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7,9
Cineplayers
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7,8
Usuários
166 votos
?
Sua nota
Direção
Samuel Fuller
Roteiro:
Samuel Fuller (roteiro), Curtis Hanson (roteiro), Romain Gary (argumento)
Gênero:
Drama, Terror, Suspense
Origem:
Estados Unidos
Duração:
84 minutos

Um cão treinado a vida toda para atacar pessoas negras se torna um retrato dos 'cães brancos' da África do Sul. Quando a jovem aspirante a atriz Julie o adota, nada sabia sobre sua condição, e o tempo passa sem nada ocorrer. Mas, aos poucos, ela percebe o comportamento racista do cão e o entrega a um treinador de animais para filmes e seu parceiro Keys, ele próprio negro, para que eles tentem reeducar o animal. A questão é: será isto possível?

Elenco

Kristy McNichol
Julie Sawyer
Paul Winfield
Keys
Burl Ives
Carruthers
Jameson Parker
Roland Grale
Bob Minor
Joe
Lynne Moody
Molly
Parley Baer
Wilber Hull
Samantha Fuller
Helen Hull
Samuel Fuller
Charlie Felton
Dick Miller
Treinador de animais
Vernon Weddle
Veterinário
Christa Lang
Enfermeira
Marshall Thompson
O diretor
Paul Bartel (I)
O operador de câmera
Alex Brown
Homem na igreja
Tony Brubaker
Motorista do caminhão de limpeza
Terrence Beasor
Motorista do abrigo de animais
Helen Siff
Administradora do abrigo de animais
Karrie Emerson
Vizinha tomando banho de sol
Sam Laws
Charlie

Lupas

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  • Sabe aqueles filmes que deixam seus olhos marejados? Não por serem emocionantes, ou algo do tipo, mas por serem perfeitos. Cão Branco é assim. Cada enquadramento, cada travelling, cada nota da trilha de Morricone... enfim. A perfeição segundo Fuller.

  • O preconceito irracional e incontrolável, descoberto na escuridão, repassado por gerações e aprendido com eficácia, visto sob o angulo metafórico e genial de Fuller, que acompanha tudo com sua câmera impetuosa e consolida uma obra realista e original.

  • No início o charme estava no subtexto, contudo depois de uns 45 minutos o filme abre as pernas para a mensagem anti-racismo escancarada.

  • No campo da impostura social... Quando Samuel Fuller decide virar sua câmera para aquela que é a faceta mais sórdida da raça humana; O resultado é uma obra visceral, selvagem, impactante e desoladora. O racismo é uma doença degenerativa da alma humana.

  • Já inventaram uma arma tão poderosa quanto a câmera usada por Fuller? Eu posso falar em intensidade, visceralidade e mais um montão de bobagens, que não explicarei porra nenhuma. Só entrando no campo de batalha criado por ele para entender.

  • História grossa e direta, com um comecinho bem colocado pra situar o principal - a fera é cruel demais! Julie abraça o cão,ele está calmo parece até chorar,a câmera gira e vemos sua outra face,assustadora e pronta para matar. Difícil achar cena a nível.

  • Fuller de novo brilhante esteticamente, e agora com a trilha do Ennio Morricone, sensacional. É um roteiro cheio de ironias, e que rende ótimas cenas. Uma ode à utilização de animais no cinema.

  • Filme tosco, mal trabalhado com enredo e roteiro fraco péssimas atuações e diangolos inexpressivos

  • Filme B sessentista em plena década de 80 é um primor narrativo de Fuller e sua imagem final é das coisas mais significativas em se tratando de racismo no cinema.

  • Em um mundo onde o colorido se torna preto e branco, o cão ladra e uma brutal alegoria sobre intolerância surge. Até quando nos deixaremos adestrar com o ódio?

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