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Sua nota
Direção
Aleksandr Sokurov
Roteiro:
Yuri Arabov (livro), Aleksandr Sokurov, Marina Koreneva, Johann Wolfgang Goethe (peça)
Gênero:
Fantasia, Drama
Origem:
Rússia
Estreia:
29/06/2012
Duração:
144 minutos

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Fausto é um pensador, um rebelde e um pioneiro, mas também um ser humano anônimo feito de carne e sangue governado por impulsos internos, cobiça e luxúria. Última parte da tetralogia de Sokurov sobre a natureza do poder, o filme é livremente inspirado pelo Fausto de Goethe.

Elenco

Johannes Zeiler
Heinrich Faust
Anton Adasinsky
Agiota
Isolda Dychauk
Margarete
Georg Friedrich
Wagner
Hanna Schygulla
Mulher do Agiota
Antje Lewald
Mãe da Margarete
Florian Brückner
Valentin
Maxim Mehmet
Amigo do Valentin
Sigurður Skúlason
Pai do Fausto
Andreas Schmidt
Amigo do Valentin

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  • Um Sokurov que, mesmo fiel ao seu estilo de cinema (ritmo lento, lentes distorcidas e tons verdes/marrons sem vida), me pareceu mais próximo a Herzog do que a Tarkovsky. Sem soluções fáceis, "Fausto" certamente exigirá do público repetidas revisões.

  • Obra cansativa, que merece revisita (a confusão do personagem [existencial] quase tocou o meu cérebro), mas a primeira impressão foi de um filme que referencia tanto Goethe que não se faz independente. Por ora, prefiro a versão de F.W. Murnau.

  • Um grande "wtf", com sua bela fotografia e momentos inspirados. Necessita revisão.

  • Se tentar acompanhar o QI de Goethe (alguns estudiosos, com pesquisas, consideram o maior de todos os tempo) já é impossível, imagina então entender uma pretensiosa interpretação alegórica baseada em obra sua! Esforço para doidivanas... Sem condição!

  • Nunca penhore sua alma com o capeta. (Mas, caso precise de um wingman, ele pode ser bem útil.) No fundo, todo o papinho filosófico de Fausto era mesmo só pra conseguir sentir o doce aroma de peixe da menina. De tanto cobiçá-lo, até o do enxofre espantou..

  • Não havia assistido a nenhum filme do diretor, mas este "Fausto" me deixou uma impressão muito boa. Denso e visualmente lindo, embora extremamente cansativo (os mais de 140 minutos demoram um bocado para passar).

  • Impactante tanto no visual quanto no texto,com sua poesia depressiva arrasadora e sua movimentação coreografada belíssima. Recriação de alto nível nos fazem imergir direto e sem rodeios para um bucólico e vivo passado.

  • Grife demais prum filme só.

  • Fausto” lança perguntas e entrega doses homeopáticas de respostas ao redor da fé, da filosofia e da função humana no (e com o) mundo por meio da corrupção, não somente envolvendo dinheiro, mas também reconhecimento social e intelectual.

  • Fábula despretensiosa com ótimas metáforas ao longo do (excessivamente) longo percurso, orquestrado por parte técnica impecável. Destaque para a ESPETACULAR atuação de Anton Adasinsky, e aos raros porém espetaculares momentos da obra.

  • Esvaziado, não faz jus a texto original, apesar de um belo visual

  • Ainda que com o ritmo (sono)lento, e por vezes frio e acadêmico, consegue encontrar seu caminho lá pelas tantas, criando uma atmosfera pesada, com personagens atormentados e deformados, e Fausto em total conflito interior.

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