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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Tim Burton
Roteiro:
Linda Woolverton (roteiro), Lewis Carroll (romance)
Gênero:
Fantasia, Aventura, Comédia
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
23/04/2010
Duração:
108 minutos
Prêmios:
68° Globo de Ouro - 2011, 83° Oscar - 2011

Aos 19 anos, Alice volta ao País das Maravilhas, fugindo de um casamento arranjado. No mundo mágico, ela reencontra os personagens estranhos, como o Chapeleiro Maluco, a Rainha Branca e a Rainha Vermelha, inspirados na obra de Lewis Carroll. É nessa jornada fantástica que a jovem tentará encontrar seu verdadeiro destino e acabar com o reino de terror da Rainha Vermelha.

Elenco

Mia Wasikowska
Alice Kingsleigh
Johnny Depp
Chapeleiro Maluco
Helena Bonham Carter
Rainha Vermelha
Anne Hathaway
Rainha Branca
Crispin Glover
Stayne, o Valete de Copas
Stephen Fry
Gato de Cheshire (voz)
Michael Sheen
Coelho Branco (voz)
Alan Rickman
Absolem, a Lagarta Azul (voz)
Barbara Windsor
Ratazana (voz)
Paul Whitehouse
Lebre de Março (voz)
Matt Lucas
Tweedledee / Tweedledum
Timothy Spall
Bayard (voz)
Christopher Lee
Jabberwocky (voz)
Tim Pigott-Smith
Lorde Ascot
Leo Bill
Hamish Ascot
Marton Csokas
Charles Kingsleigh
Lindsay Duncan
Helen Kingsleigh
Frances de la Tour
Tia Imogene
Michael Gough
Uilleam, o Dodô (voz)
Jim Carter
Carrasco / Servos (voz)

Lupas

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  • O clima combina perfeitamente com Burton, mas o filme continua com uma história muito irregular. A batalha final é ruim e Helena Bonham Carter rouba a cena dos protagonistas.

  • Nem Depp salva esse filme superficial.

  • Feio, desorganizado, visualmente gritante e agressivo, oco, cansativo, anti-climático, e uma protagonista insuportável nas mãos de uma (ainda) inexperiente Mia Wasikowska. Alguns defendem, mas o Alice de Burton é sim, seu maior desastre.

  • Fazer um filme puramente comercial para a Disney é o fundo do poço para um diretor outrora inovador, visualmente impressionante, exímio narrador de bizarrices e amante de Poe. Esta sequência para o Alice original é vazia, mal feita e totalmente passável.

  • É a fanfic de Tim Burton para o grande clássico de Lewis Carroll, compensando eventuais defeitos do roteiro com um visual alucinógeno e narrativa de sonho, que acerta em cheio nos detalhes.

  • Direção no piloto automático, Johnny Depp com aquela dancinha constrangedora, sonolenta batalha final lambuzada de frases de efeito moralístico Disney, e a história de Carroll subaproveitada. Um pouquinho do sensível Burton de antes acaba de morrer aqui.

  • Burton teve grande fase entre 1990 e 1999, mas no restante sua carreira é quase toda um equívoco. Neste Alice a marca Disney parece imperar sobre a de Burton, é um filme formulaico e sem coração que infantiliza ainda mais a famigerada história de Carroll.

  • A todo instante sentimos que o filme vai decolar e nos seduzir, mas a eterna mão pesada de Tim Burton não deixa. Helena Bonham Carter, com a sua frase impagável "Off with their heads!!", rouba a cena.

  • A narrativa tem seus problemas de desenvolvimento, mas a união entre os mundos de Carroll e Burton traz em cada frame muito mais criatividade e imaginação do que 90% do que se vê por aí. Helena Bonhan Carter está excelente.

  • A direção de Tim Burton sempre proporciona ao cinema um espetáculo visual, mas aqui o enredo é insosso, parece faltar algo. Se Bonham Carter mantém uma excelência impressionante, Johnny Depp não sabe se interpreta o Jack Maluco ou o Chapeleiro Sparrow.

  • Visualmente o filme é bom, e lembra Burton, mas a história é extremamente chata, irregular, a personagem principal é sem sal e mal interpretada e o terceiro ato é péssimo. Depp e Boham Carter se salvam.

  • Visual lindo, mas o filme em si foi uma decepção

  • Uma obra sem alma, mas que vale à pena assistir só pelos incríveis efeitos e a espetacular direção de arte de Burton. Nesse âmbito, ele realmente nunca vai nos decepcionar.

  • Uma grande decepção. Tim Burton sempre foi um diretor que soube lidar muito bem com o bizarro. Eis então que surge Alice. O que a gente pensa? Obra-Prima. Não! O resultado é um filme feito no piloto automático, onde o CGI se sobressai perante a história.

  • Uma aventura movimentada, colorida e cativante. O filme consegue divertir, mas passa longe da bagagem conceitual enigmática, surrealista e psicodélica que a obra original tanto prega. Uma 'sidestory' de um grande diretor bem bolada, nada mais.

  • Uma alegoria da auto descoberta. Esteticamente belo e impecavel, mas narrativamente frágil. Todavia, a interessante caricaturização da hipócrita aristocracia também é relevante. Burton contorna bem seus personagens, mas quase se afoga na superficie. Pena.

  • Um requinte visual para encher os olhos do espectador, mas com roteiro fraco e perdido, desperdiçando personagens e que por vezes, não chega a lugar algum. Tim Burton errou a mão, o que é raro de acontecer.

  • Um filme que se enquadra na famosa expressão "a melhor parte é quando acaba", embora não da forma que estão a pensar. O que eu quero dizer é que a canção de Avril Lavigne é mais linda e mais aventura que o filme. Ainda assim, uma sessão razoável.

  • um filme extremamente vazio, com um único proposito de arrecadar dinheiro. Tim Burton esta devendo muito.

  • Um dos melhores filmes do Burton. A decisão de mudar bastante a história do original foi correta: a Alice adolescente é uma heroína interessantíssima, mais que a original. E Helena Bonham Carter está magnífica.

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