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8,5
Cineplayers
11 votos
8,1
Usuários
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Sua nota
Direção
Orson Welles
Roteiro:
Sherwood King (romance), Orson Welles (roteiro), William Castle, Charles Lederer, Fletcher Markle
Gênero:
Drama, Suspense
Origem:
Estados Unidos
Duração:
87 minutos

Elsa 'Rosalie' Bannister é uma mulher que é salva de um grupo de ladrões pelo jovem Michael O'Hara. Como agradecimento, ela o convida para trabalhar no iate de seu milionário marido. Michael aceita o emprego, mas não pelo dinheiro, e sim para ficar mais próximo de Elsa e, assim, tentar fugir com ela - pois agora ele está completamente apaixonado pela moça.

Elenco

Orson Welles
Michael O'Hara
Rita Hayworth
Elsa Bannister
Everett Sloane
Arthur Bannister
Glenn Anders
George Grisby
Ted de Corsia
Sidney Broome
Erskine Sanford
O juiz
Gus Schilling
'Goldie' Goldfish
Carl Frank
Advogado Galloway
Louis Merrill
Jake
Evelyn Ellis
Bessie
Philip Van Zandt
Policial
Edward Peil Sr.
Guarda
Richard Wilson (I)
Assistente do promotor

Lupas

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  • Uma guerra interior de cada personagem consigo e com todos a sua volta

  • Uma grande direção com cenas belíssimas, como a do aquário, e uma bela montagem de closes. Mesmo o roteiro tendo uma trama bacana e boas reviravoltas, não existe um drama muito forte. Ótimo noir, marcou história. E legal ver tocar Na Baixa do Sapateiro.

  • Um perfeito noir que vai se construindo aos poucos, até virar um filme de tribunal e finalizar num suspense magistral de trabalho de câmera, como na verdade é a obra inteira, uma jóia de roteiro e direção de Welles. E ainda tem Rita Hayworth!

  • Um noir apenas correto. Porém todo talento de Welles na condução das cenas culminando na espetacular cena final (fácil uma das melhores já criadas na história do cinema) engrandecem o filme e o coloca no patamar de histórico.

  • Técnica: 10 Lógica artística: 10 Lógica científica: 8.0 Nota: 9.33

  • Se a primeira metade não funciona tão bem a segunda é um deleite para qualquer amante do film noir. E essa cena dos espelhos, hein? Apesar de não ter nem de perto a inventividade narrativa de Cidadão Kane, gostei mais de assistir este aqui.

  • Quando os personagens começam a se julgar, e o filme a se autoexplicar, a obra acaba perdendo sua atmosfera imparcial, do início. Seja como for, a narração de Welles é ÓTIMA, e o cinema do século XXI precisa de mais histórias como essa...

  • Por mais boa vontade, não consegui ver neste filme, nada que justifique ORSON WELLES. Algumas cenas, como a sequência final da SALA DE ESPELHOS, e uma ou outra, não dão sustentação ao filme. Achei BANAL, história repetida inumeras vezes. Só mudam as caras

  • O clímax na sala dos espelhos vale todo o filme e resume o enigma fragmentário proposto por Welles.

  • É o tipo de filme que instiga não apenas pelo seu aparato visual (Welles incrementava ainda mais sua estética), mas por certa fatalidade (em parte a síntese do Noir) que permeia seus personagens. Não há redenção e, talvez, nem seja o caso por aqui.

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