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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Michael Haneke
Roteiro:
Michael Haneke
Gênero:
Suspense, Drama
Origem:
Alemanha, França, Itália, Áustria
Duração:
117 minutos
Prêmios:
58° Festival de Cannes - 2005

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Georges, um apresentador de um programa literário de TV, recebe um pacote contendo vídeos dele com sua família - feitos secretamente na rua - e desenhos alarmantes cujos significados são obscuros. Gradualmente as filmagens de vídeo tornam-se mais pessoais, mostrando que o remetente é algum conhecido de Georges. Ele sente a ameaça perdurar sobre si e sua família, mas como nenhuma ameaça direta foi feita os policiais recusam-se a ajudá-lo... Filme vencedor de três prêmios no Festival de Cannes: direção, FIPRESCI e Júri Ecumênico.

Elenco

Daniel Auteuil
Georges Laurent
Juliette Binoche
Anne Laurent
Maurice Bénichou
Majid
Annie Girardot
Mãe de Georges
Bernard Le Coq
Editor de Georges
Walid Afkir
Filho de Majid
Lester Makedonsky
Pierrot Laurent
Daniel Duval
Pierre
Aïssa Maïga
Chantal
Louis-Do de Lencquesaing
Dono da livraria

Lupas

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  • Um suspense genuíno, com uma atmosfera agoniante e uma direção primorosa de Haneke. O suspense crescente e o final abrupto e aberto são acertados, assim como o elenco, perfeito. Original, tenso e revigorante. Cinema de verdade.

  • Um filme sobre o ódio e sua repercussão àqueles que o infligem e sofrem. Frio, como de costume na filmografia do diretor, mas a trama exige tal distanciamento e interessante na medida do possível.

  • Um dos filmes mais instigantes dos últimos tempos.

  • Seu final abrupto é a coroação de um trabalho que nunca segue pelo caminho mais fácil, e revolve feridas que muitas vezes as pessoas lutam para manter escondidas, encobertas pelo silêncio.

  • Segredo, passado, culpa, conflitos. Haneke cria uma história tensa, onde o espectador é tão vítima de tudo o que acontece quanto os personagens. O final, anti-climático e desconfortável, é a prova de que somos apenas mais um dentro daquele universo.

  • Quando a não-revelação e o sentimento de culpa se encarregam de ser antagonistas. Mérito para a ótima ambientação.

  • O Voyer é construído de forma magnifica, hora sabemos o mesmo tanto que os personagens, hora um pouco menos, mas nunca mais do que eles.

  • O quão forte pode ser a simples exposição do nosso dia-a-dia à nós mesmos? A pura imagem de um espelho que trás consigo nossos mais escondidos segredos. Isso é grande. É um filme de boas e excelentes idéias nem sempre tão bem executadas.

  • Não é um filme fácil, mas a mensagem que deixa é forte. Mostra como os campos de tortura são sutilmente construídos. Ponto fraco para o filme que apenas constata e nada mais.

  • Nada conclusivo,uso de artifícios diferentes e um excelente clima de mistério,menos choque e mais desenvolvimento. Caché é um grande cinematográfico.

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