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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Mel Gibson
Roteiro:
Robert Schenkkan (roteiro), Andrew Knight (roteiro)
Gênero:
Romance, Drama, Biografia
Origem:
Estados Unidos, Austrália
Estreia:
26/01/2017
Duração:
131 minutos
Prêmios:
74° Globo de Ouro - 2017, 89° Oscar - 2017

O médico do exército americano na Segunda Guerra Mundial Desmond T. Doss serviu durante a Batalha de Okinawa, e recusava-se a matar pessoas, tornando-se o primeiro soldado a negar a fazer o seu serviço militar na história dos Estados Unidos que foi agraciado com uma Medalha de Honra.

Elenco

Andrew Garfield
Desmond Doss
Teresa Palmer
Dorothy Schutte
Hugo Weaving
Tom Doss
Rachel Griffiths
Bertha Doss
Nathaniel Buzolic
Harold 'Hal' Doss
Vince Vaughn
Sargento Howell
Sam Worthington
Capitão Glover
Luke Bracey
Smitty Ryker
Luke Pegler
Milt 'Hollywood' Zane
Firass Dirani
Vito Rinnelli
Nico Cortez
Wal Kirzinski
Goran D. Kleut
Fantasma - Ghoul
Michael Sheasby
Tex Lewis
Ben Mingay
Grease Nolan
Ori Pfeffer
Irv Schecter
Robert Morgan (II)
Coronel Sangston
Richard Roxburgh
Coronel Stelzer
Bill Young
General Musgrove
Ben O'Toole
Cabo Jessop
Philip Quast
Juiz

Lupas

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  • Para além das soluções e efeitos hiper-dramáticos do terceiro ato, a visceralidade da guerra, a câmera de Gibson e o apelo do personagem de Garfield são a coisa mais forte da temporada do Oscar deste ano. O heroísmo americano às vezes funciona muito bem!

  • Pacotão Mel Gibson completo, com todas suas virtudes e excessos. Mas a forma como nos insere junto ao pelotão em seus primeiros passos na guerra, com uma violência gore explícita e decupagem atordoante, é um dos grandes momentos dessa temporada do Oscar.

  • O santo cinematográfico de Gibson, assim como o eram Jesus Cristo, William Wallace e Garra de Jaguar. O caráter inabalável contra o destino inexorável e o drama que nasce do choque.

  • Já não basta a própria ideologia do filme, questionável até o osso, derrubar as intenções nada modestas de Gibson, a primeira metade é de uma insuportabilidade infinita, melhorando após isso com alguns tiros, porradas e bombas. Filme invasivo e moralista.

  • Falta sutileza à condução de Gibson, mas mesmo os excessos ajudam a dar peso emocional à incrível história de Doss, que realmente merecia ser contada. As cenas de guerra, sem poupar a violência, são impressionantes. E Weaving merecia mais reconhecimento.

  • Estaria Gibson tentando emular Kubrick com seu filme de guerra em dois atos distintos com os mesmos temas? De qualquer forma, falha miseravelmente ao colocar um discurso religioso ineficiente e cenas de ação que poderiam estar em um filme do Homem-Aranha.

  • As cenas no campo de batalha são impressionantes!! No mais, uma narrativa clássica e bem feita de exaltação a um herói de guerra. Fica aquela nítida impressão de que já vimos isso antes ...

  • A história de Doss e a força das cenas de combate mostram vestígios de um grande filme lá no meio. Mas o longo 1o ato, que sequer consegue desenvolver os personagens, e a mão pesada de Gibson no 3o, colocam tudo a perder. Garfield está bem, mas é pouco.

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