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5,4
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Rob Marshall
Roteiro:
James Lapine (roteiro e musical original), Stephen Sondheim (musical original)
Gênero:
Musical, Fantasia, Comédia
Origem:
Estados Unidos, Reino Unido, Canadá
Estreia:
29/01/2015
Duração:
124 minutos
Prêmios:
72° Globo de Ouro - 2015, 87° Oscar - 2015

Uma Bruxa, para conseguir sua beleza de volta e desfazer a maldição lançada sobre a descendência do Padeiro, exige que ele reúna quatro objetos únicos espalhados pelo reino: uma capa vermelha, fios de cabelo loiro, um sapato precioso e uma vaca branca.

Elenco

Meryl Streep
Bruxa
James Corden
Padeiro
Emily Blunt
Esposa do Padeiro
Anna Kendrick
Cinderela
Chris Pine
Príncipe da Cinderela
Johnny Depp
Lobo-Mau
Lucy Punch
Lucinda
Tammy Blanchard
Florinda
Christine Baranski
Madrasta da Cinderela
Daniel Huttlestone
João
Mackenzie Mauzy
Rapunzel
Frances de la Tour
Gigante
Billy Magnussen
Príncipe da Rapunzel
Tracey Ullman
Mãe de João
Lilla Crawford
Chapeuzinho Vermelho
Simon Russell Beale
Pai do Padeiro
Annette Crosbie
Vovó de Chapeuzinho
Richard Glover
Valete do Príncipe
Joanna Riding
Mãe de Cinderela

Lupas

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  • Um verdadeiro desastre do início ao fim. Além de fazer uma verdadeira salada sem sentido com os contos famosos, o filme também traz os números musicais mais sem graça em sei lá quantos anos. Até mesmo a produção parece amadora. Vergonhoso.

  • Um pot-pourri de clássicos contos de fadas, que se sobrepõe sem perder as características marcantes de cada um, porém resultando num enredo pouco original.

  • Gosto do modo como os clássicos são misturados, mas é um musical sem uma música realmente marcante - e isso é terrível para o seu gênero.

  • Gostei das músicas (porém nenhuma excepcional), da qualidade do humor (engraçado e de bom gosto, com algumas leves ousadias). O roteiro, porém, é uma bagunça enorme, muitas vezes incoerente. Emily Blunt é quem se destaca no meio de tantas estrelas.

  • As canções de Stephen Sondheim não resistem às coreografias sem brilho, à encenação preguiçosa, à falta de autoironia e ao final incoerente, e a essência da peça (cuidado com o que deseja) se perde numa salada mista sem fim. Saudades de "West Side Story".

  • A melhor notícia de Caminhos da Floresta é que Rob Marshall não aliena o material original. O filme protege sua farsa estética, aproximando-se de uma construção de cena muito evidente, o que é essencial para que se conte aquela história.

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