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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Nicolas Winding Refn
Roteiro:
Nicolas Winding Refn (roteiro e argumento), Mary Laws (roteiro), Polly Stenham (roteiro)
Gênero:
Suspense, Terror, Drama
Origem:
Estados Unidos, França, Dinamarca
Estreia:
29/09/2016
Duração:
110 minutos
Prêmios:
69° Festival de Cannes - 2016

Quando Jesse, aspirante a modelo, se muda para Los Angeles, sua juventude e vitalidade são devoradas por um grupo de mulheres obcecadas por beleza que tentarão a todo custo consumi-la.

Elenco

Elle Fanning
Jesse
Christina Hendricks
Jan
Jena Malone
Ruby
Keanu Reeves
Hank
Abbey Lee
Sarah
Bella Heathcote
Gigi
Desmond Harrington
Jack
Jamie Clayton
Diretora de elenco
Alessandro Nivola
Designer
Charles Baker
Mikey
Karl Glusman
Dean
Chris Muto
Nick
Stacey Danger
Assistente
Madeleine Woolner
Assistente
Taylor Marie Hill
Modelo
Lucas Di Medio
Modelo
Rebecca Dayan
Figurinista

Lupas

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  • Usa a fotografia com cores e luzes marcantes, lembrando um pouco Bava, mas suas metáforas sobre a industria da moda e da beleza predadora com suas competitividades não funcionam como deveria.

  • Uma bizarrice atmosférica cuja ênfase no visual em detrimento do roteiro acaba por hipnotizar o espectador e expande suas possibilidades de interpretação, sem limitá-la.

  • Um editorial de luxo ainda mais brutal e macabro que a exploração de Black Swan, Neon Demon é uma onírica viagem no submundo da moda, com corredores sujos de inveja e sangue que alimentam (e matam de fome) sonhos e egos. Pretensioso, belíssimo e chocante.

  • Tudo que o Refn tem de pior: roteiro é uma nulidade, zero dramaturgia, só um plano bonitinho/cool atrás do outro sem a mínima articulação. Melhor ele voltar a dirigir comercial de perfume.

  • Roteiro bem menos raso que o de seu filme anterior, estética maravilhosa, como sempre, lembrando Kubrick, Argento e Lynch. É um Cisne Negro à la Refn - ou seja, com menos profundidade psicologica e muito mais imagens marcantes.

  • Repleto de simbolismos, The Neon Demon é um estudo sobre a idealização da estética e seus efeitos. A beleza morta da fotografia casa perfeitamente com a narrativa. Mais um acerto de Refn, num filme que não poderia ter sido feito por outro.

  • Refn se mantém extremamente atmosférico, dessa vez, porém, seus temas são diluídos por algo, não exatamente a estética "exagerada", ainda que ela contribua com a fragilidade em tudo que propõe discutir.

  • Refn entrou numa via sem volta. Quer provocar floreando a repulsividade de um discurso raso e ególatra. Assumiu de vez a hipocrisia de sua mensagem como autor. Abomina o mercado das vaidades assinando sua obra como uma marca de cosmético. NWR, gostei.

  • O roteiro é um trapo e serve como mera desculpa para Refn fazer seus exercícios visuais em busca de símbolos que justifiquem a própria existência do filme. No fim, é uma experiência interessante, mas das mais ordinárias.

  • O problema de Refn é se levar a sério demais - suas observações sobre a frivolidade do mundo da moda ficam bem na superficialidade, mas sua estética casa direitinho com o tema e a montagem é ótima (passa voando). Se fosse mais zuêro, seria um bom filme.

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