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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Andres Muschietti
Roteiro:
Chase Palmer (roteiro), Gary Dauberman (roteiro), Cary Joji Fukunaga (roteiro), Stephen King (romance)
Gênero:
Terror, Drama
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
07/09/2017
Duração:
135 minutos

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Quando as crianças começam a desaparecer na cidade de Derry, no Maine, as crianças do bairro se unem para atacar Pennywise, um palhaço malvado, cuja história de assassinato e violência remonta há séculos.

Elenco

Bill Skarsgård
Pennywise
Jaeden Lieberher
Bill Denbrough
Sophia Lillis
Beverly Marsh
Finn Wolfhard
Richie Tozier
Jack Dylan Grazer
Eddie Kaspbrak
Jeremy Ray Taylor
Ben Hanscom
Chosen Jacobs
Mike Hanlon
Wyatt Oleff
Stan Uris
Nicholas Hamilton
Henry Bowers
Jackson Robert Scott
Georgie Denbrough
Geoffrey Pounsett
Zach Denbrough
Stephen Bogaert
Al Marsh
Molly Atkinson
Sonia Kasprbak
Steven Williams
Leroy Hanlon
Ari Cohen
Rabino Uris
Stuart Hughes
Oficial Bowers
Owen Teague
Patrick Hockstetter
Megan Charpentier
Gretta Keene
Tatum Lee
Judith
Javier Botet
Zumbi na Rua Neibolt

Lupas

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  • Versão cheia de efeitos especiais e diminuída (para haver uma sequência) é muito inferior ao filme original - quiçá ao livro. O vilão não tem peso, os dramas infantis são superficiais e, o pior, o filme não gera tensão e não assusta.

  • Talvez apele mais que deveria para o explícito, mas acerta em quase todo o resto: é um belo conto de amizade, diverte, constrói bem personagens e suas relações, estabelece boa associação com monstros humanos, tem momentos tensos e Pennywise é assustador.

  • Stranger Things na telona. A apelação para a nostalgia oitentista e a falta de habilidade em lidar com a construção formal das cenas de horror explícito, apelando para efeitos digitais e jumpscares banais, sobressaem-se às qualidades da ambientação.

  • Pegaram a obra-prima de King e a transformaram num terror genérico qualquer com muito apelo oitentista pra conquistar o público.

  • O apelo nostálgico, já fracamente anunciado, fica em terceiríssimo plano diante de um filme de horror qualquer: a fórmula se resume a sustos, um lema tolinho de união e um punhado de pretextos pouco criativos. Curiosamente, o humor é o trunfo da obra.

  • Uma adaptação apenas feijão com arroz de King, que cumpre o papel de divertir.O elenco mirim está bem.

  • Um excesso de cenas descartáveis cortam o ritmo do filme que só respira em poucas cenas bem filmadas e de causar alguns sustos.

  • Um bom filme de terror deve ter um mistério a ser desvendado, cenas que provoquem sustos na plateia, uma trama que envolva o espectador em suspense crescente e, o mais importante, um final surpreendente, que pode ser amargo ou redentor. It não tem nada.

  • Trás várias referências do gênero, é atmosférico e estabelece em apenas duas horas uma conexão excepcional entre as crianças e o público. Porém, o diretor se esqueceu do mais importante, causar medo.

  • Tem um excesso de jump scare, poderia usar mais da tensão e suspense. No fim, salva-se alguma coisa.

  • Tem muito mais humor do que deveria, mas funcionou comigo. Pré-adolescentes falando de pintos e da mãe dos outros é familiar e até me arrancou algumas risadas. It tá mais pra um filme de fantasia/drama/comédia do que terror mesmo, but who cares?

  • Stephen King deve estar orgulhoso. "It" contém brilhantes cenas aterrorizantes e uma dinâmica carismática entre as crianças. Tudo isso na onda do revival dos anos 80 com muita referência a Spielberg e Kubrick.

  • Sem medo de ser feliz e desenvolver seus personagens, It é um incomum exemplar do horror moderno que está preocupado em fazer um trabalho bem feito sem esquecer da pipoca, levando a plateia numa viagem aos anos 80 e aos medos que todos nós dividimos.

  • Se não surpreende como terror, ao menos entrega um bom trabalho na execução da história.

  • Referências à parte, o fato é que It funciona como unidade, desenvolvendo de forma satisfatória suas alegorias e personagens, além de servir como entretenimento de qualidade. Excetuando-se certas escolhas apressadas, trata-se de uma adaptação digna.

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