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7,4
Cineplayers
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8,0
Usuários
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Sua nota
Direção
John Cassavetes
Roteiro:
John Cassavetes
Gênero:
Drama
Origem:
Estados Unidos
Duração:
130 minutos
Prêmios:
41° Oscar - 1969

O desmoronamento de um casamento da classe média alta norte-americana. Richard deixa sua esposa, Maria, para se encontrar com a jovem Jeannie, que acabara de conhecer num bar. Maria, por sua vez, vai a uma boate e deixa-se envolver por um garoto de programa.

Elenco

John Marley
Richard Forst
Gena Rowlands
Jeannie Rapp
Lynn Carlin
Maria Forst
Fred Draper
Freddie Draper
Seymour Cassel
Chet
Val Avery
Jim McCarthy
Elizabeth Deering
Stella

Lupas

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  • Uma ode aos desesperados e um verdadeiro tour de force de Gena Rowlands. Cassavetes comprovava, a cada trabalho, que era um mestre da sétima arte.

  • Um verdadeiro baile de desesperados essa brutal versão de "A Noite".

  • Um casamento em ruínas pelo desgaste do tempo, a substituição da desilusão da separação inevitável pelo fervor da juventude (dos outros). O ritmo nem sempre é o ideal, mas num todo é bom.

  • Técnica: 9.5 Arte: 9.0 Ciência: 9.0 Nota: 9.16

  • Pode não ser o melhor de Cassavetes, mas sempre será meu favorito! Os 15 minutos finais são espetaculares, além de ser no geral uma aula sobre a face humana. Nesse sentido nada deve à "Psicose", de Hitchcock, ou "Noite Vazia", de Khouri.

  • Cassavetes tomou um chá de Antonioni e fez um filme tedioso com personagens risíveis para tratar de como a vida é chata. Os diálogos epersonagens poderiam ser mais interessantes e provocar reflexões mas o que se sucedem são piadas e gritaria. Achei pouco.

  • Cassavetes é o cineasta do amor. Não aquele amor pasteurizado que estamos acostumados em filmecos de gênero, mas um amor amargo e viciante, como um belo copo de uísque ou um bom cigarro após uma transa. Cassavetes captou a essência do desespero humano.

  • As faces de um casamento entrando em destruição.

  • A insatisfação como doença social da vida moderna. A sensação geral de inaptidão com o mundo a sua volta. O medo de envelhecer, a prisão dos relacionamentos. John Cassavetes vai direto no mal-estar da natureza humana em um filme que é pura intensidade.

  • A incomunicabilidade de Cassavetes se dá através dos risos e máscaras sociais, o vazio da família burguesa num olhar que vai no micro, na práxis, das relações humanas escancaradas nas faces da tela. E compõe muito bem o universo feminino vs masculino. OP!

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