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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Bryan Singer, Dexter Fletcher
Roteiro:
Justin Haythe (roteiro), Anthony McCarten (roteiro), Peter Morgan (esboço), Stephen J. Rivele (esboço), Christopher Wilkinson (esboço)
Gênero:
Música, Drama, Biografia
Origem:
Estados Unidos, Reino Unido
Estreia:
01/11/2018
Duração:
134 minutos
Prêmios:
76° Globo de Ouro - 2019, 91° Oscar - 2019

Um relato dos anos que antecederam a lendária aparição da banda Queen no concerto Live Aid, em 1985.

Elenco

Rami Malek
Freddie Mercury
Aidan Gillen
John Reid
Mike Myers
Ray Foster
Lucy Boynton
Mary Austin
Joseph Mazzello
John Deacon
Tom Hollander
Jim Beach
Allen Leech
Paul Prenter
Ben Hardy
Roger Taylor
Gwilym Lee
Brian May
Aaron McCusker
Jim Huston
Vincent Andriano
Meat Packer One
Meneka Das
Jer Bulsara, a mãe de Freddie
Johanna Thea
Convidada VIP, da festa
Neil Fox-Roberts
Sr. Austin

Lupas

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  • Vale pela excelente caracterização de época e das personagens, além, claro, da trilha sonora. No mais, é só uma cinebiografia bem contada, que não chega a empolgar. Fred Mercury e o Queen mereciam bem mais.

  • Sem roteiro nenhum, vai pulando para as partes que importam e em menos de 20 minutos já temos um Mercury ícone musical, e as músicas e a apelação com a fã base dá conta do resto. Malek na base da imitação de trejeitos parecendo cover de banda no Faustão.

  • Mercury e o Queen são bem maiores do que qualquer cinebiografia, mas Singer e Fletcher conseguem a difícil proeza de transportarem às telas a trajetória (com alguns pulos temporais esperados) de forma humana e emocionante. Grande revisitação ao Live Aid.

  • É um ótimo filme principalmente por transpor bem a sensação de estar dentro de um show, mas está longe de contar a história do Queen. Podemos considerar inspirado neles, jamais baseado em fatos reais. Muita coisa importante foi mudada.

  • Diante de um biografado que viveu várias vidas em uma, é normal que o filme corte partes importantes da jornada de Mercury, que, se não afetam a narrativa para os leigos, deixam o resultado inofensivo demais. As cenas do Live Aid e Malek são os destaques.

  • As muitas liberdades funcionam dramaticamente, dando norte ao filme e evitando o caráter episódico. O resultado é uma obra envolvente, com belas atuações e momentos de grande força (a apresentação no Live Aid é espetacular). Para sair em êxtase do cinema.

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