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Drama Terror

Casa que Jack Construiu, A

(House That Jack Built, The, 2018)
6,0
Cineplayers
5 votos
6,2
Usuários
65 votos
?
Sua nota
Direção
Lars von Trier
Roteiro:
Lars von Trier
Gênero:
Drama, Terror
Origem:
Alemanha, França, Dinamarca, Suécia
Estreia:
01/11/2018
Duração:
155 minutos

A história de Jack, um terrível serial killer, ao longo de 12 anos.

Elenco

Matt Dillon
Jack
Uma Thurman
Lady 1
Riley Keough
Simple
Osy Ikhile
Ed Speleers
Ed
Bruno Ganz
Verge
Siobhan Fallon Hogan
Lady 2
Sofie Gråbøl
Lady 3
David Bailie
S.P.
Ji-tae Yu
Christian Arnold
Robert G. Slade
Rob
Marijana Jankovic
a estudante
Alice Nordmark
mulher morta
Danny Henriquez
Willie

Lupas

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  • Von Trier, de novo, faz o público alcançar um nível de insanidade mental. Apenas um bom domínio da linguagem cinematográfica para conseguir gerar asco e culpa em quem assiste. Nada disso, no entanto, faz sentido quando o argumento é raso.

  • Von Trier no seu pior momento, reunindo pretensão, cinismo e referências revestidas de uma pseudointeligência. A nota é toda por mérito de Dillon.

  • von Trier entrega uma obra com excelente estrutura narrativa, que evolui paulatinamente em violência e complexidade da análise psicológica. A alusão a Dante requinta sobremaneira e é o ponto alto das variadas referencias às belas artes do longa.

  • Um dos melhores filmes do Lars Von Trier, o Matt Dillon está muito bem em cena.

  • Trier volta fazendo uma autorreflexão e dissertando sobre os limites e a função da arte. E reflete sobre um tema p/ lá de atual no mundo: o ato de matar. Lotado de referências clássicas, dialética entre campos do conhecimento, metáforas styles. Genial!

  • Trier mostra a mente perturbada de um psicopata com seus exageros costumeiros para chocar. Se utiliza de auto-referências para questionar até onde a liberdade criativa esconde ou não uma vontade obscura do autor, me fez refletir sobre isso o filme todo.

  • Se você é admirador de von Trier, certamente o filme será "poético, inteligente e cheio de referências", mas se fosse dirigido por outra pessoa, passaria despercebido e seria um monte de baboseira de um cara prepotente. E pra mim, é mais ou menos isso.

  • O diretor pesa em assuntos desnecessários e parece esquecer do principal: um motivo concreto pra tudo isso. Vale pela curiosidade e um terceiro ato atípico.

  • O cinema de Trier é perturbador, chocante, polêmico e super pretensioso, e que me dá curiosidade.Mas alguns de seus filmes não me descem,como esse, que beira ao ridículo.

  • O auto-reflexão cinematográfica mais horrorosa que um cineasta já concebeu.

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