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7,8
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Sua nota
Direção
Jean Cocteau, René Clément
Roteiro:
Jean Cocteau (argumento, diálogos e roteiro), Jeanne-Marie Leprince de Beaumont (argumento)
Gênero:
Drama, Fantasia
Origem:
Luxemburgo, França
Duração:
96 minutos
Prêmios:
1° Festival de Cannes - 1946

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Um comerciante vive com seu filho Ludovic (Michel Auclair) e com suas três filhas. Duas delas, Felicie (Mila Paréli) e Adelaide (Nane Germon) são muito malvadas e pretensiosas e se aproveitam da irmã Bela (Josette Day), fazendo-a de empregada. Porém, um dia o comerciante, perdido na floresta, encontra um castelo e pega uma rosa do seu jardim para Bela. Mas o dono do castelo, um ser meio humano e meio fera, captura o comerciante e o condena à morte, ou então que uma das filhas dele o substitua na prisão. Bela se sacrifica pelo pai e vai ao castelo, onde descobre que a fera não é tão selvagem e desumana.

Elenco

Jean Marais
A Besta / O Príncipe / Avenant
Josette Day
Belle
Mila Parély
Félicie
Nane Germon
Adélaïde
Michel Auclair
Ludovic
Raoul Marco
O agiota
Marcel André
Pai de Belle

Lupas

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  • Simplesmente encantador! A construção romântica do filme possui um lirismo de encher os olhos. Algo contido desde o mais simplório dos olhares até o mais belo dos diálogos. Pura poesia cinematográfica!

  • Reverenciemos a beleza. Vamos nos curvar ante à tamanha demonstração de lirismo,sensibilidade e paixão pura.

  • O processo de mistificação da Fera é o processo de destilação de sua figura lendária. Entre outras inteligentes decisões de Clément e Cocteau, o filme é a melhor adaptação do clássico conto, de imponente atmosfera renascentista. FILMAÇO.

  • O desenvolvimento da estória, principalmente no início, é bem irregular, beirando à uma falta de naturalidade irritante. O roteiro carece de conteúdo, o final é ruim, e a direção teatral (apesar do tímido surrealismo) contribuem com a antipatia nesta obra

  • Junto a Buñuel e outros nomes menos reconhecidos como Man Ray ou Germaine Dulac, Cocteau foi dos grandes precursores do surrealismo no cinema. A Bela e a Fera é sua obra-prima, síntese do seu estilo marcante e delicado que rompeu normas estéticas vingen..

  • Estética a frente de seu tempo. Cocteau é poesia.

  • Cocteau usando seu experimentalismo para criar uma versão surreal e sombria do conto. Especialmente incomodo o final, em que a transformação é menos uma volta à essência do que a usurpação da condição do outro.

  • Cocteau demonstra aqui um talento para cinematografia surpreendente, tanto pela fotografia, efeitos, cenários, direção de arte e figurino.O que me decepcionou um bocado foi exatamente onde Cocteau era gênio, no uso das palavras das metáforas e simbologias

  • Bonitinho mas envelhecido.

  • Belíssima direção de arte e uso virtuoso de imagens ao reverso.

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