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Direção
Anne Fontaine
Roteiro:
Anne Fontaine (adaptação), Pascal Bonitzer (adaptação), Sabrina B. Karine (roteiro), Alice Vial (roteiro), Philippe Maynial (conceito original)
Gênero:
Drama
Origem:
França, Polônia
Estreia:
14/07/2016
Duração:
115 minutos

Polonia, inverno de 1945. Mathilde Beaulieu é uma jovem estagiário que trabalha em uma filial da Cruz Vermelha francesa. Eles estão em uma missão para encontrar, tratar e repatriar os sobreviventes franceses dos campos alemães. Um dia, uma freira polonesa chega no hospital. Em meio a muito pobres franceses, ela implora a Mathilde para ir a seu convento. Sua vida e suas crenças mudam quando ela descobre o estado avançado de gravidez de várias das irmãs do convento.

Elenco

Lou de Laâge
Mathilde Beaulieu
Agata Buzek
Maria
Agata Kulesza
Mère Abesse
Vincent Macaigne
Samuel
Joanna Kulig
Irena
Anna Próchniak
Zofia
Helena Sujecka
Ludwika
Dorota Kuduk
Wanda
Pascal Elso
O coronel
Thomas Coumans
Gaspard
Katarzyna Dabrowska
Anna
Eliza Rycembel
Teresa
Mira Maluszinska
Bibiana
Klara Bielawka
Joanna
Leon Latan-Paszek
Wladek
Joanna Fertacz
Tia de Zofia
Zacharjasz Muszynski
Cabo russo
Mariusz Jakus
Oficial russo
Delfina Wilkonska
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  • O ritmo da desconstrução para a aceitação da condição das irmãs se dá de forma gradual, muito morna. A ideia de pecado cede à humanização, e o clima tenso (que nunca convence) se naturaliza no inevitável.

  • O acerto de Fontaine, que opta pelo tom sóbrio, de raríssimas concessões aos sorrisos, apresentando um universo em desencanto. O tipo de filme que justifica prêmios de elenco.

  • Les innocentes (ou Agnus Dei) mostra que Rosa Luxemburgo estava errada: a revolução feminista não viria junto com a revolução russa. Soldados soviéticos estuprando freiras é o típico de coisa que nazistas fariam; mas em tempos de brutalidade..

  • História (real) de dor e sofrimento e beleza,e ainda por cima embalada pela 2ª guerra.Boa fotografia.

  • Filme de índole feminista, sóbrio e tocante; contém um belo trabalho de construção da imagem e composição de personagens.

  • Excruciante, essa e a palavra, aflitivo; que é doloroso; que consome, atormenta e tortura, tudo isso, rodeada de cores sombrias embaladas pela fé, poderia ser ficção, infelizmente não é, dói... Belíssimo trabalho...

  • Em meio a uma direção corretíssima, Agnus Dei passeia ao lado de uma fotografia estonteante até o imo de discussões importantíssimas como cultura do estupro, machismo, religião e moral, resgatando uma época negra que infelizmente reflete nossa atualidade

  • Dilemas morais escancarados pela situação extrema dos períodos de guerra. Além do tema importantíssimo muito bem desenvolvido, Fontaine também cria uma obra visualmente belíssima e poderosa. Importantíssimo!

  • A clausura e a opressão no pós-guerra retratados na fotografia e enquadramentos, os questionamentos sobre a importância da fé ou a perda da mesma, assim como da honra e da vergonha daquelas freiras. Belo filme.

  • 28/07/16

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