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7,8
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Sua nota
Direção
Andrzej Wajda
Roteiro:
Jerzy Andrzejewski (romance e roteiro), Andrzej Wajda
Gênero:
Drama, Guerra
Origem:
Polônia
Duração:
105 minutos
Prêmios:
19° Festival de Cannes - 1966

Maciek é um jovem lutador da resistência polonesa. No dia em que a Alemanha apresenta sua rendição incondicional na Segunda Guerra Mundial, ele tem a missão é matar Szczuka, o líder comunista da região. Após ter passado toda a guerra lutando contra os alemães como inimigos, Maciek se vê, agora, diante do dilema de enfrentar os russos ligados a Stalin, seus antigos aliados.

Elenco

Zbigniew Cybulski
Maciek Chelmicki
Ewa Krzyzewska
Krystyna
Waclaw Zastrzezynski
Szczuka
Adam Pawlikowski
Andrzej
Bogumil Kobiela
Drewnowski
Jan Ciecierski
Porteiro
Stanislaw Milski
Pieniazek

Lupas

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  • Um filme classudo,com direção de arte apaixonante e um personagem principal muito bom. Dos melhores de Wajda.

  • Um dos livros mais importantes da Polônia transformado em obra-prima da sétima arte por Wajda! Um filme denúncia contra os absurdos da guerra, retratados quase de maneira emocional pelo diretor (o próprio lutou na resistência contra os nazistas).

  • Um contexto político bem específico de um país do qual não tenho muito conhecimento, mas percebe-se que bem construído, as politicagens, as diferenças entre as gerações. Fotografia e planos muito impressionantes, baita direção! E um J.Dean polonês style!

  • O romance dentro do filme é CHATO e achei completamente desnecessário... mas de resto, Wajda tem uma mão forte... os atores estão muito bem fotografados e a sequência inicial do ataque na igrejinha (?) é simplesmente PERFEITA.

  • O flagelo da guerra, a decadência sintomática da sociedade e a tomada de consciência do homem perdido. Andrzej Wadja realiza um filme humanista, reflexivo e dotado de um trabalho de câmera impressionante (planos de extraordinária composição).

  • Não vi nada que justifique sua fama, um filme bastante atabalhoado e desconexo, ou vai ver mais provavelmente eu que não entendi bulhufas do filme.

  • Filme denúncia em que o forte é o humanismo, com direito a simbologias (lençol branco e sangue vermelho como a bandeira polonesa). E com enquadramentos inspirados em John Ford e Orson Welles (o que é até redundante dizer), Wajda agrega valor ao registro.

  • Em meio a tantos olhares sobre guerras, Wajda deixa sua marca entrando na intimidade de um jovem como qualquer outro, mas também cheio de singularidades. Tão conciso quanto potente.

  • Desilusões e recomeços. Presente e futuro. Cinzas e diamantes. Quando o dano já está consolidado, só resta o caminhar inconstante e tortura provocada pelas horas de espera.

  • 05/11/08 - Wajda é um mestre dos filmes políticos e este é sua obra-prima. O final do filme é um dos mais marcantes e impressionantes do cinema.

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