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Direção
Satoshi Kon
Roteiro:
Satoshi Kon, Sadayuki Murai
Gênero:
Animação, Fantasia, Comédia, Drama
Origem:
Japão, Coréia do Sul
Duração:
87 minutos

Um estúdio cinematográfico será fechado. Genya Tachibana, uma entrevistadora televisiva, localizou sua mais famosa estrela, Chiyoko Fujiwara, que vive reclusa desde que deixou de atuar há mais de 30 anos. A repórter entrega uma chave a ela, o que a faz refletir sobre sua carreira: enquanto ela conta sua trajetória, Genya e seu sofredor cameraman mergulham em seu fascinante passado.

Elenco

Miyoko Shoji
Chiyoko Fujiwara, 70 anos (voz)
Mami Koyama
Chiyoko Fujiwara, 20 - 40 anos (voz)
Fumiko Orikasa
Chiyoko Fujiwara, 10 - 20 anos (voz)
Shozo Izuka
Genya Tachibana (voz)
Shouko Tsuda
Eiko Shimao (voz)
Hirotaka Suzuoki
Junichi Ootaki (voz)
Hisako Kyoda
Mãe (voz)
Tomie Kataoka
Mino (voz)

Lupas

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  • Você está no limiar entre a realidade (vida) e o onírico (cinema). Essa é sua eterna busca por um amor sem face, sem presença, apenas materializado em um sonho perfeito, que te dá forças para continuar em frente. Chegou a hora, me dê a mão, eu te entendo.

  • Um mergulho em um universo complexo de memórias e sobreposições temporais que contam uma história forte e marcante. Realidade e ilusão voltam a se confundir e pedem muita atenção ao jogo cênico arquitetado na mente criativa de Kon.

  • Quando eu por um instante achei que a questão da metalinguagem, entre o documental e a ficção, chegaria em algum lugar, me enganei redondamente. Resta um bom conto sobre a entrega à um amor impossível, improvável e infactível que é muito bem realizado.

  • Pra mim o cinema do Satoshi Kon tem muita parafernália. Esse daqui flui que é uma beleza, mas como filme aventureiro, meio oitentista, meio spielbergiano e até com doses de Nolan. Há animes mais pungentes, aqui rola até um Mcguffin meloso, mas insípido.

  • Pintura sobre pintura. O constante ato de perseguir.

  • O roteiro confuso, somado a todo carnaval pirotécnico e planos surreais, ofusca algumas boas ideias. Restrito a um público bem particular, talvez tivesse melhor sorte como filme, ainda que seja uma mistura de gêneros e se baseie em outras obras.

  • Metalinguagem, ainda que metafórica, contudo assustadoramente real. FILMAÇO.

  • Maior obra de seu diretor, belíssimo e tocante, temas como solidão, esquecimento, são retratados de maneira irretocável, a combinação de fantasia com realidade e personagens fantásticos são a cereja do bolo.

  • Cobra um tanto a paciência de quem assiste, mesmo sendo bonito. Acredito que seja uma constinuação ao discurso em Perfet Blue, superando este, já que o mergulho no mundo das imagens é mais precioso e inteligente.

  • Atriz Milenar desfila sobre grandes referências do cinema e em seu texto imortaliza um sonho de amor que nunca esmorece. Um amor idealizado que se torna a razão de viver, de prosseguir. Enfim, um amor impossível que existiu mesmo não sendo materializado.

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