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7,4
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Yorgos Lanthimos
Roteiro:
Deborah Davis (argumento e roteiro), Tony McNamara (escrito por)
Gênero:
Histórico, Biografia
Origem:
Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda
Estreia:
24/01/2019
Duração:
120 minutos
Prêmios:
76° Globo de Ouro - 2019, 91° Oscar - 2019

No início do século XVIII, na Inglaterra, a frágil rainha Anne ocupa o trono e sua amiga Sarah governa o país em seu lugar. Quando a nova serva Abigail chega, seu charme a aproxima a Sarah.

Elenco

Emma Stone
Abigail Masham
Rachel Weisz
Sarah Churchill
Nicholas Hoult
Robert Harley
Olivia Colman
Rainha Anne
Joe Alwyn
Masham
Mark Gatiss
Marlborough
Jenny Rainsford
Mae
James Smith
Godolphin
Tim Ingall
Lorde Bingley

Lupas

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  • Um Lanthimos mais pé-no-chão, sem tantas afetações. Os ares novelescos propiciam a Colman, Weisz e Stone brilharem individual e coletivamente. Direção de arte e figurinos impecáveis, porém falta um certo arrojo ao roteiro.

  • O trio de atrizes e o frescor da comédia conseguem driblar as afetações de Lanthimos na direção e oferecer uma boa história de rixa feminina.

  • O filme mais comum do diretor grego Lanthimos, mas ainda assim uma boa reflexão sobre uma época, sobre a mulher e uma trama política interna entre as protagonistas que fazem o filme valer a pena. Que trilha sonora! Que imagens!

  • Lanthimos entrega-se ao cinema tradicional, lento, pesado, favorecendo boas atuações. Um filme menor sobre temas já excessivamente explorados. Ainda assim, é bastante correto artistica e tecnicamente e por isso deve ter cativado tantas premiações.

  • É o filme mais acessível de Lanthimos, mas nem por isso menos curioso. O roteiro desenvolve bem as personagens, enquanto a câmera reforça o aspecto surreal, a comédia e a dissimulação de tudo. O trio principal está impecável. Divertido e original.

  • Bons atores não compõem bons filmes? Ora, não sabemos disso há décadas? Não há nada de grandioso, aqui, na trinca de mulheres, só gritos e tiques de rosto. O roteiro parece castrado repentinamente e é quase um milagre que a direção finde por ser louvável.

  • Apesar do ocasional tropeço na redundância de atestar como o auge da civilização se comporta de maneira animalesca e perversa, Lanthimos ao tratar o material pelo viés do humor consegue compôr uma salada formal interessante - ainda que indigesta.

  • Weisz tadinha... entrega muito em um filme que grita tudo e é tão pouco. Outro retrato preocupante de 2018 onde nada se constrói e deis dos 20 m tudo já se desvenda. Tão chato, lotado de tiques e de presunção num estudo bobo de pers tão unidimensionais...

  • Um Lanthimos mais pé-no-chão, sem tantas afetações. Os ares novelescos propiciam a Colman, Weisz e Stone brilharem individual e coletivamente. Direção de arte e figurinos impecáveis, porém falta um certo arrojo ao roteiro.

  • Um filme de sobreposições: uma guerra privada sobre um confronto político, uma camada sobre outra na construção das personagens, uma mulher sobre a outra e a rainha sobre as duas e, por fim, as imagens ao fim do filme, confirmando esse todo complexo.

  • Tira os olhos de peixe e uma montagem um tanto errática no comecinho e The Favourite traz o que há de melhor dessas tramas de politicagem e influências na corte - nada de novo, mas eficiente, alicerçado em três grandes atuações, com destaque para Weisz.

  • Se em algum momento Lanthimos dividiu opiniões e causou polêmica aqui ele entrega um drama comum como uma ambientação levemente bizarra. O diretor começa a se comercializar ao passo que seu cinema começa a cair num lugar comum com muitos maneirismos.

  • Não há nada de nobre na realeza aqui. O desconforto válido cambaleia em preciosismos de direção que valorizam mais o anti-timing do que suas personagens, desfalcando e competindo igual a premissa na hora de ver quem rouba a cena.

  • Muita afetação pra pouco conteúdo. Figurinos e atuações transbordam, o que mantém o interesse.

  • Maquinações do poder. Jogos de interesse político. Alpinismo social. Falta de escrúpulos da aristocracia. Derrocada da moralidade. Este novo filme de Yorgos Lanthimos é um prato cheio para quem gosta de uma boa intriga e um texto cínico e provocativo.

  • Lanthimos é bastante inventivo e "esquisitão", junta-se a isso uma técnica impecável (com exceção de uns trechos irritantes da trilha) e "A Favorita" se mostra uma bizarra diversão. As atuações do trio principal chama a atenção.

  • Jogos de poder e ligações perigosas na corte britânica em um filme que meio que quebra o gesso dos retratos históricos da monarquia com sua estrutura pautada exclusivamente nas ações e inconsequências de suas três personagens, ao invés do acompanhamento de uma linha temporal mais previsível dos fatos. Bem mais gostoso de assistir do que eu esperava e mais distante, vejam só, de um drama pomposo de período como Elizabeth e mais próximo de uma comédia contemporânea despojada como Meninas Malvadas.

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