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6,4
Cineplayers
12 votos
6,5
Usuários
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Sua nota
Direção
Ethan Coen, Joel Coen
Roteiro:
Ethan Coen (roteiro), Joel Coen (roteiro)
Gênero:
Musical, Drama, Comédia
Origem:
Estados Unidos, Reino Unido
Estreia:
14/04/2016
Duração:
106 minutos
Prêmios:
89° Oscar - 2017

Hollywood, anos 1950. Edward Mannix (Josh Brolin) é o responsável por proteger as estrelas do estúdio Capitol Pictures de escândalos e polêmicas e vive um dia intenso quando Baird Whitlock (George Clooney), astro da superprodução Hail, Caesar!, é sequestrado no meio das filmagens por uma organização chamada "Futuro".

Elenco

Josh Brolin
Eddie Mannix
George Clooney
Baird Whitlock
Alden Ehrenreich
Hobie Doyle
Channing Tatum
Burt Gurney
Scarlett Johansson
DeeAnna Moran
Ralph Fiennes
Laurence Laurentz
Tilda Swinton
Thora Thacker / Tessália Thacker
Heather Goldenhersh
Natalie
Veronica Osorio
Carlotta Valdez
Jonah Hill
Joseph Silverman
Frances McDormand
C.C. Calhoun
Alison Pill
Connie Mannix
Max Baker
Roteirista comunista
Patrick Fischler
Benedict, roteirista comunista
Wayne Knight
Figurante de Ave César
Christopher Lambert
Arne Seslum
Ian Blackman
Cuddahy
Clancy Brown
Gracchus
Robert Picardo
Rabino
Jack Huston
Ator no filme

Lupas

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  • Um roteiro correto, bem amarrado, com boas pitadas do sarcasmo característico dos Coen, desta vez mais comedidos. Direção de arte caprichada. A destacar: As cenas de George Clooney com os roteiristas comunistas, inteligentes e hilárias.

  • Tinha tudo para ser um filme chato e enfadonho, mas como sempre os irmãos Coen trabalham bem e o torna deliciosamente divertido, com conteúdo e imprevisível.

  • Surpreendentemente, essa homenagem/sátira/reverência dos Coen ao cinema carece de foco e inspiração, deixando a desejar em termos de enredo, personagens interessantes e até mesmo momentos engraçados. Eles já fizeram - e ainda vão fazer - melhor.

  • Os Coen retomam de uma forma menos sombria o universo de "Barton Fink", transcendendo os limites das injokes sobre o cinema com uma esperta sátira ao comunismo e à guerra fria. Mais que repetitivo na carreira dos diretores, "Ave, César!" é revigorante.

  • Não é tão universal quanto os grandes filmes dos Coen, por falar principalmente com o público que conhece (diferente de gostar) cinema e a velha Hollywood, mas as sutilezas no uso da ironia continuam lá, e são o melhor do filme.

  • Coens seguem voltando aos anos 1950 sem nada a oferecer com esse olhar revisionista, a não ser a reiteração dos próprios cacoetes e obsessões formais. De uma mediação medíocre entre sarcasmo e reverência.

  • A extrema pessoalidade dos Coen diminuem consideravelmente o alcance da mensagem, mas é uma eficaz sátira/homenagem aos anos de ouro de Hollywood e seus gêneros "mortos". Channing Tatum é dono das melhores cenas.

  • Uma coleçao de cena isoladas (esquetes?) Que em certa altura evidenciam o mero pretexto para adentrar no tema, é de estrutura interessante, ainda que careça de muito ritmo e maior unidade e possua o enredo mais preguiçoso quese tem notícia dos Coen.

  • Um filme vintáge. Eca.

  • Têm aqueles momentos inspirados típicos dos Coen, como a hilária gag de Frances McDormand, porém são escassos e aquém da áurea mordaz e criativa deles. Contudo, é bem executado e usufrui de apuro técnico.

  • Talvez o filme mais inofensivo dos Coen: história sem punch ou graça + desfile de cameos desnecessário. É bem filmado e com bons diálogos, mas completamente esquecível. Ehrenreich é o que realmente faz valer a pena.

  • Razoavel

  • quando tenta fazer uma homenagem a velha hollywood consegue, principalmente com as cenas musicais e referencias. Quanto tenta ser uma comedia falha e aparenta ser um filme sem rumo. Excesso de personagens e alguns atores poderiam ter sido melhor usados.

  • Praticamente um anti-Lynch em como trata os bastidores de Hollywood, mas não chega a uma 'homenagem'. Tem várias jogadas interessantes, mapeando bem a rotina do estúdio antes de ir direto pras meta-espertezas, só não chega a ser tão bem dirigido mesmo.

  • Os irmãos Coen podem e farão certamente em um próximo filme algo melhor. Aqui tem bons momentos (diverte, entretém, inclusive), mas nada que saia do lugar comum. Uma pena, pois poderia ter sido bem melhor, mas o saldo final é positivo.

  • Os filmes dentro do filme são muito bem dirigidos e detalhistas. A fotografia é quente e os diálogos fazem o filme ser "legalzinho" até o fim. Não passa disso.

  • Os Coen novamente fiéis ao seu estilo, porém com resultado inferior. Personagens mal trabalhados e com poucas chances em cena se somam a uma trama em que as referências paródicas são o único ponto realmente interessante.

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