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6,7
Cineplayers
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7,3
Usuários
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Sua nota
Direção
Tom Ford
Roteiro:
Tom Ford (roteiro), Austin Wright (romance 'tony and susan')
Gênero:
Suspense, Drama
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
29/12/2016
Duração:
112 minutos
Prêmios:
74° Globo de Ouro - 2017, 89° Oscar - 2017

Susan Morrow, dona de uma galeria de arte, é atormentada pelo romance de seu ex-marido, um suspense violento, enquanto relembra seu primeiro casamento e reflete sobre seu atual momento.

Elenco

Amy Adams
Susan Morrow
Jake Gyllenhaal
Tony Hastings / Edward Sheffield
Isla Fisher
Laura Hastings
Ellie Bamber
Helen Hastings
Michael Shannon
Xerife Bobby Andes
Armie Hammer
Walker Morrow
Aaron Taylor-Johnson
Ray Marcus
Karl Glusman
Lou
Robert Aramayo
Turk - Steve Adams
Laura Linney
Anne Sutton
Andrea Riseborough
Alessia Holt
Michael Sheen
Carlos Holt
India Menuez
Samantha Morrow
Jena Malone
Sage Ross
Zawe Ashton
Alex
Imogen Waterhouse
Chloe
Kristin Bauer van Straten
Samantha Van Helsing
Franco Vega
Policial
Graham Beckel
Tenente Graves
Neil Jackson
Christopher

Lupas

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  • Sustenta bem a difícil narrativa tripla, com um bom timing para se refletirem e se complementarem, mas possui uns excessos que não levam a nada e um tom de conclusão fatalista que não se justifica. Ainda assim, o saldo é positivo.

  • Ford, que é mais esteta do que qualquer outra coisa, tenta misturar três tempos e falha olimpicamente em todos. O presente é enfadonho e repetitivo, a ficção demora séculos para engatar e o passado é recheado de flashbacks caricatos.

  • Ford sabe conduzir uma história madura difícil, e a fluidez das transições entre as narrativas é a prova disso, mas o roteiro jamais consegue ser tão profundo quanto tenta ser, resultando em desequilíbrio nas histórias. O elenco está impecável.

  • Ford emula o surrealismo de Lynch e o fatalismo dos Coen, e faz uma espécie de três neo-noirs em um. As transições dos tempos fílmicos e a mise-en-scène (o diálogo do casal no restaurante) chamam a atenção. Ainda assim, fica a pergunta: what's the point?

  • Ford dá vida a uma brincadeira ilusionista e temporal que aguça e provoca, com elipes naturais que comprovam a organicidade das narrativas, apesar da pequenez aparente da personagem de Amy Adams.

  • Animais Noturnos é um thriller de várias camadas excepcionais, contando duas histórias em paralelo que se confundem e se misturam, uma sensação interessante para o espectador que gosta de ser seduzido por um filme.

  • visualmente incrível

  • Uma jornada do nada para o lugar nenhum. Jamais justifica sua aura autoimportante que com o final do filme soa apenas como um vazio narrativo. Nada que os melhores diretores contemporâneos não tenham feito mil vezes melhor.

  • Um filme que passa tantas mensagens (todas conectadas) através de um elenco inspiradíssimo e uma direção estilosa de Ford. Uma análise de como a sociedade enxerga a força e fraqueza do ser. Animais Noturnos é um dos filmes mais profundos do cinema atual.

  • Tom Ford tem estilo, e isso é inegável!

  • Tinha capacidade pra se tornar algo muito maior, porém, a direção de Ford é pouco inspirada e o longa sustenta-se na boa atuação do grande elenco.

  • Tem suas gratuidades e afetações, mas a pegada pulp extrapola o núcleo do livro e meio que se estende à 'realidade', atenuando sobremaneira o tom de autoimportância e as implicações da visão de mundo fatalista de Ford, que afundaram A Single Man.

  • Só a sacada de colocar a protagonista pra ler a história e, ao se identificar com o que é contado,o marido ser mantido com o mesmo rosto (Jake) e a personagem dela ser uma pessoa extremamente parecida com ela, já vale. Não entendeu oq eu disse? Assista!

  • Se sustenta pelo elenco e pela história ficcional sufocante, trazendo paralelo com o presente. Mas o saldo final da relação das três camadas não chega a ser plausível.

  • se deixar só o filme da amy adams e chamar o aguinaldo silva pra escrever o resto do roteiro ctz q sai uma obra-prima

  • Raramente uma história ficticia dentro de um filme foi tão acertada ou necessária. Brutal e ironico ao mesmo tempo, e de um final bonito e inevitável. Tom Ford esta no patamar Steve McQueen: poucos filmes, todos sensacionais.

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