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5,5
Usuários
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Sua nota
Direção
Arnaldo Jabor
Roteiro:
Ananda Rubinstein, Arnaldo Jabor
Gênero:
Drama
Origem:
Brasil
Duração:
121 minutos

O Rio de Janeiro do pós-guerra vive um período de grande efervescência cultural, política e econômica, quando todos os sonhos – ou quase todos – parecem possíveis. Neste cenário de empolgantes transformações, A Suprema Felicidade, um filme de Arnaldo Jabor, narra a trajetória de Paulo dos 8 aos 18 anos, sua conflituada relação com os pais, a sólida cumplicidade com o avô boêmio, e uma arrebatadora descoberta do mundo e de si mesmo - em casa, nas ruas, na escola, em bares, cabarés, bordéis.

Elenco

Jayme Matarazzo
Paulinho
Marco Nanini
Avô Noel
Dan Stulbach
Marcos
Maria Luisa Mendonça
Madam
Maria Flor
Deise
Ary Fontoura
Padre
Mariana Lima
Sofia
Elke Maravilha
Avó
João Miguel
Bené
Jorge Loredo
Padre
Emiliano Queiroz
Comprador
César Cardadeiro
Cabeção
Tammy Di Calafiori
Marilyn
Caio Manhente
Paulo (8 anos)
Michel Joelsas
Paulo (13 anos)
Camila Amado
Michelle Batista
Garota na festa
Roney Villela

Lupas

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  • Um retrato Maravilhoso de meados dos anos 50, excelente fotografia e ambientação, história um pouco morna, mas um filme bem gostosinho de se assistir...

  • Se sai melhor na comedia do começo do que no drama e romance da segunda parte. Tudo nesse filme é motivo para mostrar os peitos. São tantos que até enjoa! Marco Nanini esta exelente com seu personagem que é o melhor do filme

  • Roteiro fraco e sem rumo definido, apenas o personagem do Marco Nanini consegue salvar o filme do desastre total.

  • Patético, carregado e distante. Jabour consegue deixar a trama completamente chata e desinteressante, já que pela quantidade de temas bordados e pela consequente falta de foco o filme deveria ter umas 4 horas (embora as 2 sejam por si só intermináveis).

  • O que parecia ser um show de horrores em seus primeiros minutos, transforma-se em uma obra nostálgica recheada de grandes atuações. Maria Luiza Mendonça e Marco Nanini sugam todas as atenções sempre que estão em cena, compondo o que há de melhor no filme.

  • O longo hiato na direção de Arnaldo Jabor gerou um filme aquém das expectativas, que bebe da fonte de outros que abordam a mesma temática. Saúde-se, porém, a ótima atuação de Marco Nanini.

  • Há falhas na estrutura e a direção é travada,mas a alma é feliz. E o olhar sobre o passado sempre toca. Grande elenco coadjuvante.

  • Apesar dos bons momentos, é muito teatral: parece que a qualquer momento um personagem vai encarar a câmera e recitar "batatinha quando quando nasce..." E o roteiro "metralhadora", cheio de "vai e vem" se perde em cenas que nada acrescentam à trama!

  • 08/03/11- Há uma superficialidade na narrativa e alguns personagens clichês, mas no geral é um filme agradável de assistir e nostálgico. A fotografia e trilha-sonora são os pontos fortes do filme.

Comentários (0)

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