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Romance Drama

Vantagens de Ser Invisível, As

(Perks of Being a Wallflower, The, 2012)
7,8
Cineplayers
11 votos
7,9
Usuários
580 votos
?
Sua nota
Direção
Stephen Chbosky
Roteiro:
Stephen Chbosky (romance e roteiro)
Gênero:
Romance, Drama
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
19/10/2012
Duração:
103 minutos

Charlie, um estranho simpático e ingênuo, enfrenta o delicado momento de lidar com o primeiro amor, o suicídio de seu melhor amigo, e sua própria doença mental enquanto juntos lutam para encontrar um grupo de pessoas com qual ele pertença.

Elenco

Logan Lerman
Charlie
Emma Watson
Sam
Ezra Miller
Patrick
Dylan McDermott
Pai
Kate Walsh
Mãe
Patrick de Ledebur
Bully
Johnny Simmons
Brad
Brian Balzerini
Linebacker
Nina Dobrev
Candace
Nicholas Braun
Derek
Julia Garner
Susan
Tom Savini
Mr. Callahan
Paul Rudd
Mr. Anderson
Melanie Lynskey
Tia Helen
Mae Whitman
Mary Elizabeth
Erin Wilhelmi
Alice
Reece Thompson
Craig
Adam Hagenbuch
Bob
Zane Holtz
Chris
Joan Cusack
Dra. Burton

Lupas

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  • Uma modernização dos filmes de adolescente sob um escopo indie. Enquanto seus colegas de elenco da série Harry Potter sofrem para desapegar de suas 'identidades', Watson demonstra cada vez mais que nasceu para estar ali, na frente das câmeras.

  • Para alguns a afetação indie vai incomodar, mas para quem embarcar na ideia, sairá apaixonado pelo filme, que apesar de nem de longe ser tão original como apontam, é de uma sinceridade e beleza tocantes. O trio principal, em especial Watson, é encantador.

  • Fugindo dos estereótipos que marcam o cinema adolescente, Chbosky constrói uma sensível história de amadurecimento, com coragem para abordar temas sérios e com personagens complexos. Ótimas atuações - Watson está adorável - neste forte candidato a cult.

  • Até os nerds se drogavam e se divertiam. Mas, como hoje, eles preferiam lamentar, ser preguiçosos, do que agir e crescer. O filme indie da temporada 2012 não é mais do que a média do sub-gênero.

  • Aqui, os jovens descolados são os deslocados; infinitos, os invisíveis. Drama adolescente sincero, em que um Lerman maduro surpreende num personagem complexo e Miller rouba cada cena, num papel que parece feito pra si. Update de Clube dos Cinco. Upgrade!

  • Aquele filme que transmite tanto carinho dos envolvidos que parece que foi feito especialmente pra nós. Poucos dos dramas indies recentes compreenderam tão bem seus personagens e a passagem da adolescência para a vida adulta.

  • We can be heroes, just for one day.

  • Você percebe que está ficando velho quando você vê esses filmes "cults" feito para o público adolescente e não consegue se identificar. Personagens clichês que dificilmente existem na vida real, mas é legal.

  • Vale apenas como passatempo, nada que me faça refletir sobre atitudes ou sentimentos. Não é tão meloso quanto outros filmes do gênero, mas tem lá suas extravagancias. Para alguém como eu, apenas mais um filme, mas tem sim quem aqueles que se identifiquem.

  • Uou.

  • Um filme que a juventude atual lembrará como clássico no futuro. Chbosky parece compreender a tumultuosa fase da adolescência.

  • Um filme cativante, exala juventude. Um drama juvenil comedido com as atuações sólidas de Ezra Miller e Logan Lerman. Ótima trilha sonora.

  • Um filme belíssimo. Sensível e retrata muito bem essa nova geração de jovens. A direção é muito competente e os atores estão todos muito bem, em especial Ezra Miller. A trilha sonora independente é deliciosa. We Are Infinite!

  • Um dos filmes que mais me identifiquei na vida, cheio de personagens e emoções reais, um lindo retrato dos sentimentos, anseios e mundo daqueles adolescentes com os que me vejo sendo parte. Amor, amizade, amadurecimento, despedida, imortalidade, poesia.

  • Tudo é magistralmente perfeito e embalada por uma deliciosa trilha sonora oitentista e Emma Watson adorável. Os paradigmas da adolescência estão todos lá, dessecados de maneira que poucos filmes conseguiram.

  • Transposição sincera. Chbosky ter escrito o livro, o roteiro e assumido a direção deixa o espectador mais à vontade. O que não está no filme, pra cinema não é relevante, sem contar na história poderosa: fácil de acompanhar, mas difícil de acompanhar bem.

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