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Direção
Marco Dutra, Juliana Rojas
Roteiro:
Marco Dutra (roteiro), Juliana Rojas (roteiro)
Gênero:
Fantasia, Terror
Origem:
Alemanha, França, Brasil
Estreia:
07/06/2018
Duração:
135 minutos

Clara é uma enfermeira que consegue trabalho como doméstica no apartamento de Ana, mãe solteira nos últimos meses de gravidez. A princípio, a relação entre ambas é somente de patroa e empregada, mas logo se transforma, ainda mais depois de uma noite de lua cheia.

Elenco

Isabél Zuaa
Clara
Marjorie Estiano
Ana
Miguel Lobo
Joel
Cida Moreira
Dona Amélia
Andrea Marquee
Angela
Felipe Kenji
Mauricio
Nina Medeiros
Amanda
Neusa Velasco
Dona Norma
Gilda Nomacce
Gilda
Eduardo Gomes
Prof. Edu
Hugo Villavicenzio
Hugo
Adriana Mendonça
Cida
Lilian Blanc
Selma
Germano Melo
Dr. Ciro Poças
Caetano Gotardo
Reinaldo Estevão
Marat Descartes
Porteiro (voz)
Luciana Paes
Shopping (voz)
Naloana Lima
Mendiga
Ledda Marotti
Moradora do bairro

Lupas

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  • Tem traços de originalidade ao misturar questões raciais e sociais a uma tradicional história de terror... no Brasil. O trabalho de Isabél Zuaa como Clara é o grande destaque.

  • Que argumento formidável! Um dos mais criativos roteiros da temporada. Juliana Rojas e Marco Dutra entregam um drama de horror que traz frescor ao cinema nacional do gênero. A destacar também os efeitos visuais. Uma grata surpresa!

  • O flerte com o horror é a maior injeção de inventividade no cinema nacional em anos. Que a segunda metade se perca numa historieta enferrujada de adaptação e sobrevivência é quase imperdoável. Estiano é possivelmente a melhor atriz brasileira viva.

  • Esperava uma vibe Larry Cohen, mas tá mais pra A Forma da Água com bons momentos, né. Filme suja as mãos dum jeito confortável, depende demais de alegorias pra se sustentar - e a segunda parte patina pra criar uma história de monstro mais tradicional.

  • Dutra e Rojas, com talento e inventividade, honram o cinema de horror brasileiro. Aqui, um trabalho quase multitemático que dosa intensidade e sensibilidade numa história de lobisomem com reflexos sociais.

  • A prova de que há muito a ser explorado no cinema de gênero brasileiro. Ainda que haja uma falta de sintonia entre os dois atos, a sequência final justifica qualquer deslize. Dutra e Rojas são dois dos melhores cineastas brasileiros em atividade.

  • Vive de algumas presenças, do discurso que não é imposto goela abaixo e da instigante primeira parte. Alguns momentos chaves são mal bolados e/ou potencializados (os 15 minutos finais, a cena do gato, destaque mesmo é o ataque no shopping).

  • Um passeio muito equilibrado e divertido por vários gêneros (terror, comédia, musical, drama) e que não deixa a peteca cair em nenhum deles. Acima de tudo, um exercício muito bem-vindo e bem elaborado por uma dupla que ainda não sabe o que é errar.

  • Tem seus problemas de desenvoltura e se sai melhor quando flerta com o horror. Interessante a trama metafórica de amor às diferenças, já mostrada em outros filmes, mas que se torna inusitado por essa historia. Final comovente.

  • Rojas e Dutra voltam s apostar no sobrenatural invadindo o cotidiano e puxando o tapete de quem achava conhecer o rumo da trama. Desempenho espantoso - com trocadilho - de Marjorie Estiano.

  • Razoável

  • Que Horas Ela Volta? meets Um Lobisomem Americano em Londres.

  • Por enquanto é o maior feito da dupla Dutra e Rojas, unindo a análise social brasileira com a parte do horror e folclore e gerando um filme rico em leituras e poesia, ainda por cima pautado em referências que vão de Lynch a Landis.

  • Parece ser o rascunho enxuto de um grande filme, é bem essa a sensação. Pior que me deu uma saudade nem do Mojica que seria pedir demais, mas de um Walter Khouri da vida. Da verdadeira tensão que o cinema brazuca pode oferecer além das ótimas intenções.

  • No começo a tensão sexual entre as duas mulheres não funciona e Estiano está mal. As cenas de uma SP expressionista que ligam as duas partes são espetaculares e o filme cresce daí pra frente. É Cinema com tesão que se arrisca sem nenhum constrangimento.

  • Maratona de qualidade essa do cinema de Rojas e Dutra. As Boas Maneiras flerta com a cultura local, histórica e fantástica sobre vários vieses.

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