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7,4
Cineplayers
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8,1
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Sua nota
Direção
Spike Jonze
Roteiro:
Spike Jonze
Gênero:
Romance, Comédia, Ficção Científica, Drama
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
14/02/2014
Duração:
120 minutos
Prêmios:
71° Globo de Ouro - 2014, 86° Oscar - 2014

Em um futuro não muito distante, o escritor solitário Theodore compra um novo sistema operacional projetado para atender todas as suas necessidades. Para surpresa de Theodore, começa a se desenvolver uma relação romântica entre ele e o sistema operacional.

Elenco

Joaquin Phoenix
Theodore
Scarlett Johansson
Samantha (Voz)
Rooney Mara
Catherine
Amy Adams
Amy
Olivia Wilde
Garota do encontro
Chris Pratt
Paul
Matt Letscher
Charles
Sam Jaeger
Dr. Johnson
Luka Jones
Mark Lewman
Soko
Isabella
Kristen Wiig
SexyKitten (voz)
Spike Jonze
Alien Child (voz)
Brian Cox
Alan Watts (voz)
Lisa Renee Pitts
Escritora
Bill Hader
Chat Room Friend #2
Carol McFadden
Matilda
Portia Doubleday
Encontro substituto de Isabella

Lupas

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  • O roteiro ligeiramente original de Jonze e a crítica ao ser humano antissocial (fenômeno que vivemos atualmente com as pessoas vivendo olhando para as telinhas dos celulares) formam um filme excessivamente frio e distante.

  • O que é mais belo que os olhos brilhantes - enxarcados de esperança e melancolia - de alguém se apaixonando por uma máquina, uma voz? Jonze torna essa relação concreta, e extrai dali reflexões das mais variadas e atuais, pelos mais variados vieses.

  • O conto fantástico de Jonze faz mais do que analisar relacionamentos na vida moderna, tornando-se uma bela história sobre a própria natureza do sentimento humano. O que é real naquilo que sentimos? Sensível, poético e bonito, com Phoenix em grande forma.

  • O cinema foi longe ao propor em diversos momentos o futuro com distintas relações entre homem e máquina. Aqui tal prognostico culminou na afeição e Jonze exprimiu com delicadeza e singeleza. Lindo de ver e prazeroso de ouvir.

  • Não é tão original assim (lembra muito o cult "Amores Eletrônicos") e nem tudo funciona (o ménage à trois), mas Jonze acerta ao priorizar a história de amor, em vez de apenas filosofar sobre a incomunicabilidade do homem moderno. Poderia ser melhor.

  • Jonze faz exposições interessantes, especialmente a respeito de como carência e incomunicabilidade se entrelaçam drasticamente, mas ela ainda assim é basicamente Joaquim Pheonix falando consigo mesmo por duas horas.

  • Jonze desvia de uma percepção cínica ou demagoga da tecnologia e se apropria de seus artifícios para promover uma imersão no que há de mais humano nos sentimentos propostos. Não atinge plena potência, mas é um filme bonito.

  • Complexo sem perder sua sensibilidade, consegue criar um reflexo exato do que vivemos hoje quando mexemos mais no celular do que quando interagimos com as outras pessoas.

  • A necessidade humana de comunicação, de carinho e afeto, não importa de onde venha e de quem venha - e como isso resulta, sempre, em desilusão. Jonze continua um cineasta capaz de verter o absurdo em cotidiano, e Johansson, estranhamente, "rouba a cena".

  • Universo reduzido, redundância, Phoenix interpretando um mala...o filme tem bons momentos (os temas são interessantes e atuais, há uma mise en scene bonitinha, embora meio afetada tbm).

  • Uma história de amor dos tempos atuais, o relacionamento homem-máquina chegando aos "finalmentes". Também vemos uma crítica à falta de comunicação entre as pessoas. Atuações fantásticas, Phoenix e a voz maravilhosa de Johansson. Sensibilíssimo e belo!

  • Uma crítica sensacional sobre o isolamento social do ser humano mediante a revolução tecnológica que estamos vivendo. A interpretação de Joaquin Phoenix vale cada minuto de filme. Simples, sincera e tocante. Destaque para Scarlett Johansson, impecável.

  • Um futuro assustadoramente possível. (E uma trilha sonora linda)

  • Um filme sensível sobre a solidão e sobre a dificuldade do ser humano em lidar com problemas reais! Roteiro bom e original, trilha sonora linda e uma atuação contida e delicada de Phoenix! Se arrasta um pouco, mas é um belo filme!

  • Um filme lindo, simplesmente lindo. Não fosse a barrigada que dá lá pelos 70 minutos e conclusão fácil, seria perfeito. Phoenix está excepcional.

  • Um bom filme. Mas deixa a desejar quando aos diálogos, quanto ao aprofundamento do tema. Há algo que realmente o filme promete perenemente mas consegue cumprir, um objetivo e uma expectativa que não se alcançam de ambos os lados.

  • Um belo filme. Descreve e explora bem um lado mais profundo e incompreensível do sentimento humano, usando, para isso, a sua relação (inusitada) com a tecnologia - de uma forma mais sutil e menos maledicente. Phoenix e Johansson estão excelentes!

  • Trata-se de uma sci-fi misturada com Sartre. Parece loucura, mas o filme funciona. Uma baita reflexão sobre relações artificiais e os sentimentos envolvidos. Relato de um mundo não tão distante. Grande filme.

  • Trama excessivamente fria e crua. E uma crítica ácida ao que estamos sendo e ao que podemos, num futuro incerto, nos tornar.

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