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8,3
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Spike Lee
Roteiro:
Spike Lee (roteiro e adaptação), David Rabinowitz (roteiro), Charlie Wachtel (roteiro), Kevin Willmott (roteiro), Ron Stallworth (livro)
Gênero:
Drama, Suspense, Biografia
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
22/11/2018
Duração:
128 minutos
Prêmios:
71° Festival de Cannes - 2018, 76° Globo de Ouro - 2019, 91° Oscar - 2019

A história de Ron Stallworth, um policial afro-americano do Colorado, que conseguiu infiltrar-se na Ku Klux Klan local e se tornou o chefe do comitê local.

Elenco

John David Washington
Detetive Ron Stallworth
Adam Driver
Detetive Flip Zimmerman
Laura Harrier
Patrice Dumas
Topher Grace
David Duke
Ryan Eggold
Walter Breachway
Jasper Pääkkönen
Felix Kendrickson
Ashlie Atkinson
Connie Kendrickson
Paul Walter Hauser
Ivanhoe
Robert John Burke
Chefe Bridges
Isiah Whitlock Jr.
Sr. Turrentine
Michael Buscemi
Jimmy Creek
Ken Garito
Sargento Trapp
Frederick Weller
Andy Landers
Corey Hawkins
Kwame Ture
Harry Belafonte
Jerome Turner
Damaris Lewis
Odetta
Ato Blankson-Wood
Hakeem
Nicholas Turturro
Walker
Brian Tarantina
Oficial Clay Mulaney
Alec Baldwin
Dr. Kennebrew Beauregard

Lupas

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  • Visceral principalmente por sua mensagem direta ao ponto contra Trump; porém esse fato é deslocado do filme normal, uma espécie de thriller dramático que fala sobre racismo enfaticamente, mas falha ao descrever a KKK intimamente.

  • Spike Lee parte de uma história real pra denunciar o racismo no seio da sociedade americana. As cenas reais que fecham e confirmam a mensagem do filme mostram que o cinema não é capaz de lidar com certas realidades. Melhor trabalho do diretor em 15 anos.

  • Spike Lee bota o dedo na ferida e propõe o debate crítico contra o preconceito racial de forma, ao mesmo tempo, ácida, sarcástica e dramática. Final impactante e perturbador. Um filme necessário.

  • O trabalho mais relevante de Lee em muitos anos, onde o diretor volta a fazer o que faz de melhor: fugir de qualquer conciliação e partir para o chamado à luta.

  • O filme não é sutil (especialmente com as cenas antes dos créditos), mas esse é um ponto a seu favor em vez de um demérito. Lee cria uma obra que funciona tanto como entretenimento quanto como mensagem social, mantendo-se ágil e contundente. Grande filme.

  • Nunca o ressoar de uma campainha abriu uma tragada tão assustadora fogo adentro do terror humano - história do ódio das tochas aos carros. Lindo que Lee tenha contado a história de um infiltrado, sendo ele um dentro do cinema: revisa, reconta, reescreve.

  • Filme bom pra cacete, que mistura na medida certa diversão, reflexão social e polêmica. Todos falando dele, bem ou mal, e é exatamente disso que um filme desses merece / precisa.

  • Aula de cinefilia e de roteiro, que alia vários tipos de comédia a uma trama de suspense inquietante em que uma série de falhas e coincidências ameaçam personagens de muito carisma. Quando transborda a narrativa, um protesto que soca o estômago, a cara.

  • A linguagem de Lee ainda é forte, mas algo no fato de ser um de seus filmes mais acessíveis parece indicar certo conformismo do diretor com algumas escolhas óbvias. De qualquer forma, a mensagem se intensifica como um soco no estômago ao final.

  • Um filme obrigatório, um ótimo trabalho de Spike Lee que merece ser visto.

  • Traz uma contundente mensagem sobre o racismo na sociedade americana, deixando claro o quanto o problema ainda é presente. Provocante e perigoso.

  • Spike Lee traz um humor ácido que funciona dentro de um filme tenso durante toda a sua projeção. E o final agridoce é mais do que justo diante do tema.

  • Spike Lee só corre pro abraço em uma história que por si só já nasce revolucionária e cheia de culhão.

  • Spike Lee realiza seu filme mais impactante em quase vinte anos, 'BlacKkKlansman" é sagaz, explosivo, assustador e categórico. Filme importante em uma época onde velhas ideias estúpidas ressurgem como salvação dos idiotas de plantão.

  • Spike Lee reafirma sua declaração de guerra contra todas as merdas racistas que se perpetuam no espaço-tempo. Uma hora ou outra você precisa escolher o seu lado e suas armas.

  • Spike Lee nunca trata o preconceito racial de forma unilateral, o ciclo do ódio parte de todos os lados que teimam em vitimizar seu próprio grupo social e enquanto assim for, a guerra racial continua a se avizinhar.

  • Spike Lee constrói não só um instigante suspense de humor acído: ele documenta a história dos negros nos EUA, passando por níveis que vão desde o funcionamento da KKK e sua fundamentação ideológica até um recorte documental sobre acontecimentos recentes.

  • Simplesmente falando, não agrada, enredo bem fraquinho, desfecho preguiçoso(com viés de alfinetada), white power vs black power enchendo o saco por 2 horas, atuações dentro da média, mas convenhamos, Adam Driver para melhor ator coadjuvante soou forçado.

  • S.Lee finalmente faz o seu "neoblaxploitation" e o faz na maior pancada da sua filmografia! Transita bem entre o policial/comédia, momentos B.Inglórios, direção estilosa, e é o q reflete + profundamente sobre suas posições e o movimento negro. E q final!

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