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8,8
Cineplayers
6 votos
8,7
Usuários
77 votos
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Sua nota
Direção
Jean Eustache
Roteiro:
Jean Eustache
Gênero:
Drama
Origem:
França
Duração:
210 minutos
Prêmios:
26° Festival de Cannes - 1973

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Paris ainda sofre com as seqüelas de Maio de 68 quando um jovem, que aparentemente mantém relacionamento aberto com a mulher com quem vive, se apaixona por uma enfermeira de sexo fácil. Estabelece-se um triangulo amoroso com a ideia de manter um relacionamento a três.

Elenco

Bernadette Lafont
Marie
Jean-Pierre Léaud
Alexandre
Françoise Lebrun
Veronika
Isabelle Weingarten
Gilberte
Jacques Renard
Amigo de Alexandre
Jean-Noël Picq
Jessa Darrieux
Geneviève Mnich
Marinka Matuszewski
Noël Simsolo
Cliente no Café de Flore

Lupas

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  • Uma sucessão de dialéticas estavelmente divinas que captaram como poucos os fundamentos relacionais da sociedade francesa pós-revolução.

  • Uma desilusão amarga e absoluta, sem concessões. Um filme em transe, atemporal - de personagens atolados na perdição de suas contradições. Uma convulsão do tempo, declínio em abismos interiores e projeção da entidade vazia do ser. Obra-prima dos sentidos!

  • Três horas revelam-se pouco quando se pensa em passagens e amostras de emoção que apenas o tempo é capaz de revelar. Falta tempo à libertinagem, contra a gratuidade do pornô, do sexo fácil, do clima artificial.

  • Tem o charme da novelle vague, algumas sequências de diálogos brilhantes e outras vulgares ou desnecessárias, mas também me parece um filme um pouco redundante em sua proposta. Apesar dos personagens honestos não senti muita conexão com seus dilemas.

  • Técnica: 9.5 Arte: 9.5 Ciência: 9.0 Nota: 9.33

  • Representa não só o turbilhão de emoções presentes nas relações sexuais, mas também todo o sentimento de uma geração. É de uma fúria contida que, graças ao talento dos envolvidos, soa como poesia na tela. Nouvelle Vague em sua mais pura essência.

  • Quando as pessoas são tomadas pela arrogância, elas tendem a esquecer de que são humanas!. Principalmente alguns poucos membros do Fóruns .A arrogância dos espertalhões é especialmente ridícula

  • Quando ao fim os monólogos de Alexandre dão lugar ao discurso arrebatador de Veronika não é só uma geração inteira falando, é Eustache falando, na apoteose da politique-des-auteurs, onde sentimos toda a dor e incongruência da alma de um artista.

  • Paris. O Preto-e-Branco pós-revolução. Um filme. 217 minutos. Vidas sem rumo. Uma geração com cicatrizes. Mènage à trois. Niilismo. Vazio. Amor. Ódio. Hedonismo. Desprezo. Nostalgia. Embriaguez. Intensidade. Loucura. A conversa franca. O silêncio...

  • Muito envolvente,bem dirigido e com várias citações cinéfilas é um grande representante dos ideais de liberdade. Mas será a vida livre fácil e sem perdas ?

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