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6,9
Cineplayers
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8,1
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Sua nota
Direção
Christopher Nolan
Roteiro:
Christopher Nolan
Gênero:
Ação, Ficção Científica
Origem:
Estados Unidos, Reino Unido
Estreia:
06/08/2010
Duração:
148 minutos
Prêmios:
68° Globo de Ouro - 2011, 83° Oscar - 2011

Don Cobb é especialista em invadir a mente das pessoas e, com isso, rouba segredos do subconsciente, especialmente durante o sono, quando a mente está mais vulnerável. As habilidades únicas de Cobb fazem com que ele seja cobiçado pelo mundo da espionagem e acaba se tornando um fugitivo. Como chance para se redimir, Cobb terá que, ao invés de roubar os pensamentos, implantá-los. Seria um crime perfeito. Mas nenhum planejamento pode preparar a equipe para enfrentar o perigoso inimigo que parece adivinhar seus movimentos.

Elenco

Leonardo DiCaprio
Cobb
Ellen Page
Ariadne
Joseph Gordon-Levitt
Arthur
Marion Cotillard
Mal
Tom Hardy
Eames
Ken Watanabe
Saito
Cillian Murphy
Fischer
Michael Caine
Miles
Tom Berenger
Browning
Pete Postlethwaite
Maurice Fischer
Lukas Haas
Nash
Dileep Rao
Yusuf
Magnus Nolan
James (20 meses)
Yuji Okumoto
Criado de Saito
Tohoru Masamune
Segurança de Saito
Russ Fega
Taxista

Lupas

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  • Um filme construído sobre excelentes ideias, explorando-as de forma impecável, com uma execução nada menos que espetacular. Uma trama repleta de camadas, que ainda dá espaço aos personagens. Queria estar sonhando para que "A Origem" durasse mais tempo.

  • O pastel de vento cinematográfico desse início de década.

  • Nolan associa o campo onírico à engenharia e tenta justificar seu filme com 2h30 de teorias estapafúrdias. De resto temos seu habitual excesso de pragmatismo, cenas de ação insossas, slow motions bregas e truques bobos que torcem o filme ao redor do nada.

  • Nolan achou um jeito próprio de abordar sonhos em suas imagens e arquitetou um filme que se mantém cambaleante entre o que há de mais onírico e falso dentro do cinema e até onde essa arté é capaz de parecer real - um belo paralelo entre sonhos e filmes.

  • Nem é tanto um filme, é mais uma diversão, um quebra-cabeça (complexo na medida certa, evitando abstratismos exagerados), quase um jogo. É original e por isso merece ser conferido. E é sofisticado. Nolan está por cima, mas ainda não virou pop. Que bom!

  • Menos complexo do que a maioria vem cantando, o filme é, na verdade, perfeitamente construído por Nolan, o que o torna mais fácil de se entender. A montagem final se assemelha a uma sinfonia e já está entre os grandes momentos do ano.

  • Como roteirista, Nolan acerta ao transformar uma trama aparentemente complexa em um filme perfeitamente inteligível, sem precisar subestimar o espectador. Como diretor, o êxito foi transformá-lo em um dos grandes filmes de ação da década.

  • A mão pesada de Nolan na direção quase atrapalha, mas a inventidade do roteiro, que admite várias camadas de interpretação, transforma "A Origem" em algo acima da média.

  • A esta altura já se falou de tudo do filme, basicamente ele me encheu de tédio (ao final da sessão, estava arrependido de tê-lo visto) porque em cinema os sonhos devem ser tratados de forma onírica, não pragmática (e cheio de pirotecnias) como aqui.

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