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6,2
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Armando Iannucci
Roteiro:
Armando Iannucci (roteiro), David Schneider (roteiro), Ian Martin (roteiro), Peter Fellows (material adicional), Fabien Nury (quadrinho), Thierry Robin (quadrinho)
Gênero:
Histórico, Comédia
Origem:
França, Reino Unido, Bélgica
Estreia:
07/06/2018
Duração:
106 minutos

Uma comédia de humor negro envolvendo os últimos dias de vida do ditador Stalin, e o caos do regime comunista após sua morte.

Elenco

Steve Buscemi
Nikita Khrushchev
Jeffrey Tambor
Georgy Malenkov
Simon Russell Beale
Lavrenti Beria
Adrian McLoughlin
Josef Stalin
Michael Palin
Vyacheslav Molotov
Olga Kurylenko
Maria Veniaminovna Yudina
Tom Brooke
Sergei
Dermot Crowley
Lazar Kaganovich
Paul Whitehouse
Anastas Mikoyan
Paul Chahidi
Nicolai Bulganin
Cara Horgan
Lidiya Timashuk
Andrea Riseborough
Svetlana
Rupert Friend
Vasily
Jason Isaacs
Field Marshal Zhukov
Nicholas Woodeson
Boris Bresnavich
Elaine Claxton
Mrs. Bresnavich
Sylvestra Le Touzel
Nina Khrushchev
June Watson
Matryona
Richard Brake
Tarasov
Diana Quick
Polina Malotova

Lupas

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  • Iannucci fez a versão russa do seu "Veep": diálogos cortantes, humor mordaz, e momentos hilários. Infelizmente, o ritmo e o nível das piadas cai bem na 2a metade, mas ainda assim é bem acima da média do gênero. Destaque para a cena da votação no comitê.

  • É quase um episódio de 'Veep' passado na União Soviética de Stalin. O ritmo é ágil, as piadas vêm em alta velocidade e com qualidade e o elenco está afiadíssimo. De quebra, há uma sátira muito bem feita aos regimes totalitários. Bastante divertido.

  • Arrested Development invade a Rússia. É bem competente na reconstrução do subtexto político, a trama e as caracterizações são imaginativas (elenco ótimo, btw), mas na 50ª tiradinha fácil do texto a energia esvai e o filme se perde completamente.

  • Tem algumas boas sacadas no humor e no pano de fundo político, mas mesmo assim o filme nunca empolga. Não há um ponto central no roteiro e o excesso de personagens e situações criam um certo desinteresse na obra.

  • Super britânico, o humor funciona bem e conta com alguns momentos inspirados, o que sustenta com eficiência a proposta "arrojada" na abordagem desse momento histórico. Ainda assim, seu valor fica mais como entretenimento passageiro.

  • O viés absurdo e o tratamento caricato da História incomoda tanto quanto gera risos nervosos ao soar mais verossímil do que nunca, vide os dias atuais. O palco para o poder esbanjar cretinice e selvageria animal.

  • É uma pena ver um roteiro recheado de boas sacadas e humor criativo ser construído por uma perspectiva histórica pouco confiável - o resultado final ofusca complemente seus atributos e nos parece uma sátira barata a União Soviética feita por Hollywood.

  • De fato, é um episódio estendido de Veep transportado para a União Soviética. Iannucci mantém o pique dosando o humor e a tensão em meio aos arcos dos seus personagens principais, defendidos brilhantemente pelo elenco, especialmente Russell Beale.

  • A frenética direção entope o espectador de diálogos irritantemente circulares, tornando os conflitos dramáticos (que já não são grande coisa), ainda mais enfadonhos. Salva-se as boas tiradas políticas sobre a paranoia do autoritarismo.

  • A forma cômica, que conquistou o público que amou o filme, bem como arranjou para si perseguidores, é uma escolha corajosa do diretor britânico, mas talvez não a melhor delas. De qualquer forma, de 2017 em diante precisamos muito de filmes como este.

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