e à exageração da realidade. Não tem pé e nem cabeça (como geralmente não tem), mas pelo menos não se leva à sério demais. Waltz um tanto quanto desperdiçado, uma pena.

  • Bond mantém sua sagacidade habitual, mas esta nova aventura é morna e mal resolvida, e embora dialogue bem com o que a série era antigamente (inclusive abordando a relevância de Bond na atualidade), o gosto final é de decepção.

  • Após uma ótima primeira metade (com uma das melhores aberturas da série), o filme enfraquece aos poucos, acumulando clichês (o vilão mais parece Jigsaw com seus joguinhos) e fazendo de Bond o herói invencível de outros tempos. Mas o resultado é positivo.

  • "Cassino Royale" e "Skyfall" deram uma lição: quanto mais humano for o James Bond, melhor é o filme. "Spectre" ignora isso e, com absurdas cenas de ação, uma bond-girl e um vilão sem alma, vira umas maiores decepções de 2015 e um dos mais fracos da série.

  • Trama simplista, roteiro cheio de furos e inconsistências, vilão risivelmente inofensivo e um 'romance' vergonhosamente mal construído. 'Spectre' encerra sem impacto e sem inspiração uma quadrilogia marcada pela inconstância. Decepção do ano.

  • Tem muita coisa boa e muita coisa ruim. A falta de química nos romances e os péssimos vilões com desfechos ridículos(não acertaram em nenhum) pesam muito, mesmo com a ação bem feita e umas cenas belíssimas o filme é praticamente uma decepção.

  • Talvez não seja o melhor da franquia, mas gostei bastante desse filme, bem misterioso e com boas cenas de ação.

  • Sem dúvidas o 007 mais classudo da era Craig, em que finda tornando o Bond aquele personagem intransponível de outrora.

  • Sai perdendo na comparação com 'Casino Royale' (intensidade) e 'Skyfall' (humano), mas 'Spectre' também tem suas vantagens: Sam Mendes e Daniel Craig. O primeiro tem enorme controle do que filma, e o segundo é pura energia na composição. 007 ainda é cult!

  • Primeira metade é ótima, a segunda chega a ser patética de tão infantil e genérica. O vilão de Waltz, não por sua culpa, é o pior da série disparado; direção e principlamente o roteiro se perderam inexplicavelmente

  • Pouco abaixo dos auges de Cassino Royale e Skyfall, 007 Spectre surpreende com o fechamento (ou não) da história do orgulhoso Oberhauser.

  • Poderia falar das boas auto referências, mas destacar isso em um 007 é redundante. Spectre é um filme sem inspiração, com personagens mal explorados, cuja trama desinteressante e repetitiva realmente não tem muito a dizer. Um grande e decepcionante nada.

  • O pior da nova franquia, é sonolento, música inicial chatissíma, bondgirl insossa e poucas sequencias de ação. De bom só o inicio arrebatador e alguns momentos isolados.

  • O grande mérito de "007 Contra Spectre" é embutir o tanto quanto é possível de credibilidade a um personagem muitas vezes tido como datado, sem ignorar os chavões que marcam o charme da saga.

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