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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Werner Herzog
Roteiro:
Werner Herzog
Gênero:
Aventura, Drama
Origem:
Alemanha Ocidental, Peru
Duração:
156 minutos
Prêmios:
35° Festival de Cannes - 1982, 40° Globo de Ouro - 1983

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No final do século XIX, no apogeu do ciclo da borracha, o aventureiro Brian Sweeney Fitzgerald sonha em construir um teatro de ópera na Amazônia peruana. Para realizar seu sonho, não mede quaisquer esforços, enquanto se embranha na mata com um barco à vapor de 160 toneladas (que irá tentar arrastar ao topo de um morro no meio da selva). Com este projeto, Herzog ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes.

Elenco

Klaus Kinski
Brian Sweeney Fitzgerald (Fitzcarraldo)
José Lewgoy
Don Aquilino
Claudia Cardinale
Molly
Miguel Ángel Fuentes
Cholo
Paul Hittscher
Capitão
Huerequeque Enrique Bohorquez
Huerequeque, o cozinheiro
Grande Otelo
Capitão da estação
Peter Berling
Empresário da ópera
David Pérez Espinosa
Chefe indígena
Milton Nascimento
Homem negro na ópera
Ruy Polanah
Barão Rubber
Salvador Godínez
Missionário
Jean-Claude Dreyfus
Cantor de ópera

Lupas

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  • Uma espécie de Apocalypse Now de Herzog, aqui a força do enredo reside na megalômana ambição de um homem (vivido brilhantemente por Klaus Kinski), encontrando paralelo com a ousadia do cineasta dessa grandiosa obra.

  • Para poder contar a história de um homem inescrupuloso e seu projeto faraônico de construir um teatro de luxo em plena selva amazônica, Herzog teve de assumir uma responsabilidade parecida e realizou um filme igualmente megalomaníaco. Trabalho de mestre.

  • Como todos deveriam viver: ousando e indo atrás dos seus sonhos, independentemente das outras pessoas e dos desafios impostos. Herzog maravilhoso!

  • Vale a pena conhecer essa figura. Pena que o filme seja tão longo.

  • Um filme único. Os 40 minutos finais, com a famosa sequência da "subida" do barco, é simplesmente espetacular, com Herzog transformando seus sonhos em desafios em realidade assim como queria Fitzcarraldo. Se estivesse no cinema, apaludiria de pé.

  • Um filme que parece ter como tema profundo o artifício - do artesanato à mecânica. O progresso e a barbárie num mesmo e único movimento em ação. Já lemos em Benjamin 'nunca houve um monumento da cultura que não fosse também um documento de sua bárbarie'.

  • Sensorial demais, o que não atrapalha em nada o filme mas não me agrada muito, porém grandioso e emocionante. A relação dos índios com os homens é bem mostrada, mas o ápice do filme está no confrontamento da cultura do Homem Branco vs. a dos Índios.

  • Parece uma revisita à Aguirre mas sem a mesma contundência de sua mensagem. A direção de Herzog é estilosa e incômoda ao mesmo tempo. As cenas do navio sendo içado montanha acima são impressionantes.

  • O que realmente impressiona, é saber que as sequências do navio foram feitas sem efeitos-especiais. Em suma, bom.

  • O que pode ser visto como um épico de aventura desenvolve uma interpretação bem diferente e curiosa nas mãos de Herzog. Uma história incomum em um lugar improvável e com tratamento cuidadoso em cima das ambições do Homem, não importa em qual cultura.

  • O personagem e o filme são igualmente grandiosos.

  • O maior duelo entre a natureza e a condição humana,a obssessão de uma conquista inútil.A dificuldade de querer o impossível. A relação amor e ódio entre Klaus Kinski e Herzog dava bons frutos...

  • O homem civilizado contra a selvageria e a imprevisibilidade da natureza, o sonho e a loucura!!

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