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Cineplayers
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Nos primeiros anos da ocupação alemã na França, Shosanna Dreyfus testemunha a execução da sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa. Shosanna consegue escapar e foge para Paris, onde muda de nome e assume a identidade de uma dona de um pequeno cinema. Em outro lugar da Europa, o tenente Aldo Raine organiza um grupo de soldados judeus americanos para colocar em prática uma vingança. Posteriormente conhecido pelos alemães como os “Os Bastardos”, o grupo de Raine junta-se à atriz alemã e agente secreta Bridget Von Hammersmark em uma missão para eliminar os líderes do Terceiro Reich. E o destino junta todos no mesmo cinema, onde Shosanna tramou um plano de vingança próprio.

Elenco

Brad Pitt
Tenente Aldo Raine
Mélanie Laurent
Shosanna Dreyfus
Christoph Waltz
Coronel Hans Landa
Eli Roth
Sargento Donny Donowitz
Michael Fassbender
Tenente Archie Hicox
Diane Kruger
Bridget von Hammersmark
Daniel Brühl
Soldado Fredrick Zoller
Til Schweiger
Sargento Hugo Stiglitz
August Diehl
Major Dieter Hellstrom
Mike Myers
General Ed Fenech
Julie Dreyfus
Francesca Mondino
Léa Seydoux
Charlotte LaPadite
Samuel L. Jackson
Narrador (voz)
Martin Wuttke
Hitler
Gedeon Burkhard
Cpl. Wilhelm Wicki
Jacky Ido
Marcel
B.J. Novak
Pfc. Smithson Utivich
Denis Menochet
Perrier LaPadite
Sylvester Groth
Joseph Goebbels
Richard Sammel
Sargento Rachtman

Lupas

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  • Um descompromisso total com fatos históricos que garante a Tarantino um passaporte para fazer seu próprio filme de guerra personalizado, sem precisar se preocupar com os limites do gênero. Christoph Waltz em uma performance genial.

  • Tarantino, descontrolado ("É minha obra-prima"), entrega um filme com roteiro esquemático (o clímax é especialmente ruim), que poderia ser de qualquer outro, não fosse a elegância costumeira. Mas, mais uma vez, faltou conteúdo e humildade.

  • Tarantino recria um importante fato histórico com seu humor atípico, sangrento e imprevisível, carregando seu filme de um magnetismo que permite com que seus 150 minutos passem voando. Waltz impecável.

  • Tarantino continuará sendo o diretor mais arrogante do mundo enquanto souber fazer filmes melhores do que 95% do restante. Como disse o Thiago, um filme pelo Cinema, que ao lado de A Espiã traz algumas das melhores observações sobre a barbárie da guerra.

  • Tarantino conseguiu de novo. Falar mais do que isso é contar demais, mas arrisco dizer que aqui tem sua cena em que mais se aproxima de cinema como obra de arte, criação visual e imersão.

  • Taranta é Taranta!

  • Bastardos é a consequência do excesso de filmes bons e ruins vistos por Tarantino, que se refletem na tela com o diretor brincando com as páginas da História e com a própria linguagem cinematográfica, ainda que com certo desequilíbrio e notas dissonantes.

  • Apesar das normais derrapadas em seu próprio ego, Tarantino confirma novamente que é um puta diretor. Construção cuidadosa das cenas, longos e deliciosos diálogos, domínio completo da técnica e momentos de incrível força criativa. Cinema de alto nível.

  • 1) Planos incrivelmente elaborados e cenas hipnotizantes como a atuação de Waltz contornam pequenos deslizes do roteiro. 2) Apenas cineastas com talento, ousadia e regularidade (qualidades dificílimas de se associarem) como Tarantino podem ser arrogantes.

  • Uma viagem alucinante de Tarantino pela 2ª Guerra Mundial.

  • Uma paródia incrível da guerra!!! Eu tive tanto preconceito contra este filme, pelo fato dele paródiar a história da guerra, que tenho vergonha das pessoas que briguei por causa dele, antes mesmo de assiti-lo. É um filmaço!!! Amadureci e compreendi!!!

  • Uma metalinguagem bem empregada e atores inspirados, que quase são sublimados pelo epílogo algo decepcionante em seu excesso de cinismo.

  • Uma dosagem cínica e primorosa de originalidade. Tarantino lapida trejeitos convencionais do tema e adequa à sua faceta mordaz, tendo como plano de fundo o holocausto, e por fim, escancara de vez sua destreza mórbida em fabricar obras-primas particulares.

  • Um filme, originalmente de drama, consegue arrancar do telespectador umas boas gargalhadas com o tenente Aldo Raine e seus bastardos. Irônico, tem um fim que talvez muitos gostariam que houvesse na vida real. Interessante e chamativo, um grande filme.

  • Um filme pelo cinema e pela versatilidade e grandiloquência do próprio artista.

  • Um filme hipnotizante. Aqui Tarantino faz arte e ainda consegue entreter!

  • Um filme arrogante, de um diretor arrogante, com um desenvolvimento arrogante, historicamente arrogante e um final arrogante (a última frase resume bem). O clímax é espetacular e traduz todo o sentimento de uma época, inclusive o de quem assiste ao filme.

  • Um dos melhores do Tarantino, só perde mesmo pra Pulp Fiction e Cães de Aluguel. Hans Landa é um dos melhores vilões do cinema.

  • Um diálogo me deixou nervoso, alterou meus batimentos. Isso é cinema. Entrega outra pessoa após ver o filme.

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