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7,8
Cineplayers
14 votos
8,3
Usuários
514 votos
?
Sua nota
Direção
Pete Docter, Ronnie Del Carmen
Roteiro:
Pete Docter (roteiro e argumento), Ronnie Del Carmen (argumento), Meg LeFauve (roteiro), Josh Cooley (roteiro), Michael Arndt (material adicional)
Gênero:
Animação, Aventura, Comédia
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
18/06/2015
Duração:
95 minutos
Prêmios:
73° Globo de Ouro - 2016, 88° Oscar - 2016

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Riley é uma garota de 11 anos de idade que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no centro dos Estados Unidos, para viver em São Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. Embora esses grupos sejam normalmente organizados, a chegada de Riley a uma nova escola faz com que todas as emoções se misturem.

Elenco

Amy Poehler
Alegria (voz)
Phyllis Smith
Tristeza (voz)
Mindy Kaling
Nojinho (voz)
Bill Hader
Medo (voz)
Lewis Black
Raiva (voz)
Richard Kind
Bing Bong (voz)
Kaitlyn Dias
Riley Andersen (voz)
Diane Lane
Mãe (voz)
Kyle MacLachlan
Pai (voz)
Paris Van Dyke
Meg (voz)
Lori Alan
Tristeza da Mãe (voz)
Paula Pell
Diretora dos Sonhos / Raiva da Mãe (voz)
Dave Goelz
Frank, Guarda do Subconsciente (voz)
Frank Oz
Dave, Guarda do Subconsciente (voz)
Josh Cooley
Jangles (voz)
John Ratzenberger
Fritz (voz)
Flea
Policial Jake (voz)
Bobby Moynihan
Esquecedor Bobby (voz)
Carlos Alazraqui
Piloto Brasileiro / Medo do Pai (voz)
Rashida Jones
Emoções da colega de Riley (voz)

Lupas

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  • Um dos mais criativos filmes da Pixar. Desperta um mix de bons sentimentos. Uma pitada um pouco maior de humor cairia muito bem.

  • Pixar retoma parte da boa forma em um filme criativo e sensível, ainda que mais maniqueísta e apelativo do que o de costume no estúdio. O resultado é bom, mas fica a sensação de que poderia ter aproveitado bem mais esse universo da mente humana.

  • Espécie de mix de "O Show de Truman" e "Brilho Eterno de uma Mente Lembrança", com várias doses extras de emoção, poesia, magia e ousadia. Não é um novo "Toy Story", mas é a Pixar em seus melhores dias. Para os adultos, um recado: é permitido chorar.

  • Deixando de lado o colorido e os personagens fofinhos, o que há por trás é um filme extremamente ambicioso, que explora ao máximo sua boa premissa ao tratar temas complexos de forma leve e inteligente. A obra mais criativa, engraçada e emocionante do ano.

  • Apesar da falta de originalidade até para o padrão Pixar, Inside Out é divertido e tem algumas tiradas engraçadas e, como quase sempre acontece, algumas referências e nuances que só adultos (alguns deles, pelo menos) entenderão. Tecnicamente ótimo.

  • A Pixar novamente reciclando novamente suas ideias e conceitos, o que não é algo ruim, quando a fórmula já pouco envolve ou emociona, como aqui. Mas é sim uma animação inteligente, sutil, e capaz de dialogar bem com boa parte do público.

  • A Pixar não parece interessada em fazer negócios, mas em articular emoções. A cada novo filme eles parecem mais empenhados em romper os limites da produção: a cada novo filme torna-se mais evidente que os filmes da Pixar são cada vez menos para crianças.

  • A Pixar consegue mais uma vez unir um tema completamente destrinchado de forma criativa e profunda com uma mensagem tocante e humana. É um de seus melhores trabalhos.

  • Um universo todo inventivo dando liberdade para a imaginação ser protagonista da história. Cativante, envolvente e com poder de transmitir mensagens ainda pouco exploradas na animação.

  • Um filme que prova, por analogia, como o maior desafio de uma pessoa é manter a inteligência emocional, enquanto um ser em constante desenvolvimento. É o segundo melhor roteiro da Pixar, atrás apenas de Wall-e. Belo filme.

  • Um dos melhores do ano. Divertida Mente vai ficar na memoria de longo prazo em muita gente por ai. Incluindo eu.

  • Um dos mais originais da Pixar. Trama genial, além de ser divertido, com sacadas simplesmente geniais. Funciona para adultos e crianças, o que o estúdio sempre teve de positivo, e que talvez tenha faltado em alguns dos filmes anteriores. Melhor de 2015.

  • Tocante!

  • Tecnicamente é um primor, um exercício visual desafiador, como era de se esperar, e sua mensagem cada vez mais refinada e destinada à um público que está amadurecendo mais cedo. Embora importante, está longe de ser inesquecível como outras obras da Pixar.

  • Só perde pra Nemo e Toy Story 3, e se der mole, é até melhor que Wall-e. Animação primorosa, a construção engenhosa pensada em cada minucioso detalhe de um universo novo, marca a criatividade de um estúdio que voltou com todas forças.

  • Sem alívios cômicos fofinhos e lições de moral água com açúcar, Divertida Mente é uma animação que pula a cerca infantil facilmente ao abordar questões psicológicas de forma criativa e lúdica - sempre tentamos fugir da Tristeza, mas ela pode salvar o dia.

  • Sacadas brilhantes, personagens carismáticos (até a Tristeza, fácil simpatizar com ela!), divertido (ainda que não especialmente engraçado), e que faz a gente pensar em nós mesmos em alguns casos (no meu, o medo do palhaço!). Ótimo!

  • Redundante encher de elogios os longas da Pixar. Inside Out é lindo, emocionante, divertido e reflexivo. Não existe limite para imaginação destes caras.

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