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6,8
Cineplayers
10 votos
7,3
Usuários
196 votos
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Sua nota

Um trabalhador ítalo-americano da classe operária se torna o motorista de um pianista afro-americano em uma turnê no sul dos Estados Unidos durante os anos 1960.

Elenco

Viggo Mortensen
Tony Lip
Mahershala Ali
Dr. Don Shirley
Linda Cardellini
Dolores
Sebastian Maniscalco
Johnny Venere
Dimiter D. Marinov
Oleg
Mike Hatton
George

Lupas

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  • Pequena comédia que consegue discutir racismo com extremo bom gosto e ainda divertir (e consegue ter momentos hilários). A exposição das premiações trouxe um público merecido.

  • Não dá pra dizer que é um filme ruim, pois entretém, é divertido e os protagonistas estão bem (especialmente Mortensen). Mas é clichê, previsível e até mesmo estereotipado, evitando correr riscos e diluindo o impacto do tema. Vai ser esquecido em um mês.

  • Meramente arranha as espinhas do tema, mas se acovarda sobre qualquer discurso mais forte ao adotar a tipíca visão clean e suavizada de quem não sabe como lidar com o material que há em mãos, além do tom formulaico com que trata seus personagens.

  • Expõe a tensão e crueldade da segregação racial do período, tendo como pano de fundo um tom cômico que diverte ao mesmo tempo que nos faz refletir. Acaba se tornando um típico feel good movie, que, apesar dos clichês, se sustenta no carisma de Viggo e Ali

  • Eis o filme bem intencionado da temporada de premiações. Agrada "olhando para a frente" demais, sem se aprofundar no entorno que ocasionalmente oferece bons motes de discussão.

  • É a versão Malhação de um tema seríssimo que já teve pelo menos meia dúzia de filmes muito mais importantes. O que salva são os atores, super em sintonia, carismáticos, e algumas cenas realmente engraçadas. Encaixa como candidato ao Oscar de Melhor Filme.

  • De novo, o Oscar reconhece um filme sobre o racismo não apesar de, mas porque explora o tema com um olhar enviesado, aqui retratando a transformação de um homem branco preconceituoso e exaltando sua humanidade. Por outro lado, um baita feel good movie.

  • Vai entender essa crítica americana em consagrar esse tipo de porcaria. Fiquei procurando os prêmios e indicações de Ali, enquanto Mortensen realmente se sobressai mesmo com o fraco material em mãos. Farrelly se perdeu nesse movimento à la Adam McKay. 

  • Um tema forte e pesado como o racismo acaba sendo tratado de forma superficial e sem a contundência necessária, mas essa leveza acaba por se tornar bastante divertido e a química nas atuações de Ali e Mortensen garantem no final das contas um bom filme.

  • Um roteiro um tanto quanto preguiçoso, superficial na temática abordada substimando público e personagens. Ponto fortíssimo para as atuações.

  • Um road movie que vai sensibilizando o racista, portanto, um filme de racismo sobre a perspectiva branca. Há algo de errado nisso? Creio que não. Talvez a mão "pesada" do diretor seja o principal defeito, como no humor forçado.

  • Um dos acertos é não causar por meio de militância, além de adotar um tom ameno ao, p.ex., usar de uma leve comédia para quebrar o gelo. Todavia, tem um desenrolar esquemático e previsível, sendo, no fim das contas, um filme inocente. Tom ameno≠inoc

  • Tudo dentro do básico deste tipo de produção. O que realmente eleva o filme são as atuações de Viggo Mortensen e Mahershala Ali. É prazeroso acompanhar os dois em cena.

  • Tipo de filme que já nasceu datado, não necessariamente pela escolha confortável de se manter na zona dos estereótipos e da moral de conto natalino, já que, com isso, busca desajeitadamente remeter a um cinema mais ‘clássico’, mas por estar tão deslocado de contexto (as premiações que venceu, diga-se, só evidenciaram isso), tão alheio a qualquer visão minimamente interessada em refletir sobre aqueles papeis, mesmo dentro da dinâmica cômica aparentemente despretensiosa.

  • Tema forte de uma época assustadora nos EUA. Os dois atores principais levam um filme numa leveza. Muito carisma. O filme por vezes é previsível e lembra outras fórmulas q deram certo, mesmo assim nao perde o encanto. Filmaço.

  • Tem inúmeros defeitos e exageros que incomodam, e uma historia longe da original. Mas cativa em breves momentos, principalmente pela a atuação por vezes exagerada mais firme de Ali, e a de Mortensen, sempre gigante em cena. Sem os dois o filme afundaria.

  • Sessão da tarde com tratamento suavizado do racismo para que não ofenda diretamente a ninguém, porém com inegável carisma e conexão com suas personagens, perpassando bolhas sociais e situações que mantém avante um discurso de entrelinhas.

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