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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Ridley Scott
Roteiro:
Bill Collage (roteiro), Adam Cooper (roteiro), Steven Zaillian (roteiro), Jeffrey Caine (roteiro)
Gênero:
Drama, Aventura, Ação
Origem:
Estados Unidos, Espanha, Reino Unido
Estreia:
25/12/2014
Duração:
142 minutos

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Moisés e Ramsés são os líderes do exército do faraó Seti. Ramsés é seu filho biológico e Moisés foi criado com as mesmas condições em seu palácio, inclusive deverá ser seu conselheiro quando Ramsés herdar o trono. Mas quando a origem hebraica de Moisés vem à tona, toda a situação se modifica, pois Moisés recebe um chamado de Deus para libertar o povo hebreu, escravizado no Egito, e conduzi-los até a Terra Prometida, atravessando o deserto e o mar.

Elenco

Christian Bale
Moisés
Joel Edgerton
Ramsés
John Turturro
Seti I
Ben Kingsley
Nun
Aaron Paul
Josué
María Valverde
Zípora
Sigourney Weaver
Tuya
Golshifteh Farahani
Nefertari
Isaac Andrews
Malak
Dar Salim
Comandante Khyan
Ben Mendelsohn
Vice-rei Hegep
Ghassan Massoud
Grão-Vizir de Ramsés
Indira Varma
Sacerdotisa de Sekhmet
Ewen Bremner
Sábio
Andrew Tarbet
Aarão
Hiam Abbass
Bítia
Tara Fitzgerald
Miriam
Hal Hewetson
Gérson
Kevork Malikyan
Jethro
Giannina Facio
Irmã de Jethro

Lupas

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  • Weaver e Kingsley desperdiçados, narrativa confusa, mas fiquei me perguntando: quem é mais cruel na versão de Scott, o vilanesco Ramsés, ou o deus de Moisés, vingativo e rancoroso, capaz de horrores talvez piores que o faraó? Religiosos podem se ofender.

  • Uma visão diferente do que todos já sabem, menor do que poderia e queria ser mas ainda assim interessante. As pragas foram muito rápidas e algumas não tiveram o devido impacto; a imagem de Deus através de uma criança irritadinha é no mínimo inusitada.

  • Um bacanal desses acabaria com a carreira de qualquer um que estivesse começando em Hollywood, só que o Scott dos anos 2010 pode rodar essas tristezas, e usa e abusa desse privilégio - até demais. Um filme ofensivo, enfim.

  • Tirando a parte demais realista da travessia do mar vermelho (cujo ápice nem ficou tão bom assim), o que sobra é um filme arrastado, que a toda hora grita para querer ser épico.

  • Tentaram fazer um filme com uma história religiosa, mas de uma maneira que tivesse a menor relação com religião...

  • Tenta trazer elementos que o tornem acima da média - o que é bem difícil na milésima reconstrução da história de Moisés -, no entanto falta ritmo e um melhor desenvolvimento do roteiro para que chegue aonde quer. A definição de esquecível se aplica bem.

  • Scott se envolve cada vez mais em coisas preguiçosas e sem nenhum atrativo além do visual. Enredo atropelado, personagens vazios e desperdiçados, mudanças na história que não tem nada com nada e mensagens jogadas ao vento.

  • Scott realiza aqui um épico contundente, divertido e bem produzido (com destaque para a direção de arte precisa). Com uma estória mais sóbria do que as adaptações anteriores, 'Êxodo: Entre Deuses e Reis' se firma como um dos melhores blockbusters do ano.

  • Scott ladeira abaixo.

  • Príncipe do Egito em estilo Gladiador. Como em versões anteriores, lá pela metade da história, Moisés perde força e se torna um mero peão. Apesar disso, os encontros com Deus são muito interessantes, boa visão sobre a divindade do antigo testamento

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