Saltar para o conteúdo
7,5
Cineplayers
9 votos
7,8
Usuários
381 votos
?
Sua nota
Direção
Alex Garland
Roteiro:
Alex Garland
Gênero:
Drama, Ficção Científica
Origem:
Reino Unido
Duração:
108 minutos
Prêmios:
73° Globo de Ouro - 2016, 88° Oscar - 2016

Caleb, um jovem programador de computadores, ganha um concurso na empresa onde trabalha para passar uma semana na casa de Nathan Bateman, o brilhante e recluso presidente da companhia. Após sua chegada, Caleb percebe que foi o escolhido para participar de um teste com a última criação de Nathan: Ava, uma robô com inteligência artificial. Mas essa criatura se apresenta sofisticada e sedutora de uma forma que ninguém poderia prever, complicando a situação ao ponto que Caleb não sabe mais em quem confiar.

Lupas

Faça login para dar uma nota e uma lupa.

  • Visuais interessante nesse pequeno filme independente de ficção científica, que funciona melhor como um trhiller regular do que como potencializador de divagações filosóficas. O que não é necessariamente um problema.

  • Se a estrutura do enredo é previsível, Garland acerta ao fazer uma sci-fi mais interessada nas perguntas que levanta do que nos efeitos especiais. O resultado é positivo, com boa atmosfera e elenco preciso - a sueca Vikander é uma revelação.

  • Grata surpresa! Ousa ao arriscar num tema complexo, inúmeras vezes abordado no gênero sci-fi, porém, com didatismo e um visual clean, preocupado mais com o enredo do que com efeitos miraculosos e/ou discutir teorias científicas complexas. Vikander ótima!

  • Garland suscita temas contundentes dentro dos limites d gênero (pois sim, eles existem) e transmite sua ambientação sci-fi através de uma construção cuidadosa e personagens que nem sempre são o que parecem. Alicia Vikander me conquistou aqui.

  • Ex Machina parece entender e implementar, melhor do que muitos filmes sobre Inteligência Artificial (ex.: Chappie), um cenário factível (dentro de maneirismos previsíveis do Cinema) para um futuro próximo (ou mais distante). Palmas!

  • um jogo entre quem está no comando tão bem amarrado que nós espectadores ficamos incomodados durante quase toda a exibição. parece que estamos reaprendendo a fazer sci-fis sem se valer unicamente de elementos estéticos

  • Um jogo de pontos de vista intrigante, não tão complexo quanto aparenta, mas ainda assim extremamente atmosferico e imersivo, onde os temas são propostos não buscando resposta e sim a fim instigar quem assiste a encontrar as suas próprias. O filme dialoga

  • Teve um momento que eu achei que todos ali eram robôs e o que tem de bom no filme tem a ver com isso, um lado meio chapado que Garland se permite dentro de todo aquele tom sério e "inteligente".

  • Surpreende ao falar sobre um tema tão complexo com tanta facilidade e acessibilidade. Absolutamente tudo funciona. Um olho em Vikander e o outro em Garland: duas ótimas revelações num dos melhores filmes do ano.

  • Sci-fi poderoso com discussões e dilemas humanos que instigam e enriquecem o espectador, liderado pela robô Ava, numa concepção visual incrível que encanta tanto pelos efeitos-especiais e sonoros quanto pela atuação delicada de Vikander. Cara de clássico.

  • São raros os casos onde a produção de ficção cientifica se abstém da ação involuntária para dar espaço ao drama psicológico por trás dessas fantásticas histórias, e nesse caso, a escolha por um viés diferente deu muito certo.

  • Revisto depois de 6 meses, ocasião em que achei medíocre. Enganado eu estava. Foi muito interessante notar a rima visual entre o diálogo de Nathan sobre um quadro, para no final outro quadro servir como uma metáfora da quebra do automatismo.

  • Que mulher sem coração... ops... ela não tem s2... kkkk Interessante, chega a ser até assustador, lento em alguns momentos, mas dinamismo e menos romance cibernético ficaria mais aprazível..

  • Poderia ter sido uma obra-prima, tivesse sido mais ousado. Alex Garland, ainda sim, estreia com uma ficção científica visualmente impecável com todos aspectos do gênero, há tempos adormecido.

  • Pena que o roteiro tão incrível tenha focado em agradar o grande público. Se fosse uma obra mais séria e sem os furos do roteiro - personagem mal construído (Gleeson) e a questão dos cartões de acesso - poderia ter sido um dos melhores filmes do gênero.

Comentários (0)

Faça login para comentar.