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7,0
Usuários
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Sua nota
Direção
David Wnendt
Roteiro:
David Wnendt (argumento), Mizzi Meyer (argumento), Timur Vermes (romance), Marco Kreuzpaintner (roteiro), Johannes Boss (roteiro), Collin McMahon (tradução)
Gênero:
Comédia
Origem:
Alemanha
Duração:
116 minutos

Baseado no livro de mesmo título, Adolf Hitler acorda em um terreno baldio em Berlim, no ano de 2011, sem memória alguma do que aconteceu depois de 1945. Perdido, ele se vê em uma sociedade completamente diferente, onde não há partido nazista, a guerra e o país é governado por uma mulher. Ele é reconhecido pelas pessoas que acreditam que seja apenas um artista que não consegue sair do seu personagem. Mas, um discurso de Hitler é viralizado na internet, e a partir daí todos querem ouvi-lo, saber sobre ele, até que ganha um programa de televisão onde propaga suas ideias ao mesmo tempo em que tenta convencer a todos que ele é quem realmente diz ser.

Elenco

Oliver Masucci
Adolf Hitler
Thomas M. Köppl
técnico
Marc-Marvin Israel
jogador de futebol
David Gebigke
jogador de futebol
Paul Busche
jogador de futebol
Fabian Busch
Fabian Sawatzki
Gerdy Zint
Pantomima
Nancy Maria Brüning
mãe
Lars Rudolph
dono de quiosque
Hauke Schmidt
autor
Franziska Wulf
Krömeier
Christoph Maria Herbst
Christoph Sensenbrink
Thomas Thieme
Kärrner
Katja Riemann
Katja Bellini
Michael Ostrowski
Rico Mancello
Christoph Zrenner
Gerhard Lümmlich
Ramona Kunze-Libnow
mãe
Maximilian Strestik
Ulf Birne
Frank Plasberg
ele mesmo
Roberto Blanco
ele mesmo

Lupas

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  • Satírico, irônico e responsável por uma constatação fatalista: Hitler encontraria terreno fértil hoje.

  • O roteiro hermético demais e a falta de leveza alemã, afastam o resto do público dessa obra. Uma pena. Crítica bem estruturada sobre os perigos do extremismo prestes a eclodir."O Ovo da Serpente" desse milênio, sem o acuro artístico do sueco.

  • Mais do que uma comédia satírica, Ele está de Volta acaba se revelando um retrato perturbador de como nossa sociedade ainda anda repleta de faíscas prontas só esperando a oportunidade certa para causar uma grande explosão.

  • Interessante e original demais - daria uma ótima série 'E se tal revivesse no mundo atual, ou em tal época'. Final maldoso (Spike nada pioneiro), atribuir mentalidade por gestos e criminalizar opinião. A destruição cultural e o vitimismo abalam um povo.

  • Independente da questão política dessa história,o filme é curioso e engraçado.

  • Gostei do tom crítico, mas alguma cenas chatas e sequencias cansativas...

  • Embora bem intencionado, é um filme perigoso para o tempo em que vivemos, sobretudo se assistido por analfabetos políticos. O tom artificial, paródico e delirante, todos propositais, o engrandecem, embora não deixe de revelar uma produção casual.

  • Com uma premissa curiosa, o filme conversa com nossa realidade, onde há uma veneração com ícones fascistas numa era onde a zoeira não tem limites, mas Ele Está, ao desapontador final, não consegue transmitir uma mensagem incisiva num tema tão pertinente.

  • Coloca na tela o conservadorismo como ele é: uma grande bobagem, um caminho fácil para os tolos da simploriedade - uma lembrança do quanto a humanidade é chegada em salvadores que façam o trabalho sujo e, principalmente, levam a culpa sozinhos no final.

  • A premissa é surreal até certo ponto, quando uma realidade bem próxima começa a se mostrar. Parece que a semente de ódio ainda encontra terras férteis para germinar, e a fronteira entre sanidade e loucura é só uma questão de como se diz.

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