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7,6
Cineplayers
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8,4
Usuários
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Sua nota
Direção
Darren Aronofsky
Roteiro:
Mark Heyman (roteiro), Andres Heinz (argumento e roteiro), John J. McLaughlin (roteiro)
Gênero:
Drama, Suspense
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
04/02/2011
Duração:
108 minutos
Prêmios:
68° Globo de Ouro - 2011, 83° Oscar - 2011

Nina é uma bailarina veterana que se vê presa em um confronto competitivo com uma dançarina rival chamada Lilly. O fato é que, em determinado momento de tensão, Nina não sabe mais se sua rival é ou não uma ilusão em sua cabeça.

Elenco

Natalie Portman
Nina
Mila Kunis
Lily
Winona Ryder
Beth MacIntyre
Vincent Cassel
Thomas Leroy
Barbara Hershey
Erica Sayers
Ksenia Solo
Veronica
Kristina Anapau
Galina
Benjamin Millepied
David
Janet Montgomery
Madeline
Sebastian Stan
Andrew
Toby Hemingway
Tom
Mark Margolis
Sr. Fithian
Tina Sloan
Sra. Fithian
Marcia Jean Kurtz
Figurinista Georgina

Lupas

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  • Tal como no balé, o filme cadencia, há um padrão que se submete ao sentimento de sua personagem em delírio e isso perturba. Aronofsky, com sua ótima direção, entrega um dos melhores filmes do ano. Não poderia ser mais poético e bonito.

  • No começo, a câmera inquieta incomodou e gerou mal estar. Mas, aos poucos, a imersão na jornada da bailarina foi ficando cada vez mais cativante, sufocante e sedutora. Os últimos trinta minutos são uma obra-prima de um diretor que ainda não errou a mão.

  • Não tem Portman que salve um filme que oscila entre o horror banal-mastigado, excelentes coreografias e alguns efeitos de presença, mas só pra voltar a ser o que seu esqueleto sempre foi: um thriller psicológico frágil por inexperiência de seu diretor.

  • Não se pode negar as qualidades que esse filme traz em meio a produções americanas tão vazias. Se não fossem as limitações de seu diretor, a trama seria melhor aproveitada. Mas ainda assim está acima da média como um bom terror psicológico.

  • Em "Requiem Para um Sonho", Aronofsky arrasou; em "Fonte da Vida", despirocou; em "O Lutador", foi convencional. Em "Cisne Negro", o diretor fez o seu "Repulsa ao Sexo": original, instigante e ousado. Fácil, um dos melhores filmes no circuito em 2011.

  • Arronofsky faz excelente uso de linguagem ao apresentar a gradativa transformação (e paranoia) de sua protagonista, que Portman interpreta com maestria.

  • Aronofsky trata seu filme como um balé, com a câmera dançando em uma coreografia fílmica que ressalta o aspecto trágico da história de Nina e a sua ruptura em busca da perfeição. Momentos de grande força e uma performance inesquecível de Portman. Genial.

  • Aronofsky entrega mais uma obra-prima, de sentimento intenso, diminuída por tralhas técnicas e carecedora de certa originalidade, é verdade, mas visceral, arte para entrar nos poros e respirarmos cinema de verdade.

  • A empatia com a personagem/atuação de Portman é fundamental para gostar do filme, mas eis uma composição muita chata para um personagem inócuo que se quer denso por toda a loucura que o envolve. De resto, é o velho estilo de direção de Aronofsky...

  • A atuação de Natalie Portman (aliás, bem-vinda ao Oscar) e um roteiro de deixar o espectador sem fôlego fazem deste um dos grandes filmes do ano. Falha no uso do computador ao criar cenas gratuitas, que para uma obra-prima não precisariam existir.

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