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6,7
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Helvécio Ratton
Roteiro:
Helvécio Ratton, Dani Patarra
Gênero:
Drama
Origem:
França, Brasil
Duração:
110 minutos

No final dos anos 60 no Brasil, um grupo de frades dominicanos, movidos por ideais cristãos, decide apoiar a luta armada contra a ditadura militar. Os frades são presos e torturados. Um deles, Frei Tito, é mandado para o exílio na França, onde comete suicídio para se libertar de seus carrascos.

Elenco

Caio Blat
Frei Tito
Daniel de Oliveira
Frei Betto
Ângelo Antônio
Frei Ivo
Cássio Gabus Mendes
Fleury
Cynthia Falabella
Jana
Juliana Martins
Presa no DOPS
Marcelia Cartaxo
Nildes
Jean-Pierre Moulin
Prior de la Tourette
Marcelo Campos
Professor
Murilo Grossi
Raul Careca
Jota D'Ângelo
Cardeal
Adilson Magah
Carcereiro

Lupas

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  • Uma aula de como estragar um ótimo roteiro-base (o livro de Frei Betto) com uma péssima direção, principalmente na escolha de atores.

  • Um horror, o que fizeram, com pessoas que contestavam sem violência, uma DITADURA, amarga, irreal e não pedida pelo POVO. Foi imposta. Agora o que o assassino DR. FLEURI e seus asseclas, fizeram é INCOMENSURAVELMENTE desumano. É facil bater, COVARDES.

  • Um filme de história e ideologias fortes, mas executado de forma tão fria quanto sua fotografia. Se ele tivesse mais foco no psicológico de seu protagonista ao invés de querer retratar todo um período histórico, ele seria bem mais impactante.

  • Senhor diretor, por favor, atenha-se à sua capacidade e não abrace o mundo tentando abordar tantos assuntos em tão pouco tempo e em uma produção audiovisual. Escreva um livro de história que é melhor.

  • se havia um ponto de vista interessante sobre a ditadura brasileira (e certamente havia), ele foi asfixiado por diálogos engessados e atuações canhestras

  • Ressente-se de uma ausência de visão mais crítica sobre a luta armada, mas faz um retrato forte de abusos cometidos em períodos sombrios de nossa história.

  • Possui uma bela, fria e áspera recriação da época da ditadura, porém o filme de Ratton se limita a somente recriar os fatos, com uma estética lenta que propõe um pensamento que não existe e uma narrativa morta. É o comum "filme de aula de história".

  • Pesado, cenas fortes. Tem que estar bem pra ver e "digerir" bem. Importante, em tempos que alguns vociferam por aí que vivemos numa ditadura. Assistam e repensem.

  • O filme é de um didatismo irritante, mas o tema narrado (ditadura militar no Brasil) é pertinente, e faz pensar sobre este período de terror perpetrado pelo Estado.

  • Como valor histórico, é fiel e representa bem a situação repressora ditatorial, transmitindo bem a tensão do período. Mas, peca exclusivamente nos diálogos artificiais, que diminuem as atuações, prejudicando o resultado final.

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