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Direção
Andrzej Wajda
Roteiro:
Jean-Claude Carrière, Jacek Gasiorowski, Agnieszka Holland, Boleslaw Michalek, Andrzej Wajda
Gênero:
Drama, Biografia
Origem:
França, Polônia, Alemanha Ocidental
Duração:
136 minutos

Quatro anos após a Revolução, a situação econômica da França é um desastre. Cada cidadão é um suspeito em potencial. As cabeças rolam com a guilhotina. O povo está com fome e medo. Os mesmos revolucionários, que tinham proclamado a Declaração dos Direitos do Homem, implantam o Reino do Terror. Danton e Robespierre. Enquanto o primeiro tem o apoio do povo, o segundo tem o poder. O embate entre os dois líderes dá inicio a um complexo processo político.

Elenco

Gérard Depardieu
Danton
Wojciech Pszoniak
Robespierre
Anne Alvaro
Eleonore
Roland Blanche
Lacroix
Patrice Chéreau
Desmoulins
Emmanuelle Debever
Louison
Krzysztof Globisz
Amar
Ronald Guttman
Herman
Angela Winkler
Lucile Desmoulins
Wladimir Yordanoff
Capitão da Guarda

Lupas

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  • Robespierre não era um santo, mas o filme de Wajda não precisava tiranizá-lo enquanto heoriciza Danton, dando um tratamento assimétrico aos personagens. Mas a reconstituição daquele momento da Revolução é primorosa, inclusive da falácia dos julgamentos.

  • Por temerem a tirania, tornaram-se tiranos - exalta Danton, neste que é uma das melhores reconstruções históricas de diálogos e gestos já feito no cinema.

  • Filmes subestimado. Entendo que não tenho apelo ao grande público. Aos pesquisadores da história francesa, é inesquecível, desde a cena da criança sendo doutrinada à tensão entre Danton e Robespierre, sentida no ar e nos olhares. E o tema continua atual.

  • É bastante didático (até demais) ao representar a instabilidade política que regia a França na época, promovendo quase um estado de "Guerra Fria" entre as forças conflitantes. Com exceção de Depardieu, o resto do elenco poderia ter se dedicado mais.

  • Apesar de uma notória martirização de Danton e óbvia "maquiavelização" de Robespierre o mote principal do filme é o questionamento sobre a sanguinolenta sucessão de tiranias , algo que fazia todo sentido num contraponto ao que Solidariedade propunha.

  • A Revolução trazia a igualdade, a fraternidade e a liberdade. Mas o que vemos no final é o terror, a miséria de homens que são engolidos pelo poder, a exclusão do povo, o estado de exceção. A realidade do jogo político é sempre cruel na estupidez humana.

  • A intransigência te empurra até a guilhotina se for necessário.

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