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7,0
Cineplayers
11 votos
7,5
Usuários
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Sua nota
Direção
Charlie Kaufman, Duke Johnson
Roteiro:
Charlie Kaufman
Gênero:
Animação, Comédia, Drama
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
28/01/2016
Duração:
90 minutos
Prêmios:
73° Globo de Ouro - 2016, 88° Oscar - 2016

O primeiro filme em stop-motion de Charlie Kaufman. Trata sobre um palestrante motivacional que se vê aterrorizado com o vazio de sua vida.

Elenco

David Thewlis
Michael Stone (voz)
Jennifer Jason Leigh
Lisa (voz)
Tom Noonan
Todos os outros (voz)

Lupas

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  • Você sabe que não viu uma animação convencional quando a cena que mais fica na sua cabeça depois da sessão é a de uma transa, que, fora do mundo possível do filme, seria absolutamente constrangedora e anti-climática.

  • Tecnicamente maravilhoso. Demora a engrenar, mas as crises existenciais de Kaufman permanecem poderosas, com seu texto repleto de metáforas. Continua sendo dos meus roteiristas favoritos no cinema.

  • Somos todos Michael Stone na nossa eterna busca as Anomalisas perdidas. E sim, fui enganado pelo toque de genialidade - pensei que a dublagem estava errada ou estar assistindo a um filme diferente. Brilhante.

  • Parece perdido em grande parte de sua projeção, quando se revela um jogo de Kaufman para retratar crise de meia idade, existencialismo e infelicidade. Algumas partes não funcionam como o sonho e a palestra

  • O triste mundo de Michael, onde todas as pessoas são exatamente a mesma coisa, é um reflexo alegórico e genial de Kaufman, que orquestra de maneira exacerbada um filme tocante, reflexivo e produzido com requintes de fineza de cair o queixo. Lindo demais.

  • O filme prova que é difícil digerir toda complexidade dos roteiros de Kaufman (e a obra tem só 90 Min); assim, várias situações mais sensíveis acabam passando despercebidas, e o conjunto se torna apenas uma grande ideia para um público seleto.

  • Mesmo sendo o Kaufman mais ambicioso sobre o vazio existencial do ser humano, é também o menos sutil (3º ato) e satisfatório. Ainda assim, se sobressai pelos temas abordados e recursos estilisticos bem-sucedidos (stop motion e dublagem impecáveis).

  • Lindo filme! Kaufman nos brinda com um grande roteiro.Tocante!

  • Kaufman volta aos temas rotineiros em sua filmografia nesta animação humana e cheia de metáforas. Peca apenas pela irregularidade. Enquanto o segundo ato é uma das coisas mais lindas da temporada, o primeiro é cansativo e o desfecho é previsível.

  • Kaufman transpõe uma realidade muito forte e complexa sobre sentimentos, sobre humanos na sua mais verdadeira forma, aquele humano vazio, incapaz de amar, de enxergar a felicidade mesmo estando bem próxima. O lance das vozes iguais é sensacional.

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